<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315</id><updated>2012-01-27T10:58:04.790-07:00</updated><category term='q'/><category term='ue'/><title type='text'>HIPONA</title><subtitle type='html'>Comentários e notícias sobre economia, doutrina social católica, filosofia ...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1459</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2261287550504498508</id><published>2012-01-27T09:02:00.005-07:00</published><updated>2012-01-27T10:58:04.798-07:00</updated><title type='text'>Passos de tartaruga...</title><content type='html'>A semana na zona do euro foi marcada pela discurso da Merkel em Davos, reafirmando a oposição germanica ao trabalho conjunto do EFSP e do futuro European Stability Mechanism, o famoso firewall defendido pelo Sarkozy e FMI entre outros. O foco germanico continua sendo nas reformas e na austeridade como meio para colocar as economias da zona periferica no caminho do crescimento sustentável o que permitiria recuperar a confiança do mercado. Não mencionado, mas implicito nesta  estratégia, é o QE pela porta dos fundos do BCE com a nova rodada de emprestimo no mês de fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta estratégia conseguiu reduzir o risco de contração do crédito e levou a redução nos juros da divida soberana dos países perifericos, como mais uma vez se verificou no leilão de  8 bilhões de euros de titulos italianos de 6 meses, com juros de 1.969% contra  3.251%  de dezembro de 2011. Como resultado, no mercado secundário, o juro do benchmarck(titulo de 10 anos) caiu para 5.94%. O mesmo, alias, vem ocorrendo com o espanhol, 4.98%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o mesmo movimento de queda não se repete nos títulos portugueses o que aumentou bastante a aposta em um caminho parecido ao grego, ou seja, reestruturação da sua divida soberana.  Se lembrarmos que Portugal deverá retornar ao mercado em maio de 2013,  esta aposta do mercado não é de modo algum insana, em que pese o fato dela ser uma escolha  tecnica e, principalmente, política. Não  a descartaria de antemão, mas acho pouco provável que venha a ser adotada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações da reestruturação voluntaria da divida grega parece ter avançado e se encontrária próxima de um final feliz. No entanto, como mencionado em outro post, isto não resolve de todo o problema, já que parte dos detentores da divida - hedge funds em sua maioria - não participam da reunião e estão poucos dispostos a aceitarem o "haircut", optando, segundo a Bloomberg,  pelo caminho que levaria ao CDS(credit-default swaps).  Seria um pessimo desfecho, que reduziria a margem de manobra no caso de Portugal ter que optar pela reestruturação de sua divida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2261287550504498508?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2261287550504498508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/passos-de-tartaruga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2261287550504498508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2261287550504498508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/passos-de-tartaruga.html' title='Passos de tartaruga...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8299948124090497599</id><published>2012-01-26T13:59:00.003-07:00</published><updated>2012-01-26T14:26:19.080-07:00</updated><title type='text'>FED</title><content type='html'>Ben Bernanke, pode ser acusado de tudo, exceto de falta de criatividade em seu esforço pra colocar a economia americano de volta no caminho do crescimento econômico com geração de emprego ou, no mínimo, evitar piora no seu estado atual  que , como já mencionamos em outros posts, é bem anêmico. Mais transparência, com a divulgação de previsões individuais sobre o andamento da economia e  a manutenção da taxa de juros  em 0.25% ate o fim de 2014, são as últimas medidas neste esforço heróico com resultado nem um pouco espetacular. Conseguiu, é verdade, afastar o fantasma da deflação, mas o desemprego continua alto  e tudo indica que deverá permanecer neste patamar, com pequenas varíações nos dois dois sentidos,  por um período razoável de tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os experimentos são interessantes, mas ,por serem inéditos, é difícil saber se o resultado almejado será de fato alcançado. Conhecer os prognosticos individuais, quando muito dispersos, não necessariamente, implica em moldar as expectativas ao gosto do FED. Ao contrário, poderá tornar mais dificil identificar a informação relevante. Em todo caso é uma medida louvável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda continuo apostando em um Q3.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8299948124090497599?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8299948124090497599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/fed.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8299948124090497599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8299948124090497599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/fed.html' title='FED'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5877748069918060149</id><published>2012-01-25T14:03:00.002-07:00</published><updated>2012-01-25T14:10:45.916-07:00</updated><title type='text'>Greenspan e o free-market capitalism</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Uma defesa apaixonada, mas bem fundamentada do capitalismo de livre mercado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controlled experiments are not feasible in economics. But we came close in the competition between East and West Germany after the second world war. Both countries started with the same culture, the same language, the same history and the same value systems. Then for 40 years they competed on opposite sides of a line. The only major difference was their political and economic systems: central planning vs market capitalism.&lt;br /&gt;The experiment came to an abrupt close in 1989 with the fall of the Berlin Wall, exposing the economic ruin of decades of Soviet-bloc economics. Centrally planned East Germany had exhibited productivity levels little better than one-third those of market-oriented West Germany. Much of the then third world, absorbing the tutorial, converted quietly to market capitalism.&lt;br /&gt;China, especially, replicated the successful export-orientated economic model of the so-called Asian tigers: fairly well-educated, low-cost workforces, joined with developed-world technology. Functioning in newly opened competitive markets, China and much of the developing world unleashed explosive economic growth. Between 2000 and 2007 the growth rate of real gross domestic product in the developing world was almost double that of the developed world. The International Monetary Fund estimated that in 2005 more than 800m members of the world’s labour force were engaged in export-orientated and therefore competitive markets, an increase of 500m since the fall of the Wall. Additional millions became subject to domestic competitive forces, especially in the former Soviet Union.&lt;br /&gt;Capitalism, since it was spawned in the Enlightenment, has achieved one success after another. Standards and quality of living, following millennia of near stagnation, have risen at an unprecedented rate over large parts of the globe. Poverty has been dramatically reduced and life expectancy has more than doubled. The rise in material well-being – a tenfold increase in global real per capita income over two centuries – has enabled the earth to support a sixfold increase in population.&lt;br /&gt;While central planning may no longer be a credible form of economic organisation, the intellectual battle for its rival – free-market capitalism – is far from won. At issue, the dynamic that defines capitalism, that of unforgiving market competition, clashes with the inbred human desire for stability and, for some, civility. A prominent European politician several years ago best expressed the widely held anti-capitalist ethos when he asked: “What is the market? It is the law of the jungle, the law of nature. And what is civilisation? It is the struggle against nature.” While acknowledging the ability of competition to promote growth, many such observers nonetheless remain concerned that economic actors, to achieve that growth, are required to behave in a manner governed by the law of the jungle. These observers accordingly choose lesser growth for more civility.&lt;br /&gt;But is there a simple trade-off between civil conduct, as defined by those who find raw competitive behaviour deplorable, and the material life most people nonetheless seek? From a longer-term perspective, does such a trade-off exist? During the past century, for example, competitive-market-driven economic growth created resources far in excess of those required to maintain subsistence. That surplus, even in the most aggressively competitive economies such as America’s, has been mainly employed to improve the quality of life: advances in health, greater longevity and pension systems that go with it, a universal system of education and vastly improved conditions of work. We have used much of the substantial increases in wealth generated by our market-driven economies to purchase what most would view as greater civility.&lt;br /&gt;Anti-capitalist virulence appears strongest from those who confuse “crony capitalism” with free markets. Crony capitalism abounds when government leaders, usually in exchange for political support, routinely bestow favours on private-sector individuals or businesses. That is not capitalism. It is called corruption.&lt;br /&gt;The often-assailed greed and avarice associated with capitalism are in fact characteristics of human nature, not of market capitalism, and affect all economic regimes. The legitimate concern of increasing inequality of incomes reflects globalisation and innovation, not capitalism. But an additional contributor to inequality in America is our immigration law, which “protects” many high earners from skilled migrant competitors. The American H1B programme is in effect a subsidy for the wealthy, a policy that is anathema to the supporters of capitalism.&lt;br /&gt;Whatever the imperfections of free-market capitalism, no regime that has been tried as a replacement, from Fabian socialism to Soviet-style communism, has succeeded in meeting the needs of its people. Capitalist practice needs adjustment. I was particularly distressed by the extent to which bankers, previously pillars of capitalist prudence, had allowed their equity buffers to dwindle dangerously as the financial crisis approached. Regulatory capital needs to be increased.&lt;br /&gt;Yet I fear that, in response to the crisis, innumerable “improvements” to the capitalist model will be enacted. I am very doubtful those “improvements”, in retrospect, will appear to have been wise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Greenspan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: TF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5877748069918060149?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5877748069918060149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/greenspan-e-o-free-market-capitalism.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5877748069918060149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5877748069918060149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/greenspan-e-o-free-market-capitalism.html' title='Greenspan e o free-market capitalism'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-4767108393888715775</id><published>2012-01-24T14:06:00.001-07:00</published><updated>2012-01-24T14:06:29.670-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-jO0_X33frE8/Tx8dT96AXoI/AAAAAAAAANk/0Yeb8rTncV0/s1600/phd012312s.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 173px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-jO0_X33frE8/Tx8dT96AXoI/AAAAAAAAANk/0Yeb8rTncV0/s400/phd012312s.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701307882146913922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-4767108393888715775?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/4767108393888715775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_5102.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4767108393888715775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4767108393888715775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_5102.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jO0_X33frE8/Tx8dT96AXoI/AAAAAAAAANk/0Yeb8rTncV0/s72-c/phd012312s.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6356656732546697522</id><published>2012-01-24T14:01:00.000-07:00</published><updated>2012-01-24T14:05:17.197-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1wvV-z0h_ZI/Tx8dAjcxkdI/AAAAAAAAANY/89XKPdpTpB4/s1600/phd011812s.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 173px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1wvV-z0h_ZI/Tx8dAjcxkdI/AAAAAAAAANY/89XKPdpTpB4/s400/phd011812s.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701307548627472850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6356656732546697522?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6356656732546697522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_24.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6356656732546697522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6356656732546697522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_24.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1wvV-z0h_ZI/Tx8dAjcxkdI/AAAAAAAAANY/89XKPdpTpB4/s72-c/phd011812s.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-9125384737747204843</id><published>2012-01-23T08:22:00.006-07:00</published><updated>2012-01-24T14:01:02.191-07:00</updated><title type='text'>Economia Social de  Mercado</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Como o leitor já teve ter notado, tenho simpatias pela  chamada economia social de mercado,  pouco conhecida  no circulo acadêmico laico  do grande bananão. Tão pouco, ao que parece,  em instituições confessionais, apesar da matriz cristã-católica do modelo. O texto abaixo, oferece a leitura da COMECE e quem sabe possa vir a ser traduzido em portugues. No link abaixo é possíver ler o documento em ingles, frances e alemão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The present text, a statement of the Bishops of the Commission of the Bishops’&lt;br /&gt;Conferences of the European Community (COMECE), offers a commentary on&lt;br /&gt;the concept of “a highly competitive social market economy”. This concept has&lt;br /&gt;become one of the treaty objectives of the European Union since the entry into&lt;br /&gt;force of the Lisbon Treaty. As a formulation, the concept of the social market&lt;br /&gt;economy is used most often in German-speaking countries, but it has also entered&lt;br /&gt;the constitutional traditions of other EU States, such as Poland. Now it has become&lt;br /&gt;a legal concept that is firmly anchored in the European treaties. However, it still&lt;br /&gt;needs to be fleshed out and made concrete. We, as bishops, should like to make a&lt;br /&gt;contribution to this process, as we have already done in the past on other aspects&lt;br /&gt;of European policy.&lt;br /&gt;The roots of the term “social market economy” are found in Europe’s philosophical,&lt;br /&gt;religious, and, in particular, Christian heritage. It therefore seemed to us appropriate&lt;br /&gt;and legitimate to speak out on this matter from our perspective, even if we ought&lt;br /&gt;to acknowledge openly that we are not experts on many of the questions raised.&lt;br /&gt;For this reason, initially in March 2010, we asked the Social Affairs Commission&lt;br /&gt;of COMECE, chaired by Cardinal Reinhard Marx, Archbishop of Munich and&lt;br /&gt;Freising, to prepare a draft statement. We would like to thank our Social Affairs&lt;br /&gt;Commission and its Chairman, as well as a great many specialists, for their diligent&lt;br /&gt;preliminary work and advice. Special thanks are due here to the Director of the&lt;br /&gt;Catholic Social Sciences Centre of the German Bishops’ Conference and his&lt;br /&gt;colleagues in Mönchengladbach. The Social Ethics Conference, organised jointly&lt;br /&gt;with the Secretariat of COMECE in May 2011, was an important step on the path&lt;br /&gt;to the final draft, which we discussed at two plenary sessions and finally adopted&lt;br /&gt;last October.&lt;br /&gt;The Catholic Bishops, on whose behalf the Bishops of COMECE are monitoring&lt;br /&gt;the European unification process, feel closely bound to the work of European&lt;br /&gt;unification. The significance of this work needs, however, to be communicated&lt;br /&gt;afresh to Europe’s citizens today. We are firmly convinced that the concept of a&lt;br /&gt;social market economy can be of great help in this respect. This concept calls for&lt;br /&gt;equal balancing of the principles of freedom and solidarity. It stands for respecting&lt;br /&gt;the value of all human beings and affording particular protection to those who are&lt;br /&gt;weakest. Within the framework and boundaries of our specific mandate, we would&lt;br /&gt;like to work alongside the European Union as it develops into a genuine community&lt;br /&gt;of solidarity and responsibility, which also lives up to its global obligations.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ Adrianus van Luyn,&lt;br /&gt;Bishop of Rotterdam&lt;br /&gt;President of COMECE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler o documento clique &lt;a href="http://www.comece.org/site/en/home?ts=0.185690001327332245"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: COMECE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-9125384737747204843?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/9125384737747204843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/eonomia-social-de-mercado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9125384737747204843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9125384737747204843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/eonomia-social-de-mercado.html' title='Economia Social de  Mercado'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5673396352981904098</id><published>2012-01-22T08:45:00.000-07:00</published><updated>2012-01-22T08:46:34.165-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z7UkUV5JNVY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Z7UkUV5JNVY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5673396352981904098?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5673396352981904098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5673396352981904098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5673396352981904098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_22.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1617179908365548347</id><published>2012-01-20T07:19:00.004-07:00</published><updated>2012-01-20T16:22:17.523-07:00</updated><title type='text'>Calmaria..</title><content type='html'>A semana foi de calmaria na zona do euro a espera do desfecho das negociações sobre a participação voluntária na reestruturação da divida grega.  Acredito que um acordo é possível  o que  enfraqueceria a posição dos proprietários de titulos que não estão participando das negociações. São os conhecidos fundos que compraram a divida na bacia das almas e se negam, como esperado, a ficar com o mico. Vão espernear e fazer a gritaria de sempre, mas sem impacto significativo sobre o acordo de reestruturação da divida grega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o FT, dados do Morgan Stanley, listam os bancos italianos como os lideres na tomada de emprestimos do BCE  com prazo de tres anos, juros de mãe, o famoso quantitative easing pela porta dos fundos. Unicredit lidera com 12.5bi, seguido pelo Intesa San Paolo 12bi e Monte dei Paschi di Siena  10 bi, que, segundo o FT, cobre cerca de 90%  do funding de 2012. Os bancos  espanhois tambem pegaram valor significativo, assim como a filia holandesa do Royal Bank of Scotland, 5bi.   Draghi espera uma demanda menor na oferta do dia 28 de fevereiro. Acho pouco provável ser este o caso, o volume deve ser próximo se não maior que o do primeiro, já que há o conhecido mecanismo do carry trade, alem do fato que o interbancário continua em estado anemico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1617179908365548347?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1617179908365548347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/calmaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1617179908365548347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1617179908365548347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/calmaria.html' title='Calmaria..'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-4529150038350044662</id><published>2012-01-19T14:09:00.002-07:00</published><updated>2012-01-19T15:17:34.166-07:00</updated><title type='text'>Tregua..</title><content type='html'>Parece que realmente o pior já passou. Foi um grande sucesso o leilão desta quinta feira de titulos da divida espanhola e francesa, com boa demanda e juros. A Espanha consegui colocar  6.6 bilhões de euro, superando a meta que era entre 3.5 e 4.5 bilhões.  Os juros do titulo de 10 anos, 5.403% é menor que o do último leilão realizado no ano passado, 6.975%. Já os juros do título com resgate em 2016, curiosamente, ficou ligeiramente acima dos juros do último leilão, 4.021% contra 3.912%. O bid-to-cover do benchmark foi 2.17 contra 1.54 do último leilão e o de quatro anos 3.24% contra 1,71 da semana passada. A França vendeu 7.97 bilhões de titulos de 2 anos, com juros de 1.05% contra 1.58% do leilão de outubro do ano passado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado do leilão de hoje confirma nosso comentário em outros posts a respeito do impacto da tolice da S&amp;P: como era esperado, não alterou a dinamica criada pelo emprestimo generoso do BCE, que deu certa estabilidade ao mercado de títulos, levando a redução, ainda pequena, nos juros dos titulos da Italia, Espanha.  É uma tregua que poderá ser mantida por um período  maior ou quebrada pelo desenlace negativo da reestruturação voluntária da divida grega.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-4529150038350044662?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/4529150038350044662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/tregua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4529150038350044662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4529150038350044662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/tregua.html' title='Tregua..'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1964768883346783354</id><published>2012-01-18T14:51:00.002-07:00</published><updated>2012-01-18T15:20:28.975-07:00</updated><title type='text'>Mais dinheiro para o FMI</title><content type='html'>O cenário da economia mundial pintado pelo Banco Mundial é  bastante  negativo, mas como ele, assim como FMI não   possuem um bom record de acerto, prefiro dar o devido desconto e manter a minha avaliação de um 2012 difícil, mas longe do cenário catastrofico  por ele desenhado.  Por falar nele, Pepino, o breve, vulgo Obama, esta pensando em indicar o L.Summers pra lidera-lo a partir do final do ano. Figura controversa, sem dúvida, que entre outras tolices, recomendou a transferencia de industrias poluidoras para o terceiro mundo e perdeu o cargo de Reitor de Harvard devido a sua conhecida arrogância. Banqueiros  ficariam felizes com a escolha, já que ele, quando Secretário do Tesouro do Clinton, foi defensor apaixonado da desregulamentação financeira que levou a crise da qual a economia americana ainda não se livrou. É o tipo de escolha, independente de se efetivar ou não, que diz tudo sobre o Obama.A mulher do Clinton tambem é cotada para o cargo e seria uma escolha muito melhor que o queridinho de WS e da City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI solicitou aos seus membros um adicional de 500bi de dolares para aumentar seu poder de fogo frente a provavel demanda de bail out nos próximos anos. Ele espera , para os próximos 2 anos, um total de 1trilhão em socorro a países em dificuldades. Valor alto, mas insuficiente para resgatar Espanha e Italia. É, no entanto, uma decisão correta,  que podera influenciar, positivamente as expecativas do mercado em relação a zona do euro.  Apesar de correta, será de dificil realização, haja vista, a conhecida posição dos americanos e ingleses sobre a questão. Ambos já deixaram claro que não estão dispostos a colaborar, o que  significa que será necessário recorrer aos paises emergentes  e alguns poucos desenvolvidos, com destaque para os da zona do euro. O aumento, se  voluntário e ad hoc, não implica em alteração de poder no FMI,  que, sabidamente tem forte oposição dos americanos, mas é o grande objeto de desejo dos Brics. Deverá ser uma negociação complicada, mas parece que Brasil e India são favoráveis, resta saber o que a China acha da idéia e  qual será a moeda de troca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1964768883346783354?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1964768883346783354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/mais-dinheiro-para-o-fmi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1964768883346783354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1964768883346783354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/mais-dinheiro-para-o-fmi.html' title='Mais dinheiro para o FMI'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8292656358739790395</id><published>2012-01-17T13:28:00.004-07:00</published><updated>2012-01-17T15:18:41.495-07:00</updated><title type='text'>Mais um dia tranquilo</title><content type='html'>No segundo dia após a tolice da S&amp;P, a reação do mercado continua a ser positiva. A Espanha  conseguiu vender 4.88 bilhões de titulos de 12 e 18 meses, com juros de 2.04% contra 4.05% do último leilão para o primeiro e 2.39% contra 4.22%  do leilão de dezembro, para o segundo.  A demanda(bid-to-cover ratio) foi alta, 3.54 e 3.23 para o de 12meses e 18 meses, respectivamente. Foi, também, um grande sucesso o leilão de titulos de 6 meses do EFSP: 1.5 bilhão com juros de 0.2664 e  bid-to-cover ratio de 3.1. No mercado secundário os juros do titulo de 10 anos da França e Espanha cairam para 3.029% e 5.069% respectivamente. O italiano também caiu um pouco:6.49%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto na Alemanha, o  "index of investor and analyst expetations", que preve o estado da economia 6 meses antes dele ocorrer, atingiu um nivel record, confirmando a nossa hipotese que  as expectativas quanto ao estado da economia da zona do euro estão bem melhores que em dezembro, resultado, me parece, das medidas do BCE e das mudanças de governo na periferia europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este conjunto de resultados/dados desta terça feira parece indicar que, segundo o mercado, o pior já passou, isto apesar da   probabilidade de default grego ter aumentato bastante.  Este fato, ainda não realizado, parece já ter sido digerido, restando apenas saber se ele será organizado  ou não e quando deverá ocorrer. É bom lembrar que a participação voluntaria na reestruturação da divida grega é tecnicamente um default, ainda que organizado. É a ele que referimos quando falamos de default organizado. Se as negociações não prosperarem o default não organizado, provavelmente, deverá ocorrer em março, já que a Grecia não terá condições de honrar os pagamentos com vencimentos neste mês. A probabilidade dele ocorrer é alta, mas a minha aposta ainda é na primeira alternativa: default organizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O soft landing chinês é uma otima noticia, que somada as da zona do euro e dos USA, parecem indicar que o cenário tenebroso pintado pelo Bacen para justificar sua política de corte de juros esta cada vez mais longe de tornar-se de realidade. Espero que o erro não se repita na análise do cenário interno, mas isto acho que, infelizmente, é o caso, minimizado, em parte,  felizmente,  pela alteração(correta) na composição do IPCA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8292656358739790395?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8292656358739790395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/mais-um-dia-tranquilo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8292656358739790395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8292656358739790395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/mais-um-dia-tranquilo.html' title='Mais um dia tranquilo'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3548816460302234909</id><published>2012-01-16T11:16:00.004-07:00</published><updated>2012-01-16T12:27:53.797-07:00</updated><title type='text'>Dia calmo...</title><content type='html'>A reação do mercado ao downgrade frances foi muito melhor que o esperado. Como mencionado no meu último post esperava um aumento, ainda que pequeno, no yieild, e aconteceu justamente o contrário no leião de hoje.  Segundo a Bloomberg, foram vendidos 1.895 bilhões de euros de titulos de um ano, com juros de 0.406% contra 0.454% do último leilão realizado em 9 de janeiro. O retorno do titulo de 2 anos tambem caiu, assim como benchmark(titulos de 10 anos) para 3.03.  A demanda(bid-to-cover ratio) foi boa, mas como o volume  leiloado foi pequeno, é prudente esperar pelo leilão de quinta-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BCE  atuou, mais uma vez, no mercado, comprando titulos da dívida italiana e espanhola, o que explica  a reversão altista do yeild, porém, para um nível levemente superior ao de sexta feira, 6.73% e 5.25% respectivamente.  É um resultado esperado, em razão do impacto do downgrade sobre o EFSF que, como sabemos, é parte fundamental do socorro, se necessário, dos dois países do mediterraneo. Já o retorno dos titulos alemães, continuam em queda, sinalizando que o status  alemão de porto seguro foi reforçado pelo evento de sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sarkozy parece não ser o único contrariado com a decisão da S&amp;P. O Japão que já estava preocupado com a depreciação do euro em relação a sua moeda,  não esta nada feliz diante da provável acentuação do movimento de depreciação e deverá entrar no mercado, como já o fez em relação ao dolar.  A depreciação do euro, no entanto, não é totalmente negativa para  a zona do euro, muito pelo contrário melhora, sensivelmente, a situação de alguns países com baixa competitividade, mas por outro lado,  é visto, pelo mercado, como sinal de agravamento da crise, influenciando negativamente o processo de formação de expectativas sobre o futuro da zona do euro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Update&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O EFSF, como esperado, foi rebaixado, também, para AA+.  É , na pratica, noticia velha, sem impacto significativo  sobre a captação de recursos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3548816460302234909?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3548816460302234909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/dia-calmo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3548816460302234909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3548816460302234909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/dia-calmo.html' title='Dia calmo...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3103823553504239077</id><published>2012-01-15T13:36:00.000-07:00</published><updated>2012-01-15T13:37:49.398-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O2MsndyW33Q?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/O2MsndyW33Q?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3103823553504239077?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3103823553504239077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_15.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3103823553504239077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3103823553504239077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_15.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8501035494773567652</id><published>2012-01-13T10:10:00.010-07:00</published><updated>2012-01-13T18:15:07.956-07:00</updated><title type='text'>A semana na zona do euro...</title><content type='html'>Como esperado, o leilão dos titulos italianos foi um sucesso. O valor total foi 4.75 bilhões, com yields menores que os do último leilão. O retorno do titulo com vencimento em novembro de 2014  ficou em 4.83%, contra 5.62%  no  leilão passado. Resultado que levou a novo recuo do benchmark(titulo de 10 anos)  e do titulo de 5 anos no mercado secundário: 6.5% e 5.59% respectivamente.  O resultado, dado o cenário atual, foi muito bom, mas a demanda( bid-to-cover ratio) foi de apenas 1.22 o que  indica que a situação melhorou, mas ainda esta longe do ceu de brigadeiro.  O sucesso italiano de hoje, assim como o do espanhol de ontem, confirma, nossa avaliação, a respeito do impacto esperado do emprestimo do BCE sobre o titulos de curto prazo. É preciso esperar o leilão do benchamark para conhecer o real impacto sobre o titulo de longo prazo.  As perspectivas são boas e repete-se a velha historia: a zona do euro avança aos trancos e barrancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Draghi, como é  praxe, em Presidente de Banco Central esta otimista com os resultados da sua política de emprestimos de 3 anos a juros de mãe, uma forma criativa de "quantitative easing" pela porta dos fundos. Argumenta que os bancos que solicitaram o emprestimo de 3 anos, não são os mesmos que deixam uma montanha de dinheiro no overnight do BCE, apesar da remuneração ser baixa, 0.25%. Os primeiros seriam bancos com problemas de financiamento, ou seja com dificuldade para obter os recursos para os vencimentos do ano 2011 e sem o socorro do BCE  seriam obrigados a reduzir as linhas de emprestimos o que levaria  a contração do crédito.  Em outras palavras, para o Draghi, os recursos não somente reduziram o risco desta contração, como estariam circulando pela economia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números ainda não confirmam o otimismo do Draghi em relação ao lado real da economia, mas é inegavel o papel do emprestimo de 3 anos na queda do yeild dos titulos de curto prazo e na redução do risco de contração do crédito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto escrevia o paragrafo acima, fui informado da mudança de status da França de 3A para AA+. Qual impacto provável?  Aumento no yeild dos titulos franceses, poderá tornar menos atrátivo o EFSP e seguramente torna mais dificil a reeleição do Sarkozy.  O primeiro não parece que será muito forte, já que o downgrade   era esperado pelo mercado e portanto grande parte dele já está incorporado no valor do yeild. A questão do EFSP  é um pouco mais complicada por incorporar um aspecto legal  fora, portanto, da minha área de competencia:  o downgrade da França  implica em downgrade do EFSP? Se sim, qual seria o reação do mercado? Não muito diferente da reação esperada em relação ao downgrade frances, afinal o titulo emitido pelo EFSP continuaria sendo bancado pela  forte alemã e o leilão de ontem e hoje, indicam, como mencionado, acima que a situação esta longe de ser desesperadora, muito pelo contrário. Quem vai ficar feio na fotografia vai se realmente a P&amp;P.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero a decisão da S&amp;P irresponsável e sem nenhum fundamento, como, alias, foi o caso do downgrade americano. É urgente a revisão do papel destas agências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O downgrade da França, não foi, infelizmente,  a única má noticia desta sexta-feira.   As negociações sobre a participação voluntária na reestruturação da divida grega entraram em colapso, o que aumenta e muito o risco de default da Grecia. Considero esta a pior noticia da semana por ter um potencial explosivo bem superior a decisão tola e infantil da S&amp;P.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Update&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alem da França, outros paises foram rebaixados. Abaixo lista de paises:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Áustria (rebaixado): de AAA (negativa) para AA+ (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bélgica (estável): de AA (negativa) para AA (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chipre (rebaixado em dois degraus): de BBB (negativa) para BB+ (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eslováquia (rebaixado): de A+ (negativa) para A (estável)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eslovênia (rebaixado): de AA- (negativa) para A+ (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espanha (rebaixado em dois níveis): de AA- (negativa) para A (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;França (rebaixado): de AAA (negativa) para AA+ (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itália (rebaixado em dois níveis): de A (negativa) para BBB+ (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malta (rebaixado): de A (negativa) para A- (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal (rebaixado em dois níveis): de BBB- (negativa) para BB (negativa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenho a minha avaliação. Já era esperado e não altera a avaliação do mercado a respeito destes países, poderá no entanto, frear a queda do juros dos titulos italianos de curto prazo. A dinamica, no entanto ainda depende fundamentalmente da evolução do governo Monti e de decisões da zona do euro.  A credibilidade da S&amp;P não é mais a mesma depois do downgrade americano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8501035494773567652?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8501035494773567652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/semana-da-zona-do-euro.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8501035494773567652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8501035494773567652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/semana-da-zona-do-euro.html' title='A semana na zona do euro...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-341788798546536738</id><published>2012-01-12T13:39:00.004-07:00</published><updated>2012-01-12T14:58:22.640-07:00</updated><title type='text'>Boas noticias...</title><content type='html'>Dia com boas noticias na zona do euro. A procura pelos titulos de 3 e 5 anos da Espanha foi melhor que o esperado pelo mercado, assim como o valor do yield. O volume inicialmente anunciado era de 5 bilhões de euro, mas o montante vendido ficou em 9.986bilhões. O retorno do titulo com resgate em abril de 2016, caiu em relação ao último leilão: de 4.781% para 3.748%, o mesmo acontecendo com os titulos com resgate em outubro de 2016: de 4.848% para 3.912% . A Italia conseguiu colocar 12 bilhoes de euros de titulos de um ano a 2.735%, menor valor desde de junho de 2011, sinalizando que amanha o retorno dos titulos de 3 a 6 anos deverá ficar abaixo do valor do ultimo leilão.  O retorno do benchmark (titulo de 10 anos) espanhol e italiano, esta em 5.18% e 6.65%, respectivamente, no mercado secundário. O cenário está de acordo com o impacto esperado do famoso emprestimo do BCE: forte sobre os titulos de curto prazo e menor sobre o benchmark. Os valores ainda são muito altos e no limite da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra noticia,  já esperada, foi decisão do BCE em manter a taxa de juros em 1%, assim como o pouco avanço nas negociações  da participação voluntária dos bancos na reestruturação da divida grega. Estas duas não são exatamente boas noticias, mas tão pouca pessimas, diante do ambiente tenso da zona do euro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-341788798546536738?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/341788798546536738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/boas-noticias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/341788798546536738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/341788798546536738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/boas-noticias.html' title='Boas noticias...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8275466757424320405</id><published>2012-01-11T13:31:00.004-07:00</published><updated>2012-01-11T14:04:47.200-07:00</updated><title type='text'>Policial também é trabalhador...</title><content type='html'>Não entendo nada de política social, mas durante algum tempo estudei a relação entre variáveis econômicas e criminalidade e acompanhei, a controversa política de recuperação da Times Square do Prefeito Giuliani. Estive, também, em NY antes e depois e, confesso, que foi um choque encontrar uma loja da Disney onde antes era um local perigoso e decadente.  Também conheci a região decadente de Genova, mas infelizmente ainda  não tive a oportunidade de retornar para conhecer o resultado da política de recuperação da área portuaria. Digo isto, antes de opinar sobre a operação, em curso,  da prefeitura/governo de estado na cracolandia. Não acho que seja possível resolver o problema sem intervenção policial dura, mas respeitando os direitos humanos. Ela, naturalmente, deve ser acompanhada de política social e de saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho a ingenua, para ser generoso, as criticas à atuação da policia, assim como a tese que a repressão não é necessaria. Ela é. Ainda persiste na esquerda um forte preconceito contra a policia, que a impede de perceber que o policial é um trabalhador como outro qualquer, que desempenha uma função vital na comunidade: garantir o ir e vir, em segurança, dos cidadãos o que implica, as vezes, em colocar em risco sua própria vida. Este detalhe faz a toda a diferença, que ainda é maior, se lembrarmos que o salário é baixo e o reconhecimento quase inexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a força policial tem problemas, e precisa passar por mudanças, mas é preciso reconhecer, que trata-la como inimiga da democracia, não é seguramente justo com a maioria dos policiais que são honestos e trabalhadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8275466757424320405?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8275466757424320405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/policial-tambem-e-trabalhador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8275466757424320405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8275466757424320405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/policial-tambem-e-trabalhador.html' title='Policial também é trabalhador...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1428084273634940018</id><published>2012-01-10T13:55:00.003-07:00</published><updated>2012-01-10T14:14:38.431-07:00</updated><title type='text'>El-Erian e a Alemanha</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;Otimo artigo do El-Erian, da Pimco, sobre o yield negativo dos titulos alemães de 6 meses.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Another day and another previously unthinkable development becomes reality in Europe. Yet what on the surface appears to be good news for Germany – the record low yield at its latest government debt auction – is actually an indication of growing stress elsewhere in the region.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At Monday’s regularly-scheduled auction, the German government sold six-month securities at a negative yield of 0.012 per cent. Investors who bought them made history. Rather than receive interest income for lending money, they were the first to pay the German government for the privilege of converting their cash into securities that, at the margin, are less liquid and subject to mark-to-market volatility.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The outcome should not have come as a great surprise. Negative yields had already occurred in secondary market trading for short-dated German government securities. Moreover, a similar phenomenon had taken place in the US at the height of the global financial crisis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some Germans may be tempted to welcome the cheap source of funding. But before celebrating too much, they would be well advised to consider both the causes and the implications.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investors fleeing dislocated government debt markets elsewhere in Europe are attracted to Germany by its solid balance sheet and its fiscal discipline. Moreover, the fruits of years of structural reforms by Berlin are being harvested in the form of vibrant job creation and solid international competitiveness.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Part of this investor repositioning is funded by the sale of other European government debt. Another is being  channelled through the banking system, with German banks gaining deposits at the expense of most other European banks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operational stress in Europe’s financial system is also a factor. Due to technical dislocations similar to what America experienced three years ago, some banks are forced to scramble in order to get their hands on high quality collateral, helping to push German yields to artificially low levels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The longer these factors persist, the greater the likelihood that other private sector entities will also be pulled in the short-run into buying German securities. Over a longer time horizon, however, negative yields on the bills will reverse course, especially if conditions improve elsewhere in Europe. Yet, even then, there is a risk that a large portion of the new money pouring into German debt could prove more durable given that it is being hardcoded through investor- and depositor-driven changes to investment guidelines and benchmarks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;German rejoicing for borrowing money at negative rates should thus be tempered by the reality of Europe experiencing an accelerating disengagement of the private sector from the region’s economic integration project. This undermines growth and employment, shifts more of the load to taxpayers, and places even greater demands on creditor and debtor countries alike – all serving to aggravate an already-strained process for agreeing on the appropriate policy response and related burden sharing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At a time of considerable domestic resistance, governments in surplus countries (essentially Germany, but also others such as Finland and the Netherlands), as well as the European Central Bank, will face even greater external pressure to substitute more of their solid balance sheets for the delevering private sector. Meanwhile, debtor countries will be expected to do even more on the austerity front, thereby aggravating internal tensions and sacrificing both actual and potential growth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rather than welcome negative yields, Germany should interpret the outcome of Monday’s auction as further indication of the gravity of the situation facing the eurozone as a whole. It is another alarm bell calling for more forceful steps to improve the region’s policy mix, counter banking fragility, and strengthen the institutional underpinning of a “refounded” Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The writer is the chief executive and co-chief investment officer of Pimco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1428084273634940018?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1428084273634940018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/el-erian-e-alemanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1428084273634940018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1428084273634940018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/el-erian-e-alemanha.html' title='El-Erian e a Alemanha'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8129893771860937031</id><published>2012-01-09T13:49:00.002-07:00</published><updated>2012-01-09T14:21:16.467-07:00</updated><title type='text'>Quid pro quo</title><content type='html'>O grande vitorioso na ultima reuniào de cúpula, devido a estupidez britanica, Sarkozy  ganhou novamente, com apoio da Merkel  a enfase em crescimento  e criação de empregos na zona do euro. É a contrapartida do seu apoio as teses germanicas e, principalmente, ao silêncio em relação ao BCE.  Emprego e crescimento,  está  longe de ser  a grande preocupação alemã, mas é, seguramente, do Sarkozy , que necessita, urgentemente,  apresentar algo de concreto para seu eleitorado, caso queira manter o cargo de Presidente.  É isto que, também, explica sua proposta de criação de um imposto sobre transações financeiras: simplesmente roubar  importante bandeira da oposição de esquerda. A idéia é interessante, somente se aplicada, pelo menos na  Eurolandia. Se Albion ficar de fora   o resultado, provável, é o fortalecimento da já forte praça financeira londrina. Pior ainda se ficar restrito a França, como bem sabemos a partir da experiência da política econômica do Governo Mitterrand e de proposta semelhante na Suecia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8129893771860937031?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8129893771860937031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/quid-pro-quo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8129893771860937031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8129893771860937031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/quid-pro-quo.html' title='Quid pro quo'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1980388037633575913</id><published>2012-01-08T11:19:00.001-07:00</published><updated>2012-01-08T11:19:41.901-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WQiIMuOKIzY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WQiIMuOKIzY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1980388037633575913?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1980388037633575913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_08.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1980388037633575913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1980388037633575913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post_08.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5838825630329715703</id><published>2012-01-06T08:06:00.002-07:00</published><updated>2012-01-06T08:58:29.277-07:00</updated><title type='text'>Nada de novo...</title><content type='html'>A semana se encerra sem grande novidades na zona do euro. A demanda pelo titulo de três anos  do  Fundo Europeu de Estabilização Financeira( EFSF) foi muito boa, assim com o  preço 1.77%. O yield do titulo frances de 10 anos apresentou uma pequena elevação, mas nada dramatico:  3.29% contra 3.18% do último leilão. O titulo italiano de 10 anos continua resvalando em 7%, ficando esta semana acima deste valor, enquanto o espanhol continua na casa dos 5%, ambos confirmando nossa hipotese sobre o fraco impacto do emprestimo do BCE sobre os titulos de prazo superior a 3 anos. O volume depositado  BCE, por sua vez, indica que o interbancário continua parado.  O yield do titulo italiano de 10 anos, em um mês  em que será necessário, rolar um valor significativo é preocupante, mas  não desesperador: o valor é alto, no limite do sustentável, mas não o suficiente para um bail out, obrigatorio, da Italia. O mercado, com razão, ainda desconfia da capacidade do governo, não eleito, do Monti, em implementar as medidas duras necessárias à recuperação da economia italiana. É uma aposta errada, para quem conhece o seu histórico quando trabalhava em Bruxelas. O sucesso do leião do EFSF  indica que é viável levantar os recursos necessários para a construção da muralha defesa do euro. Continuo otimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou surpreso com os dados recentes da economia americana, mas me parece que ainda é cedo para soltar rojões: o desemprego ainda continua em nível elevado, 8.5%, contra 8.7% em novembro; e os sinais do importante setor habitacional ainda não são claros. Em todo caso a situação é bem melhor que a da Europa o que leva a seguinte pergunta: é suficiente para fazer contrapeso a europa, i.e manter-se imune, ou a contaminação é inevitável? Ainda não há dados suficientes para oferecer uma resposta, mas a  histórica capacidade da economia americana em se recuperar nos deixa otimista. O único receio é o ambiente político...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grande bananão a inflação ficou no teto da meta e com a alteração, correta, nos componentes/pesos do IPCA  há probabilidade de queda é alta, mas não o suficiente para, em 2012, convergir para a meta de 4.5%. O impacto do novo minimo ainda é uma incognita, mas continuo acreditanto que, ao contrário do que o governo afirma, as pressões são altistas, ou seja, 5% é  apenas auto-engano. Confesso que espero estar errado, afinal este pode ser um governo de merda, mas ainda é o meu governo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5838825630329715703?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5838825630329715703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/nada-de-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5838825630329715703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5838825630329715703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/nada-de-novo.html' title='Nada de novo...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7515477772610480845</id><published>2012-01-05T07:19:00.003-07:00</published><updated>2012-01-05T07:49:28.900-07:00</updated><title type='text'>Remembering Michael Dummett, grande filósofo e importante intelectual católico</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;Ele foi um dos mais importantes filósofos do seculo passado e grande intelectual católico. Recomendo a leitura de dois livros do Dummet "Truth and the past" e "The nature and future of philosophy, ótimos exemplos do conhecido rigor da filosofia analitica, mas  leitura acessivel ao iniciante, como é o meu caso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sir Michael Dummett, one of the most influential philosophers of the 20th century, died last week in Oxford, England. He held the position of Wykeham Professor of Logic at Oxford University from 1979 until his retirement in 1992. Below is a gathering of reminiscences from fellow philosophers, including Hilary Putnam, Timothy Williamson, Dorothy Edgington, Daniel Isaacson, and several others who knew Dummett, worked with him or were influenced by his life and work. We invite readers to offer their own contributions in the comments section.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Simon Critchley and Ernie Lepore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Half Century&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I met Michael Dummett in 1960, when I had a leave and I elected to spend the first months of that leave at Oxford. That was the beginning of a friendship that lasted more than 50 years, and the news of his death is devastating. At the beginning we differed strongly in philosophy (I began my stay at Oxford by giving a lecture titled “Do True Sentences Correspond to Reality” that was about as far from Dummettian views as it is possible to go); later, when I was writing what became “Reason, Truth and History,” I came very much under his influence. There were still disagreements, but he told me that the important thing was that another philosopher he respected recognized that the questions he had raised were important, and calling them “important” is a huge understatement. Still more recently our philosophical trajectories began to diverge again, and I am saddened that there won’t more exchanges between us.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apart from realism and antirealism, our discussions touched on many topics, including the importance of fighting racism, an area in which Michael was exemplary, not just as a thinker, but as a human being. In addition to our philosophical conversations, Michael’s loving nature, and his total informality are what I best remember. Michael Dummett cared about ideas, he cared about people, he cared about society, and he rightly connected caring about any one of the three and caring about the other two.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hilary Putnam, professor emeritus, Harvard University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Smoke and Milk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I met Michael Dummett only once, though I don’t think he met me. I was in a pub in Oxford sometime in the 1980s, and Dummett came in and asked the barman for “40 Benson &amp; Hedges, please” in a real smoker’s voice. I recognized him, of course: I was a graduate student in philosophy and a real philosophy nerd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But I also recognized him because when I was a child I used to attend the same church as he did. I was brought up Catholic and my family went to the Dominican priory (Blackfriars) in Oxford. Blackfriars was politically liberal but liturgically conservative, a combination which I think suited Dummett. I have memories of him as a rather frightening figure, with his huge head and white hair stained yellow at the front. What sticks in my mind is that on Good Friday, when there was the traditional “veneration” (kissing) of the cross, Dummett would take off his shoes before joining the procession. This intense, uncompromising seriousness is also manifest in his philosophical writing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Those who knew him say he had a jovial side too. When I saw him in that pub many years later, I was waiting to be served while the barman found Dummett his cigarettes. Dummett pointed to a sign on the bar that said “draught milk.” “Draught milk? Is that a joke?” he cackled. I smiled enthusiastically, but was completely lost for words. It was only later that I learned the story of how Dummett had met Wittgenstein at Elizabeth Anscombe’s house in Oxford. Wittgenstein had only said one thing to him: “Do you know where the milk is?” Dummett did not know.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I like the fact that these two meetings over milk linked me to Dummett, and Dummett to Wittgenstein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tim Crane, University of Cambridge&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teacher for Life&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A couple of years ago, after I had given a lecture in China, a student said something like this: “I believe that your doctoral dissertation was supervised by Sir Michael Dummett. Yet in your books you advance theories that are contrary to his views. How is this?” It was a polite way of asking, “How can you be so disloyal to your old teacher?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I felt that explicitly telling the assembled students not to be too loyal to their teachers might go down badly, especially as many of those teachers were sitting there. Several Chinese philosophers had told me the saying that your teacher is your teacher for life. So I talked about the difference between respecting one’s teachers and agreeing with them. My attitude had been encouraged by Michael Dummett himself. In the drafts of dissertation chapters I gave him, my methods of argument and conclusions were often radically wrong-headed from his perspective, as I well knew. He never said a word about that. He seemed to enjoy entering the alien world of my callow thoughts, mildly raising a question from within that looked minor at first, but as our conversation developed turned out to go to the heart of the matter. Neither of us persuaded the other; indeed, I realized that our disagreement over methodology went even deeper than I had thought. But simultaneously my respect for him became all the greater, for the breadth of his philosophical empathy, his capacity to discern underlying patterns at the most abstract level, and his intellectual seriousness — manifested not least when he burst into laughter on noticing another of the absurdities around us. I hope that some trace of his virtues as a teacher has rubbed off on me. The disagreements my students and ex-students have with me are reassuring signs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Timothy Williamson, Wykeham Professor of Logic, Oxford University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Simple Solution&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Dummett supervised my graduate work in philosophy at Oxford from 1965 to 1967. We worked mainly on mathematical logic and the philosophy of mathematics. He had a remarkable ability to turn the obscure into the perspicuous: often I would have struggled with a proof in a text book, finally convincing myself that its conclusion did indeed follow from the axioms. Then Michael would talk about it and with a flash of illumination — an “Ah, yes” — I would see for the first time why it was true.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I had never before, and I think never since, felt myself to be in the presence of so powerful an intellect. One small instance, circa 1979: my son had been given a puzzle in number theory at school (“What is the third number which is both square and triangular?” The first is 1; the second is 36, a square and the sum of the numbers 1 to 8.). My colleagues and I were highly irritated by being stuck on such a simple-seeming question.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Then Michael came to London for a session of our seminar on his work. A group of us were having dinner afterwards, and the question arose. After head in hands and total silence for a minute or two, Michael said “49 times 25.” He had seen a very simple method: go up through the odd square numbers, asking whether an adjacent number is twice a square.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Of his writings, among my favorites are the first Frege book, which not only illuminates Frege’s contribution to the philosophy of language but does much more for the subject itself; and the 58-page preface to the first collection of his essays, “Truth and Other Enigmas,” which contains a very clear account of the challenge to realism that has been central to most of his work.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorothy Edgington, Birbeck College, University of London&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Passion for Action&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Dummett was so remarkable in so many ways it would be impossible within the confines of a few paragraphs to capture his greatness. He was, of course, one of the finest philosophers of the second half of the last century. His 1973 book on Gottlob Frege catapulted the 19th-century mathematician into the philosopher’s pantheon, changing how most of us thought not only of Frege but also of how to pursue philosophy. Once after I presented work critical of certain formal techniques for understanding vague language, Michael reproached me for lack of a positive proposal. He saw no point in a critique that didn’t aim to advance the subject.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He was also passionate regarding how philosophers, particularly Anglo-Americans, failed to give Europeans their due. In 1984, at a conference on the philosophy of Donald Davidson, at the banquet on the final night, one of the philosophers who feted Davidson described him as heir to the founding fathers of analytic philosophy — Bertrand Russell and G.E. Moore. Michael stormed the stage with his ubiquitous cigarette in hand to rail against what he saw as a “grave historical distortion” of our Anglo-Austrian, indeed, Central European roots. From this impromptu speech rose his influential book, “Origins of Analytic Philosophy.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beyond the Academy, Michael separated himself from most other giants of the profession through his enduring commitment to eradicating injustices wherever he found them; I can’t recall how many times he backed out of an appointment because he and Ann had to be somewhere for a rally, a protest, or just to assist someone whose civil rights were being violated. Most academics never leave their study except to lecture. Though Michael did that too, his lifetime pledge to causes that moved him is incomparable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One night in Florence while he and his wife Ann and I were watching an Italian newscast on orphans created by the Bosnian conflict, I turned to ask them what they thought; they were both weeping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael will be missed; to honor him we should all examine the world we live in and weep; and then do something about it. Michael would approve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ernie Lepore, Rutgers University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profound and Generous&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I first met Michael Dummett shortly before I arrived in Oxford as a graduate student in 1967, when I attended the ICLMPS in Amsterdam. There I heard him present his paper “Platonism.” In that congress I was awed to hear lectures by great names from my undergraduate education, including Tarski, Bernays, Kreisel and Kleene. Dummett was new to me. After his lecture I was all the more thrilled that I was coming to Oxford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In my first term Michael lectured on “The Authorities for the Rise of Mathematical Logic.” His lectures were beautifully clear and illuminating. The next term I focused on the Strawson-Austin debate over truth, which led me to Michael’s “Truth.” I was deeply impressed by its originality, profundity, and difficulty. This paper and the whole issue of verificationism became the focus of my doctoral thesis. I was supervised by Freddie Ayer, but Michael was incredibly generous in helping me to get to grips with his ideas. He was also hugely generous to people whose very lives were threatened by racism. A telephone call in the midst of discussing truth in his rooms in All Souls would inform Michael that an East-African Asian person attempting to enter Britain was about to be sent back to the country from which he or she was fleeing, and transform him from philosopher to activist, telephoning the Chief Immigration Officer to obtain a stay of immediate deportation, then dashing to the airport to argue the case. Michael’s humanity and his philosophy have been profound.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Isaacson, Oxford University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Master Class&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Philosophers are chiefly remembered for what they wrote, but my personal memory of Michael Dummett is of a very challenging but very supportive supervisor and a superb lecturer. In 1971 I was lucky enough to attend one run of the course that subsequently became his 1977 book “Elements of Intuitionism.” Dummett liked to use the then newfangled white boards, on which he wrote using variously colored water-soluble pens, erasing by means of a contraption that combined the qualities of a water pistol with a square of blotting paper. He lectured with an extraordinary fluency, hardly ever referring to his notes, at the same time producing highly legible, multicolored text on the board almost as fast as he could speak it, spraying, smudging and erasing as he went along, and smoking incessantly using a cigarette holder which, along with the pens, he lodged between his fingers — we waited for him to put one of the pens in his mouth and take a drag, or inadvertently extinguish his cigarette with a spurt from the eraser, but it never happened.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The lectures contained a wealth of detail, both technical and philosophical. Dummett’s erudition was remarkable — his undergraduate background had been in PPE (Philosophy, Politics and Economics), and his grasp of logic and mathematics had been almost entirely self-taught. But my abiding memory is of the passion of his delivery, the determination to get things right, and the sense he radiated of the deep interest of the issues and the huge importance of thinking about them well.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crispin Wright, New York University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Clash of Titans&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is no doubt that Michael Dummett made a stunning contribution to philosophy and was for many years Britain’s leading philosopher, as well as one of our leading humanitarian activists. I met and talked with him on a number of occasions, largely about his seminal works on Frege, logicism and the philosophy of mathematics in general. These conversations were hugely influential on me at least, though one of them I remember was at the time quite terrifying. It occurred at the Birmingham 1993 Joint Session of the Mind Association and the Aristotelian Society. There was to&lt;br /&gt;be a session lead by George Boolos and Sir Michael on the origins of the Russell paradox and the contradiction in Frege’s Basic Law Five. I was a speaker, Boolos was a speaker and Sir Michael was to chair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I was incredibly nervous because I was speaking along with two of the world’s leading authorities on Frege, and they were clearly in very deep disagreement — Boolos suggesting that Frege’s failed consistency proof in the Gründgesetze was just that, while Sir Michael argued that the whole matter hung, in his phrase, “on Frege’s extraordinary insouciance over the second order quantifier.” The clash of the two great minds was somewhat rancorous to say the least.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The following morning George and I met Sir Michael for breakfast accidentally, but the mood had completely changed. Sir Michael was affability itself and the conversation about Basic Law Five on the train up to Oxford with Sir Michael and George Boolos was one of the most enlightening I have ever had the privilege to witness.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peter Clark, University of St Andrews&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Request Granted&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I appeared in Oxford in 1985 to work toward the B.Phil. degree (a British analogue of the master’s degree) and was determined to work with Michael Dummett to study Gottlob Frege and the foundations of analytic philosophy. Dummett had not initially been assigned as my tutor, but I, the unsubtle Yank, cornered him at a cocktail party and announced that I had come from America to be his student. Too polite to turn me down, Dummett granted my request, and so began our weekly meetings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our sessions would begin with his reading my weekly essay, which would usually criticize some aspect of his own work, while puffing on his cigarette through its long holder. Then he would fix his piercing blue eyes on me and ask me what my approach to the problems at hand would be, given that I was dissatisfied with his. When I would trot out my own position, Dummett would gently show me its limitations. This would in turn help me to appreciate the value of the ideas I had so confidently attacked in my paper. But not once did Dummett attempt to proselytize, and I left Oxford differing from him on a great many philosophical issues. In the quarter-century since, however, I’ve come to appreciate the breadth and systematicity of his philosophical work, and have striven to emulate his generosity both to his students and to those beyond the charmed circle of academic privilege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mitchell Green, University of Virginia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shouting Across the Gulf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Around 1999, I began commissioning books for a new series called “Thinking in Action,” where philosophers were invited to write short books on topics of general, public concern. I had read Dummett since I was an undergraduate, but also knew of and was deeply impressed by his long-standing political work on refugee protection, immigrant rights and anti-racism. More in hope than expectation, I wrote him a long letter asking him to consider writing a short book on the topic. To my amazement, he wrote back right away saying that this was an excellent idea and that he would begin to write immediately, which he did. I believe he finished “On Immigration and Refugees” (2001) within three or four months. It is a stunning account of the historic failures of the British government to address questions of racism and protect refugees and an elegant philosophical argument for an immigration policy broadly based on natural law that would not respect national frontiers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The book was launched with great fanfare at an event at the then newly-opened Tate Modern Museum in London and I spent the evening watching Dummett and his daughter smoke cigarettes with exactly the same mannerisms. Even the patterning spirals of their cigarette smoke seemed to echo each other.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As is well known, professional philosophers are broadly and lamentably divided into two opposed camps: analytic and Continental. It is Dummett’s conviction that the only way to reestablish communication amongst philosophers is by going back to the historical and conceptual point where those traditions divided. This is Dummett’s strategy in his hugely influential 1993 book “Origins of Analytical Philosophy.” Dummett recounts the history of analytic philosophy from Frege onwards in the laudable hope that a clearer understanding of the philosophical past will be a precondition for some sort of mutual comprehension between contemporary philosophers. He wrote:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I do not mean to pretend that one should pretend that philosophy in the two traditions is basically the same; obviously that would be ridiculous. We can re-establish communication only by going back to the point of divergence. It’s no use now shouting across the gulf. It is obvious that philosophers will never reach agreement. It is a pity, however, if they can no longer talk to one another or understand one another. It is difficult to achieve such understanding, because if you think people are on the wrong track, you may have no great desire to talk with them or to take the trouble to criticize their views. But we have reached a point at which it is as if we’re working in different subjects.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dummett was a wonderful example of how philosophers might behave towards each other and usefully engage with the public realm. His death is a massive loss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simon Critchley, The New School for Social Research&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proofs of Frustration&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the early 1990s, soon after I started working as philosophy editor for Oxford University Press, I received a phone call. After a pause that I came to recognize as a familiar beginning to our conversations, I heard “This is Michael Dummett, [I sat up straight] I’m in the John Radcliffe.” He was phoning to tell me that an evening of frustration in front of the proofs for “The Seas of Language” had left him in such a bad way that he had been obliged to go to hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortunately the crisis had passed and my fears of having precipitated the demise of the Wykeham Professor were dispelled. He was phoning not in bad humor, and not really for the sake of complaining, I felt, but because it amused him to inform me courteously that O.U.P.’s work had had such a pernicious effect on him.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peter Momtchiloff, Senior Commissioning Editor, Oxford University Press&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversations, Continued&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exciting and absorbing as his lectures were, I remember Michael best in one-to-one conversations (often lasting hours) and in small discussion groups. Dialogue with very senior philosophers can be disappointing. Too often, the eminence slips into defending his or her position on the topic at hand, sometimes repeating arguments already advanced in print.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discussion with Michael was never like that. He would take up what you were saying, sift the various elements, and suggest how the more promising of them might be developed further. If it sometimes turned out that the development brought you to a point not so far from a thesis that he had already propounded, well, one had at least a new reason for taking that thesis seriously.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gratitude for these conversations is multiplied by the realization that talking philosophy in this wonderfully fresh way imposed a real strain, even on an intellect as powerful as Michael’s. In around 2007, he told me that he could no longer do it, although we still met up to talk about his life and about some of the many other things in which he was interested. But we still have the books. Few of these are treatises (some people find them hard-going because they try to read them as though they were). Rather, they are records of the intense philosophical conversation that, for 60 years, Michael had with himself. Through reading them, we can still join in that quite extraordinary discussion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ian Rumfitt, Birbeck College, University of London&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Philosopher’s Laugh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dummett’s stratospheric philosophical reputation and his occasional fierceness were such that one could easily forget that he had a great sense of humor and freely laughed his strange infectious laugh. I had just finished telling him a joke about self-knowledge, at which he had chuckled, when he said that he knew one of the same kind. “A prominent politician is running for election and goes to visit a nursing home to campaign,” he began. “He is standing in the middle of the garden and the residents are passing him by without so much as a hello. Finally, he loses his patience and shouts at the next elderly lady who walks by: ‘Do you know who I am!?’ And she replies, ‘No, dear, but if you ask Matron over there, she’ll tell you.’” And then came that rolling laughter that slowly built — ha, haha, hahaha — until his body shook and his eyes became glistening slits.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexander George, Amherst College &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sermon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As a senior in college, I read parts of Dummett’s “Frege: Philosophy of Language” for a term paper on Frege. I was blown away by it and started reading everything by Dummett I could find. It got so bad that I went to Oxford in 1985, as a Marshall Scholar, specifically to study with Dummett. It took me a semester’s worth of begging to get him to take me on, but it was worth it for an hour or two a week, every week, with Michael in his room in Saville House.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael had a great sense of humor, and what I most remember about him will always be his laugh. Michael was a big man, and when he laughed he put his whole self into it. But what I most admired about him were the integrity and determination he exhibited both in his academic life and in his public life. He believed fiercely in what is true and right, and he strove to instill similar values in his students.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael spoke at the annual graduate dinner at New College in 1987. As port and cigars were passed, Michael rose to speak about the ivory tower, urging us not to forget our obligations to the commu­nity outside the university. As he talked about the need for continued vehemence in battling racism, someone laughed. They weren’t paying attention. But the thought that some­one would be so rude would not have occurred to Michael, and his demeanor changed immedi­ately. He said something like, “If you are going to laugh at that, I need to give a different address,” and he launched into an animated sermon on racism that would have been worthy of the greatest of preachers. I was in tears by the end of it, and I was not the only one.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Heck, Brown University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lesson of Truth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“What we call ‘culture’ is not submitted to a truth criterion, but no great culture may be based on a wrong relationship to truth.” This saying attributed to Robert Musil might work as a motto for the life’s work of Sir Michael Dummett, one of the greatest philosophers of the 20th century. Should I point out the most precious contribution among the many he gave to contemporary philosophy, I would mention his anti-skeptical arguments, as embedded in his general theory of meaning and truth. Dummett did not content himself with proving that any issue in metaphysics can be reduced to some assumptions on one’s logics and truth theory, a result which by itself could justify a life of philosophical research. He made it clear that if there is no agreement on the conditions under which we would recognize a statement as true, then that statement simply does not express any definite thought. If the cultural relativist persuaded most people to cease taking the truth claim of their assertions seriously, then “curse upon us worse than that which God called down on the builders of Babel; rather than our speaking different languages, not to be speaking a genuine language at all.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;How grateful I was to my Oxford supervisor for throwing such a clear light on the recurrent puzzlement I used to suffer about the hermeneutic, Derridean narratives which any Italian student had to fill her pads with in those days. How grateful I am still, in this dark time of Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberta De Monticelli, San Raffaele University, Milan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Role of Logic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I met Michael Dummett only a couple of times — one of which was when he examined my doctorate. When I asked him whether he would examine it, I explained that it was a piece of work that fell down the crack between mathematics and philosophy. “I inhabit the crack,” he replied.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is clear that Dummett was one of the most important — perhaps the most important — British philosopher of the last half century. His work on the philosophy of language and metaphysics, inspired by themes in intuitionist logic, was truly groundbreaking. He took intuitionism from a somewhat esoteric doctrine in the philosophy of mathematics to a mainstream philosophical position.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perhaps his greatest achievement, as far as I am concerned, was to demonstrate beyond doubt the intellectual respectability of a fully-fledged philosophical position based on a contemporary heterodox logic. Philosophers in the United Kingdom, even if they do not subscribe to Dummett’s views, no longer doubt the possibility of this. Dummett had an influence in Australia, too. It was quieter there than in the U.K., but the relevant philosophical lesson was amplified by logicians who endorsed heterodox logics of a different stripe (for which, I think, Dummett had little sympathy). The result has been much the same.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the United States, though, Dummett had virtually no significant impact. Indeed, I am continually surprised how conservative philosophy in the United States is with regard to heterodox logics. It is still awaiting a Dummett to awaken it from its dogmatic logical slumbers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graham Priest, City University of New York Graduate Center, and the University of Melbourne (Australia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Shortage of Problems&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wittgenstein once complained that Russell suffered from “loss of problems.” No one could say that about Michael Dummett. He identified new problems, and they were always deep. His treatment of the justification of deduction initiated discussions continuing to this day. Depth and intensity were also present in his philosophical conversation. He devoted the same energy to discussion with students as he did to his public engagements with his famous contemporaries Quine and Davidson. He was unstinting with his time. I sometimes appeared at his home expecting an hour’s supervision session, stayed for lunch, talked philosophy while Michael drove his wife to the station, and returned for more, leaving only at dusk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;His well-intentioned advice could be formidable. He told me, as a 22 year-old, at the start of a series of supervisions on Frege, on whose work he was then the world expert: “I know the literature, and I’ll assume you’ve read it too: so just write new stuff for me each week.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The gap between Michael’s theory and his practical life was a reliable source of pleasure to his friends. He published original contributions to the theory of voting; yet he designed a system for a Wardenship election in Oxford that permitted — and produced — massive tactical voting. He published a book on writing style in philosophy, an enterprise described by one philosopher as comparable to Attila the Hun producing a book on etiquette. But his anti-racism work, and efforts on behalf of immigrants, was effective and much admired.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I visited Michael in Oxford four years ago, and he told me that he had written his last piece of philosophy. I took the opportunity to say he should be pleased about what he had written in his life. He replied, “Yes, I certainly am!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christopher Peacocke, Columbia University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Matter of Insight&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I first met Michael Dummett in 1979, when he was at the height of his influence and philosophical power. In seminars and discussions in Oxford, the central question was how to respond to his attacks on the notion of objectivity. When I finally wrote something he did like, defending the notion of an “objective past” against his attacks, he said, “This is exactly the kind of response I was trying to provoke!’” He was never pushing a paradoxical view for its own sake. He was following the argument where it led. The whole point was always to achieve a deeper understanding of our relation to our world by giving an analysis of the phenomena of meaning and truth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the last lectures I heard him give, Dummett criticized the natural idea, on which his attacks on objectivity had been based, that understanding a language is simply a matter of being able to use it correctly. In these lectures he said someone who understands language uses it with some sense of “what they are about” in using it. An ordinary speaker of a language has some “oversight” of the language, some insight into what they are doing with it. The really hard problem is to explain what that “insight” is. It can’t be a matter merely of knowing definitions, because definitions give out somewhere. It can’t be a matter simply of using the language correctly, because it’s a matter of having insight into what one is doing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dummett was a warm, cheerful, passionate philosopher who believed deeply in the importance of philosophical questions. His laughter held real amusement, warmth and a touch of irascibility. I will miss it very much.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Campbell, University of California at Berkeley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Guide Lost&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sir Michael was not only one of the most important philosophers of our times, but his interests in a variety of cultural issues and civil rights movements made him an exceptional personality. Other than logic, philosophy of language and mathematics, and the history of analytic philosophy, he was interested in the game of Tarot and its history iconography; voting procedures that would guarantee democratic representation; and together with his wife Ann, he critically studied British legislation in matters of immigration and refugees and actively engaged in the fight against racism. Sir Michael was a profoundly religious person and found it hard to understand the preconceived hostility of many Italian intellectuals towards the Catholic Church. He greatly loved Italy, and all of those who have had the fortune of having personally known Sir Michael feel deprived today of an irreplaceable intellectual guide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eva Picardi, University of Bologna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Through the Smoke, a Clearing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I was drawn into philosophy by the works of Kant, Hegel, and Husserl. In these authors, the big questions are very much at the forefront. Soon after, I discovered Gottlob Frege’s seminal essay, “Uber Sinn und Bedeutung.” It had an immediate effect on me. Yet it was not obvious how Frege’s crisp and lucid arguments about logic and language connected to the big questions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I began to worry that it was difficult to make progress on the questions I was interested in with the tools one finds in these authors. Just then, in 1987, I happened upon Michael Dummett’s book, “Origins of Analytical Philosophy” (which had just appeared in German). The book connected some of the philosophy I was reading to Frege, and explained how Frege’s arguments related to idealism and skepticism. I immediately went out and purchased Dummett’s, “Frege: Philosophy of Language.” From it, I learned that there might be a clear path through the smoke. If the realism/anti-realism dispute depends on what the best logic and semantics for language, then there is a clear path to resolving a big question. Dummett’s ability to connect resolutions of big questions with tractable details inspired a passion for the subject that has yet to cool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My first job, in 1995, was as a stipendiary lecturer in Oxford, a position in the Oxford academic hierarchy just a bit lower than assistant janitor. Dummett was nevertheless extremely generous with his time. Some people kiss up and kick down; Dummett was someone who kicked up and kissed down. As it has been noted, Dummett smoked constantly. At the time, I smoked as well, but trying to match him cigarette for cigarette would invariably make my brain quite foggy. Dummett’s brain, by contrast, was never foggy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Many years later, I found myself sitting in the New College Senior Common Room after lunch discussing the meaning of the word “if” with another philosopher. Dummett was huddled over a newspaper elsewhere in the room. I remarked how odd it was to think that the word “if” could have radically different meanings on different occasions of use, for example one meaning in a sentence like “If Oswald didn’t kill Kennedy, someone else did,” and another meaning in a sentence like “If Oswald hadn’t of killed Kennedy, someone else would have.” From a cloud of tobacco smoke halfway across the room, Dummett piped up, “I wonder if you really think that.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jason Stanley, Rutgers University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Fundamental Questions&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I met Michael Dummett only a few times in my life, and quite late in my philosophical career; although I had admired him for many years before, stretching back to my undergraduate beginnings in philosophy. It was the late 70’s, when Donald Davidson’s philosophy of language was ascendant, and truth conditional theories of meaning were constantly being discussed. One could feel the buzz around these new ideas and I was keen to understand them. I read everything I thought might help and that’s when I discovered Dummett’s brilliant essay “What is a Theory of Meaning?” Suddenly a whole world of powerful ideas was opened up to me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Strange, maybe, that a philosopher as demanding as Dummett should appeal to a beginner. But his work engaged me then for the same reason it continues to engage so many practiced philosophers today: it addresses fundamental questions. What is the connection between meaning and truth? How exactly can one construct a theory of meaning without first saying what it is for a speaker to understand a language? What is the relation between language and our knowledge of language? He pushed these questions further than anyone else, taking nothing for granted; showing that even fundamental assumptions could be questioned, thus reminding his interlocutors that deeper explanations are needed. It is this exploratory characteristic trait of Dummett’s philosophy, rather than any single body of doctrine that made him a philosopher’s philosopher. Starting from an initially simple question, Dummett would weave an increasingly intricate discussion of the fundamental nature of reality, truth, the past, meaning and understanding, logic and language.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;After undergraduate days, there were two books I had to have: “Frege: Philosophy of Language” and “Truth and Other Enigmas,” later joined by a third, “The Interpretation of Frege’s Philosophy.” These three massive works by Dummett challenged us, changed what we thought, left us important questions that still need to be tackled. More than most he taught us what it is to do philosophy at its best. It’s a great loss but through all those who continue to respond to the challenges he posed, he left us a great legacy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barry C. Smith, School of Advanced Study, University of London&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Truth Outside the Box&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Are there truths that are hidden from us, doomed to forever await a discovery that never happens? Or must every truth be, at least in principle, recognizably so? Must every statement be either true or false? Or should we refrain from thinking that we can always sort the world so neatly?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;These are dizzying questions — questions that compel us to think about the very essence of meaning, of logic, and ultimately, about the nature of truth itself. They were also Michael Dummett’s questions, questions which, through the power of his thought and insight, he compelled many of us — and certainly myself — to think about as well.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Of course, I didn’t always agree with Dummett’s own answers. But ever since first reading his seminal essay “Truth” I’ve always felt an exhilarating sense of kinship with him about the importance of the questions. Reflection on the nature of truth — reflection on what it consists in, as Dummett would have said — is of fundamental philosophical importance. You’d think that for philosophers, this would be obvious. But it is a lesson that, surprisingly, many philosophers who work on truth for a living tend to ignore or repudiate. Many philosophers desire that the world be simple, with straight lines and tidy boxes. Dummett knew better; many philosophical knots are due to the messy entanglement of logic and truth. His work stands in wise testimony to this fact.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael P. Lynch, University of Connecticut&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It Was All in the Cards&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Dummett possessed a rare philosophical virtue that we might describe, in Renaissance fashion, as curiositas subtilitate compensata: curiosity compensated by exactitude. He wrote about what interested him, and he penetrated to his subject’s core, without any of that common philosophical ambition to make all of his sundry interests fit together in a single system.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dummett is best known among philosophers for his interpretation and expansion of Frege’s work in the philosophy of language and mathematics, yet if you are a connoisseur of card games it is more likely that you will have come across his name as the author of books on the history of the tarot game. This side of his work, while of no obvious philosophical interest (in the way we conceive the discipline today anyway), I believe reveals something important about Dummett’s intellectual character, and something not irrelevant to our understanding of his contributions in philosophy proper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In his 1980 book, “The Game of Tarot,” Dummett painstakingly traced the origins of the game, as well as its unique deck, back to the 15th century in northern Italy. A decidedly secondary thesis of the work was that the occult significances of the various cards were a much later calque, added by a certain Antoine Court de Gébelin in the late 18th century. It was at this point that what had hitherto been a straightforward game became laden with pseudo-Egyptian and Kabbalistic mystification, and the cards took on a new role as the centerpiece of dark divinations. In a subsequent review, Frances Yates, the great intellectual historian, attempted to defend the purported occult origins of the game. Dummett replied with a truly masterful display of the sort of rigorous curiosity which I have suggested was one of his principal intellectual virtues. He argued against Yates that occult origins need not be invoked where simpler explanations are available. But only a rigorous iconographic history could reveal what those simpler explanations might be, and only someone with a truly rare endowment of curiosity could produce such a history.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justin E.H. Smith, Concordia University&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;An Inspiration, and a Neighbor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oxford in the late 1970’s and early 80’s was a very special place for philosophy. Philosophers were not just writing the books we were all reading, but they were to be found as heads of Oxford Colleges and even as vice chancellor of the university.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Philosophy was exciting and one wanted to be a part of it. There were visiting philosophers like Donald Davidson and Saul Kripke spending time in Oxford, seminars by young talents such as John McDowell and Gareth Evans, and lectures by the likes of Peter Strawson and J.L. Mackie,. Pre-eminent among these was Michael Dummett, newly elected Wykeham Professor of Logic. He taught only graduates — and the best worked with him. And he gave seminars to a packed seminar room in Merton Street. We all wanted to understand anti-realism and Michael held the intellectual key. We listened to him debate anti-realism with Davidson, and anti-anti realism with John McDowell. That Michael was a passionate campaigner (along with his wife Ann) for race relations only made him more admirable in our young eyes. He was an intellectual with his feet on the ground and his heart in the right place. And then we learned that he not only played Tarot, but wrote a history of the game. (Some of us formed groups and tried to learn the game from his book.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some years after arriving in Oxford I became a colleague, and then a neighbor. As colleagues we met regularly as members of the Tuesday Group (originally called the Freddie group after its founder, Freddie Ayer). Long after his retirement Michael attended regularly, and was a formidable contributor to discussions. As a neighbor he was a regular at residents’ events — be it welcoming new neighbors, or celebrating the millennium. Ann and Michael were full of stories of Park Town and its inhabitants. Park Town is where he raised his family, and he was as much a part of Park Town life as he was of university life. Over a cup of tea he would tell a story or make an observation — followed by his infectious giggle. Michael once explained that he made a telephone call only to be put through to the answering machine. He observed: “They call it an answering machine but it’s not. You can ask it questions, but it won’t give you any answers.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One day when my daughter was about 7 or 8 I let her walk to the shops on her own with a friend who lived on the street. On the way home she and her friend got into an “argument” about some topic or other. They came home to report that Michael Dummett had been walking behind them, and interrupted to put them straight on a point — if only she could remember what it was! It seems such a short time ago that Michael could be seen shuffling down the street of Park Town to church, to New College for lunch, or just to buy a pack of cigarettes. He is a figure I shall very much miss in both my home and my working lives.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anita Avramides, St Hilda’s College, Oxford&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Purity&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I met Michael Dummett at Columbia University in 1970, when I was a third-year graduate student, and had taken upon myself some of the donkey-work for the Philosophy Colloquium. He presented “Wang’s Paradox,” named for a version of the Sorites due to Hao Wang. Michael linked it to: strict finitism; issues in the phenomenology of experience; and the connections between truth and assertion. All of this in a prose so plain, clear and forceful that you felt you could take it in at a glance, and at the same time probe its depths for hours together.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My good friend Jim Fessenden was then living with Gillian Rose, who had known Michael in Oxford (Gillian went on to a distinguished career of her own). They invited me and Michael to a small dinner in their apartment. I remember talking at length with Michael on whether a combination in chess could be beautiful in the strictest sense of that term (I said it could). Later I realized that he was really probing what I thought and why, with a suggestion here and there that brought me new understanding; in short, he was teaching me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My subsequent interactions with Michael over the years, in Oxford and elsewhere, were various and memorable. Among these his remarks as commentator on my paper presented to the Philosophical Society in 1990, and the subsequent general discussion, stand out. Above all, he exemplified for me that purity of philosophical commitment and character to which I hoped to aspire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Higginbotham, University of Southern California&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: NY Times&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7515477772610480845?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7515477772610480845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/remembering-michael-dummett-grande.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7515477772610480845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7515477772610480845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/remembering-michael-dummett-grande.html' title='Remembering Michael Dummett, grande filósofo e importante intelectual católico'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3404401280578417529</id><published>2012-01-04T14:30:00.004-07:00</published><updated>2012-01-04T15:01:50.447-07:00</updated><title type='text'>A hora da xepa...</title><content type='html'>Com os bancos obrigados a recapitalizarem para atender as novas regras da zona do euro e a crescente dificuldade em  levantar o volume necessário, era inevitável uma versão muito peculiar da hora da xepa e, como era de se esperar, um banco italiano é o primeiro a oferecer desconto na subscrição  do aumento de capital de 7.5 bilhões de euros: 43%.  É o primeiro, e dificilmente será o único a  usar esta estratégia... a  feira promete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o ruido continua: emprestimo de 15bi de euros do "marginal lending facility". Ainda é um misterio, mas não ficaria surpreso  se a  origem for problemas de bancos da terra do Asterix, não relacionado, como observa o FT, a  liquidez, mas ao fechamentos de negócios. Esta me  parece ser a  melhor explicação, em que pese a dificuldade deles em levantar capital, liquidez não pode ser a causa, haja vista, os emprestimos do BCE a juros de mãe. Por falar nele, o volume depositado no BCE continua a bater record: 453bi de euros... O interbancário continua anemico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto no Reino de Espanha, o governo aproveita  a crise para enquadrar as regiões autonomas e torna-las ainda mais dependentes de Madrid. Não é nenhum segredo  o velho sonho,  da direita espanhola, de reconstruir o centralismo do passado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3404401280578417529?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3404401280578417529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/hora-da-xepa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3404401280578417529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3404401280578417529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/hora-da-xepa.html' title='A hora da xepa...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5418048756154344264</id><published>2012-01-03T08:33:00.003-07:00</published><updated>2012-01-03T09:05:49.540-07:00</updated><title type='text'>Zona do euro</title><content type='html'>A zona continua sendo uma caixinha de surpresas. A mais recente vem da Espanha, com o aviso que o déficit que era 6% do PIB, corrigido para 8%, poderá ficar acima deste valor. Culpa dos socialistas, argumenta o novo governo. Pode ser, mas me parece ser os primeiros sinais do impacto da crise sobre as finanças do Reino de Espanha que, alias, deverá ficar muito pior, antes de melhorar. Este, no entanto, parece ser o preço a ser pago para agradar aos compradores dos soberanos espanhois a um valor sustentável. Para ganhar credibilidade é necessário ficar a beira do abismo segurando uma pedra pesada com as duas mãos. O problema é que  esta estratégia nem sempre  produz o resultado esperado, e o mergulho no abismo torna-se inevitável. Não me parece, ainda, ser o caso da Espanha, mas tão pouco deve-se descarta-lo de antemão. É bom lembrar que a situação é bem melhor que a da Italia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais ruidos no mercado bancário da zona do euro:  o empréstimo de 14.8 bilhões  de euros da "marginal lending facility", do BCE,  com taxa de juros de 1.75% ,na segunta-feira a noite. Pode não ser nada  mas, também, pode indicar que, apesar da linha de emprestimo generosa, há bancos em serias dificuldades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5418048756154344264?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5418048756154344264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/zona-do-euro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5418048756154344264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5418048756154344264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/zona-do-euro.html' title='Zona do euro'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-4350717370798798418</id><published>2012-01-02T11:39:00.004-07:00</published><updated>2012-01-02T12:07:01.783-07:00</updated><title type='text'>Otimista...</title><content type='html'>O aparelho do marxismo talebã deve estar inconsolável: o ano terminou sem a implosão da zona do euro e muito menos do capitalismo, que apesar de ferido, resiste bravamente. Ah! já sei, não resistirá a este ano. Oh dear!!!!! há quanto tempo ouço este mesmo conto de fadas.  O mesmo, alias, vale para a economia brasileira: cade a crise do setor externo?  A indústria patina, é verdade, mas devido a conhecida falta de investimento em capital humano e o foco no curto prazo. Não, não estou negando o papel do câmbio, apenas colocando-o no seu devido lugar de coadjuvante.  Este ano não será uma Brastemp, mas tão pouco uma tragêdia grega. Ainda acho que a inflação  é um perigo que não deve ser menosprezado, mas não será impedimento para a queda da taxa de juros, já que  a tese crescimento com alguma inflação  parece ter sido adotada pela atual administração. É obvio que não acredito que a queda do preços das commodities será forte o suficiente para manter a inflação no nível desejado e tão pouco na implosão da zona do euro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-4350717370798798418?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/4350717370798798418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/o-capitalismo-ainda-e-aquele.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4350717370798798418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4350717370798798418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/o-capitalismo-ainda-e-aquele.html' title='Otimista...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3661807966125896759</id><published>2012-01-01T08:29:00.000-07:00</published><updated>2012-01-01T08:30:08.495-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eDr3u5MF2HQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/eDr3u5MF2HQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3661807966125896759?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3661807966125896759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3661807966125896759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3661807966125896759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2012/01/blog-post.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5834752141028940552</id><published>2011-12-31T05:00:00.001-07:00</published><updated>2011-12-31T05:00:29.321-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yb-JhV7sDNQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Yb-JhV7sDNQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5834752141028940552?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5834752141028940552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_31.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5834752141028940552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5834752141028940552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_31.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5125755846555013475</id><published>2011-12-30T09:18:00.003-07:00</published><updated>2011-12-30T10:00:33.988-07:00</updated><title type='text'>Feliz 2012</title><content type='html'>A capacidade da mídia do grande bananão em transformar uma boa noticia em tragêdia nacional é inacreditável. Este é o caso da   informação que o Brasil ultrapassou a Inglaterra , ocupando a posição de sexta economia do mundo. Para uma país que ate pouco tempo atrás estava enredado em luta inglória contra a hiper-inflação,  esta noticia, juntamente, com outras ao longo do ano, o empréstimo ao FMI, por exemplo, é sim, motivo de felicidade para qualquer brasileiro. Sabemos  da fragilidade da posição , mas é preciso reconhecer, como faz o Mendonça de Barros, em artigo no jornal da ditabranda desta sexta-feira, que quando comparado com  o nosso vizinho e eterno rival, a Argentina, a situação melhorou muito . Esta é comparação é  importante, porque como ele recorda, para alguns membros do atual governo e  a oposição de esquerda, a Argentina é o modelo a seguir, ou pelo menos era, ate há pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há muito a ser feito, mas o grande bananão, tem condições de, finalmente,  enfrentar os seus graves problemas sociais e construir um país prospero e socialmente mais justo.  Para tanto não é necessário, como argumenta o marxismo talebã em seus aparelhos,  destruir o sistema capitalista e construir um sistema alternativo. Muito pelo contrário, o sucesso brasileiro é prova que a combinação de economia de mercado com intervenção moderada do Estado é ainda a melhor receita para o sucesso econômico e pré-requisito para a criação de uma economia social de mercado vibrante.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio para aqueles, que como este blogueiro, acreditam na viabilidade da dobradinha economia de mercado e justiça social, é  reduzir a influência do marxismo talebã na grande feira de idéias, chamada Universidade. E isto não  é nada fácil , já que eles tem o pessímo habito de transformar o espaço que dominam em aparelho e são avesso ao debate de idéias, fundado em argumentos, preferindo recorrer  a política do medo e do assédio para eternizar sua nefasta influência. Mas, como alguém já disse: tudo que é solido desmancha no ar....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5125755846555013475?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5125755846555013475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/feliz-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5125755846555013475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5125755846555013475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/feliz-2012.html' title='Feliz 2012'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-534968684203435671</id><published>2011-12-29T06:20:00.005-07:00</published><updated>2011-12-31T12:44:13.316-07:00</updated><title type='text'>Balança mas não cai...</title><content type='html'>Fim de ano não é exatamente igual aos demais dias do ano e por isto é necessário certo cuidado ao analisar o comportamento na zona do euro. Esta pode ser uma das explicações para deixar 452 bi de euros no BCE, a juros de 0,25% a.a.  A outra  é que ele simplesmente espelha a total falta de confiança no mercado interbancário. Que ela é um fato, sabemos ser o caso, porém,  a sua dimensão parece ser muito maior do que se imaginava e isto, se verdadeiro,  não é um bom sinal e significa que  a escassez de crédito, principalmente para pequenas e médias empresas, deverá continuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esperado , o yield dos títulos de prazo inferior a 3 anos, estão em queda, como atesta o retorno cobrado, na quarta-feira, pelo título italiano de 6 meses, 3.25%, metade do cobrado em novembro, 6.5%. O yieid do título de dois anos, 4.85%, também ficou abaixo do cobrado no mês passado, 7,81%.  Nesta quinta feira,  o titulo com vencimento em 2014 foi colocado a 5.62%, em novembro  pagava 7.89%; com vencimento em 2022, 6.98%, contra 7.56% mês passado.  Nenhuma surpresa no retorno dos títulos de curto e nos de longo prazo e confirma nossa hipotese sobre o impacto do empréstismo do BCE sobre o yield: forte sobre os títulos com vencimento abaixo de 3 anos e fraco sobre os de longo prazo. No caso deste último, não me parece que  será o suficiente para derruba-lo para um nível  sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nota negativa nos leilões, foi a demanda menor que a oferta para os soberanos italianos de longo prazo. É realmente preocupante, se lembrarmos que a italia deverá rolar um volume significativo em janeiro. Mas, é sempre bom frisar, o mercado realmente somente volta a sua normalidade em janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-534968684203435671?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/534968684203435671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/balanca-mas-nao-cai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/534968684203435671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/534968684203435671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/balanca-mas-nao-cai.html' title='Balança mas não cai...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2875296276158581981</id><published>2011-12-28T05:19:00.003-07:00</published><updated>2011-12-28T05:45:49.050-07:00</updated><title type='text'>Capitalism is dead; long live capitalism</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O  título do editorial do FT, "Capitalism is dead; long live capitalism",  descreve com perfeição a situação atual do capitalismo. Não morro de amores pelos dois citados no artigo, Reagan e a Dama de Ferro, muito pelo contrário: neles as imperfeições do capitalismo ganharam a força que não lhe é inata, tão pouco benefica. O leitor deste blog, já deve ter percebido que sou favorável ao capitalismo com face humana, que se apresenta em dois modelos: economia social de mercado e social democracia. Os dois tem aspectos positivos e negativos, e o ideal seria combina-los em um terceiro modelo. A receita do  marxismo talebã - que ainda fascina os estudantes que lutam contra a injustiça social -   foi um fracasso retumbante e produziu somente miseria , opressão política, cultural e religiosa, para citar algumas. Que ainda tenha alguma respeitabilidade intelectual é prova da miseria intelectual no grande bananão, e não do brilhantismo intelectual dos aparelhos do marxismo talebã. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The market economy is the most successful mechanism for creating prosperity humanity knows. Allied to modern science, it has done more than transform the world economy; it has transformed the world. For the first time in history, the world’s principal states rely on the market economy to develop their economies. Almost as important, they rely on a global market economy. Contemporary states are destined to co-operate with one another if they are to prosper.&lt;br /&gt;Yet the market economy is not as unchangeable as the laws of the Medes and the Persians in the book of Daniel. It is successful not because it stays the same, but because it does not. The driving force is the desire of all human beings to work for the betterment of themselves and their families. The mechanism is the equally natural search for a better deal. But institutional settings and relationships with political institutions have always been open to change. This very adaptability has ensured the survival of market economies.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Two centuries ago there was no limited liability, no personal bankruptcy, little central banking, no environmental regulation and no unemployment insurance. All these changes occurred in response to economic or political pressures. All brought with them new solutions and new challenges. At a time of ongoing financial shocks, this need for adaptation has not ended. On the contrary, it is as important as ever.&lt;br /&gt;What, then, are the challenges that matter today? The libertarian movement in the US, whose standard-bearer is Ron Paul, is clear about the answer: abolish nearly all of these policy innovations and go back, as far as possible, to the capitalism of the late 19th century. Outside the US this current of opinion holds little sway. Even inside the US, it is merely a component of the Republican coalition. It is more than a mere curiosity – but it is not going to shape the future.&lt;br /&gt;More relevant is asking how far the resurgent capitalism that emerged in the 1980s, under the leadership of Ronald Reagan in the US and Margaret Thatcher in the UK, now needs to be reformed. The answer is that it must be, for it has proved not just unstable, but, in important respects, unjust. The result has not only been a devastating crisis, but also a sense that the achievement of extraordinary wealth may not reflect exceptional merit. In societies that rely on consent, this is politically corrosive.&lt;br /&gt;At the heart of the renewed debate are three issues: finance, corporate governance, and taxation. These are the questions raised by the “occupy” movements, which, for all their intellectual incoherence, have altered the terms of the political debate.&lt;br /&gt;The financial sector grew too big, partly because risks were misunderstood and partly because it was encouraged by policymakers to expand. It will need to be better constrained in future, partly by ensuring the risks it creates are internalised. Again, corporate management has too often rigged executive compensation in its own interests, rather than that of shareholders. Finally, a plethora of incentives have allowed many of the most successful people to escape taxation. In all these respects, the modern economy needs reform, to become both fairer and more efficient.&lt;br /&gt;Beyond such reforms, the debate over macroeconomic stabilisation that goes back to the 1930s has been renewed. In the years up to the crisis, the broad consensus was that a monetary policy targeted at inflation was enough. This view has been exploded. After the extended period of desperate improvisation now under way, a new synthesis will be required, one that takes proper account of asset prices, leverage and the role of central banks as lenders of last resort.&lt;br /&gt;Capitalism will endure, by changing. That is the lesson of the past. It is just as relevant today.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Editorial do Financial Times&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2875296276158581981?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2875296276158581981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/capitalism-is-dead-long-live-capitalism.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2875296276158581981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2875296276158581981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/capitalism-is-dead-long-live-capitalism.html' title='Capitalism is dead; long live capitalism'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8032660425971129882</id><published>2011-12-27T07:29:00.002-07:00</published><updated>2011-12-27T07:37:36.351-07:00</updated><title type='text'>The case for moral capitalism</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Proposta interessante e fiel ao pensamento de Keynes que, infelizmente, nos aparelhos do marxismo talebã,  é totalmente deturpado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'To convert the business man into the profiteer is to strike a blow at capitalism … The business man is only tolerable so long as his gains can be held to bear some relation to what, roughly and in some sense, his activities have contributed to society."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Can we create a morally acceptable form of capitalism; and if so, what would it look like? Faced with a decade of hardship apparently caused by the greed of a few, people are asking whether bankers are no more than profiteers, and whether inequality has risen too far. Even the former US treasury secretary, Lawrence Summers, and former head of the CBI Richard Lambert, have said we need to do better on inequality.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The quote above, however, comes not from anyone today but from John Maynard Keynes, in 1923, during the postwar turmoil in the financial markets. There was hyperinflation in Germany, a collapse of the Mark, chaos on the foreign exchanges as prices had gone up and down, and violent fluctuations in employment.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Like many of those who turned to communism and fascism, Keynes had strong moral objections to capitalism – but he consistently repudiated socialism, communism, and fascism, for he believed that capitalism was essential both to create high standards of living and to guarantee personal liberty. In effect he sought a capitalist revolution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For Keynes, the sustainability of capitalism was not only a technical question but a moral question – because if capitalism is to survive, people have to believe it is a system worth supporting. His priority was to eliminate unemployment. It was also a moral priority to design an international monetary system that would reduce the chances of capitalism descending into chaos again. And to do that, economists had to grapple with difficult technical details, but their motivation was a vision of a better capitalism.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We face the same challenge today – to develop a morally acceptable form of capitalism. As Keynes feared might happen, much business is now seen as no more than profiteering. Many people object to the bonus culture of the banking system because they don't believe those bonuses are earned. We have also learned that inequality not only undermines the legitimacy of capitalism (that was Keynes's concern) but it has corrosive effects: unequal societies are unhappier, less healthy, and have more crime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We cannot wind the clock back, but we should not be afraid to look to the past for ideas. It is hard to make a clear distinction between profiteering and legitimate business activity and yet, throughout history, there have always been limits on what can be bought and sold in the market. Perhaps the boundaries between legal and illegal activities need to be reconsidered; perhaps derivatives need to be better regulated – or simply banned from banks' portfolios. Creating a more stable banking system so that banks do not need bailouts would help maintain high employment and tackle inequality.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We can also look abroad. A decade ago it was common to look to Scandinavia or Germany and to compare their institutions with ours. Now "Anglo-Saxon" capitalism has lost its shine, perhaps we should reconsider whether we can learn, for instance, from Germany, with its system of industrial democracy and a banking system geared up to support industry, or try to find out why the gap between rich and poor is much narrower in most of Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One reason for the problems we face today is that we have stopped seeing taxes as an essential institution in a capitalist economy for if taxes could be raised, especially on those who can most afford to pay them, public services would not have to be cut. We should see taxes as an integral part of a moral capitalist economy, providing health, education and social care outside the market. People should not be afraid to join Warren Buffett in saying the rich should pay more tax. The "Tobin tax" on financial transactions should not be seen as a way to raise funds for the euro, but as a tax that could help stabilise the financial system and as a "Robin Hood" tax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Such changes need to be analysed carefully, for technical details do matter, but they need to be on the agenda: if we are to save capitalism, as we must if we want prosperity and liberty, we must face up to its moral failings. Unless we do this, we will be unable to imagine a better future, let alone work out how to achieve it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roger Backhouse and Bradley Bateman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Guardian&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8032660425971129882?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8032660425971129882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/case-for-moral-capitalism.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8032660425971129882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8032660425971129882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/case-for-moral-capitalism.html' title='The case for moral capitalism'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2931621807903650272</id><published>2011-12-26T09:37:00.004-07:00</published><updated>2011-12-26T09:45:55.732-07:00</updated><title type='text'>A desconhecida  Idade Média</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;É um período importante da historia ocidental e sujeito, ainda, há visões equivocadas e preconceitos. Felizmente, aos poucos, esta mudando...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2011, Harvard University Press celebrated the hundredth anniversary of the Loeb Classical Library, the renowned series that presents accessible editions of ancient texts with English translations on the facing page. The covers of the Loebs—red for Latin literature, green for Greek—have become iconic, and generations of students and readers have found them the ideal way to access our classical heritage. In 2001, the press (HUP) launched a new series on the Loeb model, the I Tatti Renaissance Library, featuring Latin and vernacular texts from the fourteenth century and after. But between the latest Loeb—the works of the Venerable Bede, the English chronicler who lived in the seventh century C.E.—and the earliest I Tatti volume, there was a seven-century gap, representing an era of European history that is all too easily neglected: the Middle Ages.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The very term “Middle Ages,” in fact, implies that the period is significant merely as an interruption, or at best a transition, between the vital culture of the Greco-Roman world and the “rebirth” of that culture in the Renaissance. When the Middle Ages do come up in popular discourse, the terms are almost never complimentary. Last year, for instance, Cogan University Professor Stephen Greenblatt published his widely acclaimed book The Swerve, which tells the story of the Italian Renaissance’s rediscovery of the Roman poet Lucretius (see “Swerves,”  July-August 2011, page 8). Central to Greenblatt’s argument is the idea that the Renaissance represented a long-overdue return to reason and sanity after the long religious delirium of the Middle Ages, a time of “societies of flagellants and periodic bursts of mass hysteria.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clearly, the Dumbarton Oaks Medieval Library (DOML) has its work cut out for it. Launched last year by HUP under the general editorship of Porter professor of Medieval Latin Jan Ziolkowski, DOML gives the Loeb treatment to classic texts from the Middle Ages, aiming to fill the gap between the ancient world and the Renaissance—both on the library shelves and, if possible, in the minds of students and readers (see “A Renaissance for Medieval Classics,”  November-December 2010, page 64). “For reasons both economic and cultural,” Ziolkowski writes, “the variety and distinction of the Latin literature written in the Middle Ages have yet to receive the recognition they merit….[M]y dream is that this series of publications will help to improve the situation by furnishing prospective readers with both well-known classics and lesser-known mysteries and masterpieces.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If the Loebs have been around for a hundred times as long as DOML, that seems a fair reflection of the importance of classical versus medieval literature in our culture. This may be especially true for American readers. After all, American civilization never had a medieval period: our country is a product of the eighteenth century, the Enlightenment era, when the reputation of the Middle Ages and everything they stood for was at its lowest ebb. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;True, the United States has no direct inheritance from the classical world, either—but thanks to the Founding Fathers, we are in many ways Romans by adoption. When the Founders made the American Revolution and framed the Constitution, they had the Roman Republic in mind—just look at the way the Federalist Papers constantly refer to Roman history. And Washington, D.C., is a showcase of neo-Roman architecture; not for nothing is our government run from the Capitol, named for Rome’s Capitoline Hill. Gothic and Romanesque buildings are much thinner on the ground.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The great literary scholar Ernst Robert Curtius reflected on this absence in his 1948 magnum opus, European Literature and the Latin Middle Ages. “What strikes me most is this: The American mind might go back to Puritanism or to William Penn, but it lacked that which preceded them; it lacked the Middle Ages,” Curtius wrote. “It was in the position of a man who has never known his mother.” Yet he saw this lack as an opportunity for American scholarship. “The American conquest of the Middle Ages,” he observed, “has something of that romantic glamor and of that deep sentimental urge which we might expect in a man who should set out to find his lost mother.” That “conquest” began, in his view, with the “cult of Dante” that sprang up among the New England poets of the nineteenth century, above all Henry Wadsworth Longfellow, who translated the Divine Comedy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOML can be seen as the latest stage in the American conquest of the Middle Ages, offering the best introduction the general reader has ever had to the “mother” of Western Christian civilization. So far, the series has published 11 volumes, all in Latin or Anglo-Saxon; future books will include works in Byzantine Greek and other European vernaculars. Reading these books reveals both the truth and the limitations of the familiar stereotype that sees the Middle Ages as a time stunted by religious ignorance. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is true that religion is omnipresent in these texts: they reveal a civilization completely permeated by Christian belief and practice, a faith that could be both sublimely ardent and cruelly intolerant. At the same time, DOML shows how medieval Christianity remained in a fertile tension with other strands of European culture: the pagan inheritance of the Teutonic world and the polytheism of Greece and Rome. The combination of these worldviews produced some strange syntheses—pagan, erotic poetry written by priests, Biblical stories retold as Homeric epics. After exploring these volumes, the Middle Ages are sure to strike the reader as more familiarly human, and more exotically remote, than ever before. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler o resto do artigo &lt;a href="http://harvardmagazine.com/2012/01/mysteries-and-masterpieces"&gt;clique&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2931621807903650272?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2931621807903650272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/desconhecida-idade-media.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2931621807903650272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2931621807903650272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/desconhecida-idade-media.html' title='A desconhecida  Idade Média'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-68595266397360423</id><published>2011-12-24T03:51:00.000-07:00</published><updated>2011-12-24T03:52:44.052-07:00</updated><title type='text'>FELIZ NATAL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-rpS9z-xgRL0/TvWu7dXdelI/AAAAAAAAANM/x5QRX0w2oCw/s1600/405085_2640444344723_1663988281_2440207_1188566656_n-1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-rpS9z-xgRL0/TvWu7dXdelI/AAAAAAAAANM/x5QRX0w2oCw/s400/405085_2640444344723_1663988281_2440207_1188566656_n-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5689646040771033682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-68595266397360423?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/68595266397360423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/68595266397360423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/68595266397360423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html' title='FELIZ NATAL'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rpS9z-xgRL0/TvWu7dXdelI/AAAAAAAAANM/x5QRX0w2oCw/s72-c/405085_2640444344723_1663988281_2440207_1188566656_n-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2050519051860393794</id><published>2011-12-23T07:51:00.004-07:00</published><updated>2011-12-23T08:50:10.481-07:00</updated><title type='text'>Quantitative easing na zona do euro</title><content type='html'>O yeild do soberano italiano de 10 anos continua em ascensão, 6.9% ,bem abaixo do record alcançado em 9 de novembro, 7.48%, mais muito acima do nivel sustentável. Esta tendencia altista, depois da aprovação de medidas duras pelo parlamento italiano e  "quantitative easing(QE)" pelo porta de serviço, parece confirmar nosso avaliação que o impacto, deste último, deverá ser, no melhor cenário, sobre o yeild dos titulos de maturidade inferior ao prazo de pagamento do emprestimo do BCE, devido ao conhecido carry trade. Se realmente comprovado, já que ainda não é possivel ter uma clara noção do impacto, recolocaria em discussão a questão do  "quantitative  easing" pela porta da frente que, sabemos, é tema proibido no mundo germanico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista do Smaghi, membro demissionário do "executie board"do BCE - ao que consta devido a pressões dos franceses - é uma indicação que o "QE" para a zona do euro já foi discutido e, também, que, aparentemente, há forte argumento jurídico  contra  a sua implementação.  Ele tem uma posição pragmática em relação ao QE: no caso de risco de deflação, na zona do  euro, deveria  ser implementado.  Ele não é  o único demissionário, o representante alemão lhe faz companhia e poderá criar um ambiente mais favorável a medidas criativas para resolver a crise da zona do euro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Janeiro é um mês critico, já que a Italia deverá rolar um volume bem significativo da sua divida soberana e para evitar surpresas, provavelmente deverá colocar dívidas de prazo menor na primeira quinzena de janeiro, aproveitando a queda dos yeilds dos títulos de curto prazo, sem, contudo, alterar a maturidade da sua divida, que atualmente é, em media, de 7 anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2050519051860393794?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2050519051860393794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/quantitative-easing-na-zona-do-euro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2050519051860393794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2050519051860393794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/quantitative-easing-na-zona-do-euro.html' title='Quantitative easing na zona do euro'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8194477294079767913</id><published>2011-12-22T09:17:00.003-07:00</published><updated>2011-12-22T09:46:31.228-07:00</updated><title type='text'>Há luz no fim do tunel....</title><content type='html'>Como mencionado no post de ontem, o carry trade é uma tentação irresistível e explica a queda nos yields dos títulos de curto prazo e aumento nos dos títulos de 10 anos.  O yield no espanhol de dois anos é 3.6%, o italiano paga 5.1%, como o empréstimo do BCE deverá ser pago em 3 anos , com juros de  apenas 1%, é um ótimo negócio pegar o empréstimo e comprar os títulos com vencimento inferior ao pagamento do empréstimo. É exatamente isto que está acontecendo. Com isto vários problemas dos bancos - dificuldades com o títulos próprios que vencem em 2012, recapitalização, entre outros - no curto prazo,  deixam de existir.  E com eles, diminui, também o risco do "credit crunch", o que não implica, necessariamente, em maior disposição para empréstimos, apenas menor fragilidade dos bancos. Não é pouca coisa e este era, aparentemente, o objetivo da ação do BCE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não resolve, no entanto, o problema de médio e longo prazo dos países da periferia do euro, Italia por ex, que depende de reformas visando ganhos de produtividade e retomada do crescimento econômico, assim como uma gestão com credibilidade da política fiscal. É um erro imaginar, que o "quantitative easing"disfarçado , teria sido possível sem a última cúpula européia. A ancora fiscal ainda é fundamental para manter a credibilidade do BCE, sem a qual seu raio de manobra torna-se ainda mais limitado. O aporte de recursos ao FMI, ficou abaixo do prometido( como esperado), porém é um valor apreciável e longe de ser um sinal negativo, como argumentam alguns analistas de primeira viagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mencionado ontem, Irlanda e Espanha, são os que mais ganham, devido  origem do  problema estar no setor bancário. Já  na Italia a origem  é outra, mas felizmente a maturidade de sua dívida é, em média, 7 anos, ela poderá, no entanto, colocar divida de prazo menor, se o yeilds for interessante, mas sem alterar, no entanto a maturidade média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho a ser trilhado ainda é longo , mas há um claro norte, que deverá ficar ainda melhor com a nova rodada de empréstimo em fevereiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8194477294079767913?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8194477294079767913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/ha-luz-no-fim-do-tunel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8194477294079767913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8194477294079767913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/ha-luz-no-fim-do-tunel.html' title='Há luz no fim do tunel....'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6222351017369194038</id><published>2011-12-21T13:29:00.004-07:00</published><updated>2011-12-22T09:17:06.055-07:00</updated><title type='text'>No caminho....</title><content type='html'>O valor, 489 bilhões de euros e o número de bancos, mais de 500, é  resultado da pressão do ECB sobre  todos os Bancos, em particular os sem problemas, para evitar  que  o uso  do empréstimo de 3 anos, com juros de 1% e garantia de qualidade duvidosa, fosse interpretado como sinal de fragilidade  de quem o solicitasse. É o tipo de informação que sempre acaba vazando para o mercado e a única alternativa é simplesmente colocar todos no mesmo barco.  Estratégia semelhante foi colocada em pratica nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obvio que há varios bancos em dificuldades de cobrir a própria dívida, 600 bilhões de euros, com vencimento em 2012, precisando de capitalização urgente  entre outros problemas.  Há, por outro lado, soberanos pagando um ótimo retorno, dai ser irresistível  a conhecida  carry trade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esperança de alguns, caso do Sarkozy, é que este volume de recursos seja usado, principalmente,  para comprar títulos  de  médio e longo prazo de países da periferia da  zona do euro. Não sou tão otimista, mas me parece que no pior cenário evita a venda de títulos que ainda estão na carteira dos bancos,  o processo de desalavancagem  e  o "credit crunch", que, convenhamos, no estado atual da zona de euro, não deixa de ser muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este empréstimo a juros e condições de mãe - ou seria de avó? -  é uma forma muito criativa de  "quantitative easing"  pela porta de serviço  deixa ainda mais nebulosa a sua diferença com a proibida monetização da divida pública da zona do euro. Tema controverso, sem dúvida, mas que no presente cenário da zona do euro, esta longe de ser relevante, já que não há outra alternativa, mas que poderá desagradar os alemães, eternamente preocupados com a inflação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ajudar os bancos, naturalmente ajuda os países que se encontram em serias dificuldades devido a fragilidade de seus bancos como é o caso da Irlanda e Espanha. A Italia, também, deverá ser beneficiada, mas o impacto devera ser bem menor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, no Imperio, continua a batalha sobre medidas necessárias para tornar ainda mais anemica a recuperação da economia american. A estupidez dos republicamos parece ser ilimitada e isto faz toda a diferença quando se compara com o cenario europeu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6222351017369194038?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6222351017369194038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/no-caminho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6222351017369194038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6222351017369194038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/no-caminho.html' title='No caminho....'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1439905563990740559</id><published>2011-12-20T07:36:00.002-07:00</published><updated>2011-12-20T07:42:16.661-07:00</updated><title type='text'>O mundo em 2012 segundo Roubini</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Famoso pelo pessimismo, ele é bom na análise, mas infelizmente raramente apresenta propostas para resolver os problemas que diagnostica em exagerado clima de fim de mundo.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For the last three years the world’s biggest economies - the US, eurozone and China - have been living up to the infuriating euphemism so beloved of policymakers: ”kicking the can down the road”. They have been avoiding the tough decisions that are required to address their fundamental economic, financial and fiscal problems.&lt;br /&gt;The US has postponed its fiscal consolidation and avoided the other structural reforms - investments in infrastructure, education and skills and changes to energy policy - that are required to restore its potential growth rate. The eurozone has been in denial of the fact that some of its member states are insolvent, as well as unable to survive and grow in a monetary union.  China has persisted in its weak currency, to support its export and investment-led growth model where savings are too high and consumption too low.&lt;br /&gt;In all cases political constraints - the approaching elections in the US and leadership transition in China at the end of 2012, and the inability of the eurozone’s 17 governments and coalitions to coordinate policies coherently while staggered elections and changes of government take place – have led leaders to avoid the short-term pain and political costs of tough decisions that will yield benefits only over the medium term. &lt;br /&gt;It will become clear in 2012 that this game of “kicking the can down the road” is a zero-sum game. When domestic demand is weak, and either deleveraging or structural constraints are holding back private and public consumption, every country would rather have a weak currency to restore growth by boosting net exports. But if one currency is weaker another needs to be stronger; and if one country’s trade balance is improved another is worsened. So currency tensions can lead to currency wars and eventually to trade wars. &lt;br /&gt;So in 2012, the combination of market pressures and conflicting political constraints will make it more difficult to kick the can down the road. A few eurozone members may need to coercively restructure their debts and even consider exiting the currency union. A slowdown in China’s growth may come close to being a hard landing. Markets in the US may become more concerned about the political gridlock that stops policymakers taking the necessary actions and maintains the unsustainable US twin deficits. &lt;br /&gt;If the world’s biggest economies continue to play the same game and try to kick the cans further down the road for another year, the cans will become bigger and heavier and eventually hit a brick wall. By 2013 at the latest, but possibly already in 2012, a perfect storm of a double-dip recession in the US, a disorderly scenario in the eurozone and a hard landing in China could materialise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1439905563990740559?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1439905563990740559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/o-mundo-em-2012-segundo-roubini.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1439905563990740559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1439905563990740559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/o-mundo-em-2012-segundo-roubini.html' title='O mundo em 2012 segundo Roubini'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2736096898327257370</id><published>2011-12-19T12:29:00.004-07:00</published><updated>2011-12-19T12:58:00.743-07:00</updated><title type='text'>Ao mestre com carinho...</title><content type='html'>Como bebemos na mesma fonte, a Doutrina Social da Igreja, gosto de pensar  que  não há tanta diferença entre o que tento, sem muito talento, articular  e  a visão de economia e política econômica do meu velho mestre. Coisa de discipulo, diria, alguns. Me parece correto. Com ele aprendi muito e  ainda continuo a aprender.   Dito isto,  sou obrigado  a reconhecer que ele foi infeliz na construção a seguir:&lt;br /&gt; "Assim como os conservadores atribuem a culpa da pobreza e da exclusão aos pobres, os neoliberais estão agora atribuindo a desindustrialização aos empresários.".  De fato a primeira afirmação "os conservadores...aos pobres"  é verdadeira, mas a segunda não me parece ser.  A pobreza, seguramente, não pode ser imputada aos pobres; mas  a desindustrialização é, em grande parte, culpa da falta de perspectiva de longo prazo dos empresários do grande bananão, preocupados que estavam( estão?) em explorar ao máximo os trabalhadores e pouco atentos a questão da produtividade. Comportamento este, explicado, pela manutenção por um período bem superior ao necessário, da politica de substituição de importações(PSI). Não estou criticando a PSI, apenas lembrando que sua longevidade foi nefasta ao país. Portanto, o processo de desindustrialização é o resultado da miopia do empresário ou do habito de sempre recorrer, com sucesso, ao Estado para defender seus interesses, mesmo, quando claramente, em oposição aos interesses da maioria da população. A variável externa está longe de ser o elemento determinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao colocar no mesmo paragrafo  pobreza e desindustrialização, sutilmente é sugerido que são equivalentes o que  é um absurdo e moralmente um insulto, não muito diferente da visão conservadora objeto da critica. O pobre merece mais respeito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2736096898327257370?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2736096898327257370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/ao-mestre-com-carinho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2736096898327257370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2736096898327257370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/ao-mestre-com-carinho.html' title='Ao mestre com carinho...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7523745515934694945</id><published>2011-12-18T07:42:00.000-07:00</published><updated>2011-12-18T07:43:07.101-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tfh6bbnC-K8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tfh6bbnC-K8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7523745515934694945?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7523745515934694945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_18.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7523745515934694945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7523745515934694945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_18.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-9033055069236812825</id><published>2011-12-16T10:03:00.002-07:00</published><updated>2011-12-16T10:20:56.057-07:00</updated><title type='text'>Alvin Plantinga</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Nem só de leituras de economia, deveria viver o economista. Este pobre blogueiro, tenta, sem muito sucesso, manter a sanidade, na companhia da filosofia e, mais recentemente, da teologia. Não é nada fácil ser católico, em um mundo cada vez mais hostil a religião, felizmente há , no mundo de lingua inglesa , excelente produção intelectual, como é o caso do calvinista Alvin Plantinga.  Há, também, produção de  qualidade  em outras linguas, mas infelizmente, o numero de publicações fica a desejar. Confesso, que prefiro ler trabalhos na linha analitica, pouco praticada fora do circuito anglo-americano. Para aqueles habituados a  produção da europa continental - ainda a força dominante no grande bananão -é uma leitura arida e dificil, mas, diria, que vale o investimento.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There are no atheists in foxholes, the old saying goes. Back in the 1950s, when the philosopher Alvin Plantinga was getting his start, there were scarcely more religious believers in academic philosophy departments.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Growing up among Dutch Calvinist immigrants in the Midwest, Mr. Plantinga was used to intense theological debate. But when he arrived at Harvard as an undergraduate, he was startled to find equal intensity marshaled in favor of the argument that God didn’t exist, when classmates and teachers found the question worth arguing about.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Had he not transferred to Calvin College, the Christian Reformed liberal arts college in Grand Rapids, Mich., where his father taught psychology, Mr. Plantinga wrote in a 1993 essay, he doubted that he “would have remained a Christian at all; certainly Christianity or theism would not have been the focal point of my adult intellectual life.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But he did return, and the larger world of philosophy has been quite different as a result. From Calvin, and later from the University of Notre Dame, Mr. Plantinga has led a movement of unapologetically Christian philosophers who, if they haven’t succeeded in persuading their still overwhelmingly unbelieving colleagues, have at least made theism philosophically respectable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“There are vastly more Christian philosophers and vastly more visible or assertive Christian philosophy now than when I left graduate school,” Mr. Plantinga said in a recent telephone interview from his home in Grand Rapids, adding, with characteristic modesty, “I have no idea how it happened.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Plantinga retired from full-time teaching last year, with more than a dozen books and a past presidency of the American Philosophical Association to his name. But he’s hardly resting on those laurels. Having made philosophy safe for theism, he’s now turning to a harder task: making theism safe for science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For too long, Mr. Plantinga contends in a new book, theists have been on the defensive, merely rebutting the charge that their beliefs are irrational. It’s time for believers in the old-fashioned creator God of the Bible to go on the offensive, he argues, and he has some sports metaphors at the ready. (Not for nothing did he spend two decades at Notre Dame.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In “Where the Conflict Really Lies: Science, Religion and Naturalism,” published last week by Oxford University Press, he unleashes a blitz of densely reasoned argument against “the touchdown twins of current academic atheism,” the zoologist Richard Dawkins and the philosopher Daniel C. Dennett, spiced up with some trash talk of his own.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Dawkins? “Dancing on the lunatic fringe,” Mr. Plantinga declares. Mr. Dennett? A reverse fundamentalist who proceeds by “inane ridicule and burlesque” rather than by careful philosophical argument.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On the telephone Mr. Plantinga was milder in tone but no less direct. “It seems to me that many naturalists, people who are super-atheists, try to co-opt science and say it supports naturalism,” he said. “I think it’s a complete mistake and ought to be pointed out.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The so-called New Atheists may claim the mantle of reason, not to mention a much wider audience, thanks to best sellers like Mr. Dawkins’s fire-breathing polemic, “The God Delusion.” But while Mr. Plantinga may favor the highly abstruse style of analytic philosophy, to him the truth of the matter is crystal clear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Theism, with its vision of an orderly universe superintended by a God who created rational-minded creatures in his own image, “is vastly more hospitable to science than naturalism,” with its random process of natural selection, he writes. “Indeed, it is theism, not naturalism, that deserves to be called ‘the scientific worldview.’ ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Plantinga readily admits that he has no proof that God exists. But he also thinks that doesn’t matter. Belief in God, he argues, is what philosophers call a basic belief: It is no more in need of proof than the belief that the past exists, or that other people have minds, or that one plus one equals two.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“You really can’t sensibly claim theistic belief is irrational without showing it isn’t true,” Mr. Plantinga said. And that, he argues, is simply beyond what science can do.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Plantinga says he accepts the scientific theory of evolution, as all Christians should. Mr. Dennett and his fellow atheists, he argues, are the ones who are misreading Darwin. Their belief that evolution rules out the existence of God — including a God who purposely created human beings through a process of guided evolution — is not a scientific claim, he writes, but “a metaphysical or theological addition.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;These are fighting words to scientific atheists, but Mr. Plantinga’s game of turnabout doesn’t stop there. He argues that atheism and even agnosticism themselves are irrational.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“I think there is such a thing as a sensus divinitatis, and in some people it doesn’t work properly,” he said, referring to the innate sense of the divine that Calvin believed all human beings possess. “So if you think of rationality as normal cognitive function, yes, there is something irrational about that kind of stance.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longtime readers of Mr. Plantinga, who was raised as a Presbyterian and who embraced the Calvinism of the Christian Reformed Church as a young man, are used to such invocations of theological concepts. And even philosophers who reject his theism say his arguments for the basic rationality of belief, laid out in books like “Warranted Christian Belief” and “God and Other Minds,” constitute an important contribution that every student of epistemology would be expected to know.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But Mr. Plantinga’s steadfast defense of the biochemist and intelligent-design advocate Michael Behe, the subject of a long chapter in the new book, is apparently another matter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“I think deep down inside he really isn’t a friend of science,” Michael Ruse, a philosopher of science at Florida State University, said of Mr. Plantinga. “I’m not objecting to him wanting to defend theism. But I think he gets his victory at the level of gelding or significantly altering modern science in unacceptable ways.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Dennett was even harsher, calling Mr. Plantinga “Exhibit A of how religious beliefs can damage or hinder or disable a philosopher,” not to mention a poor student of biology. Evolution is a random, unguided process, he said, and Mr. Plantinga’s effort to leave room for divine intervention is simply wishful thinking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“It’s just become more and more transparent that he’s an apologist more than a serious, straight-ahead philosopher,” Mr. Dennett said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When Mr. Plantinga and Mr. Dennett (who said he has not read Mr. Plantinga’s new book) faced off over these questions before a standing-room-only crowd at a 2009 meeting of the American Philosophical Association, the event prompted ardent online debate over who had landed better punches, or simply been more condescending. (A transcript of the proceedings was published last year as “Science and Religion: Are They Compatible?”)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Plantinga, who recalled the event as “polite but not cordial,” allowed that he didn’t think much of Mr. Dennett’s line of reasoning. “He didn’t want to argue,” Mr. Plantinga said. “It was more like he wanted to make assertions and tell stories.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Plantinga and Mr. Dennett do agree about one thing: Religion and science can’t just call a truce and retreat back into what the paleontologist Stephen Jay Gould called “non-overlapping magisteria,” with science laying claim to the empirical world, while leaving questions of ultimate meaning to religion. Religion, like science, makes claims about the truth, Mr. Plantinga insists, and theists need to stick up for the reasonableness of those claims, especially if they are philosophers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“To call a philosopher irrational, those are fighting words,” he said. “Being rational is a philosopher’s aim. It’s taken pretty seriously.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-9033055069236812825?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/9033055069236812825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/alvin-plantinga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9033055069236812825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9033055069236812825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/alvin-plantinga.html' title='Alvin Plantinga'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-755222149206648497</id><published>2011-12-15T13:01:00.003-07:00</published><updated>2011-12-15T13:46:11.723-07:00</updated><title type='text'>Devagar, mas andando...</title><content type='html'>Ainda mantenho a minha avaliação a respeito da última cúpula dos lideres da UE: o resultado obtido foi alem do  que esperava, e indica o caminho a seguir na formulação de medidas para  solução da crise. Não será um processo rapido, tão pouco facil, mas que deverá, no tempo e ritmo lento que caracteriza o processo decisório europeu, chegar a bom porto.  Sabe-se, agora, por ex, que a política do Reino Unido em relação projeto europeu pouco mudou, desde que foi aceito no clube e que portanto dele, pouco se pode esperar.  Não é novidade, eu sei, porém, imaginava-se que devido a gravidade do atual cenário, poder-se-ia dele esperar   maior compromisso com o projeto,  já que a europa é importante mercado para as suas exportações.   É  por isto, louvável, o status a ele oferecido de observador nas reuniões sobre o novo acordo. É uma oportunidade para se chegar a um consenso entre todos os membros do clube e, quem sabe, uma alteração no tratado.  É verdade que a decisão do Cameron recebeu forte apoio popular e que outros países que ficaram de consultar seus parlamentos antes do ok ao novo arranjo institucional, enfrentam dificuldades para conseguir o apoio necessário. No entanto, na area econômica, mais precisamente no meio empresarial, o apoio ao projeto ainda é forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um mais um lance da eterna rivalidade entre França e UK,  Noyer do Bacen frances  argumenta que os indicadores da economia britanica são  piores que os da francesa  e por isto não haveria fundamento econômico para o rebaixamento da divida francesa antes da inglesa. O ato seria mais um lance na conspiração anglo contra a França. Ele tem razão em relação aos indicadores,   porém esquece de um detalhe importante: o Banco Central britanico  pode fazer política monetária e garantir liquidez ao mercado se necessário for - como já ocorreu - através do "quantitative easing" entre outras medidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-755222149206648497?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/755222149206648497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/devagar-mas-andando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/755222149206648497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/755222149206648497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/devagar-mas-andando.html' title='Devagar, mas andando...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5209650339223830453</id><published>2011-12-14T07:36:00.005-07:00</published><updated>2011-12-14T18:31:59.391-07:00</updated><title type='text'>Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come..</title><content type='html'>A demanda pelos títulos italiano de 5 anos, superou a oferta em 1,42 vezes, mas o juro foi alto, 6.47%, superior ao valor pago em novembro, 6,29%. Já  os  juros para o alemão de 2 anos, 2.9% em média, é menor que o de novembro.  Resultados que comprovam que a  Alemanha continua sendo um porto seguro e que, apesar de tudo, ainda há mercado para os titulos italianos.  O retorno seria menor, não fosse a pessima reputação do sistema político italiano, como bem exemplificado,  pelo lamentável comportamento, hoje,  da Liga Norte. É por isto que o mercado ainda desconfia da capacidade do Monti de colocar em pratica as medidas necessárias para tirar a Italia do buraco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível argumentar, como tem sido o caso  do M. Wolf do FT, que medidas na área fiscal não é solução do problema, porem, no caso italiano elas constituem ancora importante para o novo governo. Sem ela  as demais medidas perdem credibilidade. Não é muito diferente no caso grego. Este é o drama destes países: a ancora fiscal é fundamental pra se ganhar credibilidade, porem, o preço é crescimento econômico pra lá de anemico  no curto prazo que é, politicamente desastroso, ao identifica-lo com a manutenção da moeda única. Em outras palavras, torna-se dificil convencer o eleitorado que manter o euro é a melhor opção, quando se está desempregado e sem perspectivas de alteração para melhor no futuro próximo. Sabemos que não há outra opção, mas isto não torna a rota a ser seguida mais palatavel ao eleitorado dos países atingidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5209650339223830453?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5209650339223830453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/se-correr-o-bicho-pega-se-ficar-o-bicho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5209650339223830453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5209650339223830453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/se-correr-o-bicho-pega-se-ficar-o-bicho.html' title='Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come..'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-787045409234575872</id><published>2011-12-13T07:12:00.002-07:00</published><updated>2011-12-13T07:17:42.640-07:00</updated><title type='text'>Entrevista com o Pérsio Arida</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;Gostei das propostas do Arida na entrevista ao Valor. Há muita controversia em torno delas, mas me parecem necessarias  e adequadas ao Brasil pós plano real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O senhor desenvolveu propostas para reduzir a taxa de juros, melhorar a distribuição de renda e aumentar a poupança doméstica. No que consistem essas propostas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pérsio Arida : Na minha opinião, o Brasil está pronto para algumas mudanças na intermediação financeira que trarão enormes benefícios à sociedade como um todo.&lt;br /&gt;Valor: Onde está o problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : No Brasil, há três subsistemas, por assim dizer, de aplicações financeiras e crédito que funcionam com regras diferentes do restante da economia. O primeiro, que é o menos preocupante dos três, é o formado pelos empréstimos baseados em aplicações que têm isenção de Imposto de Renda (poupança, Letras de Crédito Imobiliário, debêntures de longo prazo). O segundo é formado pelos empréstimos lastreados nos depósitos do FGTS. O terceiro é integrado por empréstimos lastreados no FAT, que, por sua vez, é alimentado por um imposto, o PIS. Nos três casos, o custo de captação de recursos é abaixo do de mercado e por consequência o crédito é oferecido abaixo do de mercado também. Isso parece ser bom, mas leva a taxas de juros mais altas do que o necessário para todo o resto da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: De que forma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : A razão é simples. O Banco Central tem que fixar a taxa básica de juros (Selic) de forma a manter a atividade econômica em níveis compatíveis com o sistema de metas para a inflação. Se a Selic deveria ser 9% ao ano, digamos, mas metade do crédito é oferecida a 7%, o Banco Central tem que fixar a Selic a 11% para fazer com que, na média, a taxa de juros seja 9% ao ano. O exemplo é apenas ilustrativo, é claro, mas mostra o óbvio: se alguém se beneficia tomando crédito abaixo do mercado, o restante da sociedade paga a conta arcando com juros mais altos. Não há mágica aqui. Se alguém está ganhando, o resto da sociedade está perdendo. O ponto de partida do que estou propondo é fazer com que todos os sistemas de crédito dirigido passem a conceder créditos a preços de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Mas isso não afetaria os negócios das empresas que tomam recursos no crédito mais barato? Isso não poderia paralisar os investimentos em curso na economia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Afetaria sim, mas menos do que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : No meu exemplo, as taxas dos setores hoje beneficiados pelo crédito dirigido iriam de 7% para 9% e não para 11% ao ano. O importante é que a sociedade como um todo ganha. De partida, cai o custo de captação do Tesouro Nacional. Parece incrível, mas é verdade - os créditos subsidiados beneficiam grupos privados, não o Tesouro. Pagando menos juros, haverá mais espaço no orçamento público para abater dívida, diminuir impostos ou investir em infraestrutura. E além do Tesouro Nacional, a proposta beneficia todos os negócios e consumidores que hoje não têm acesso ao crédito subsidiado, ou seja, a grande maioria silenciosa dos atores econômicos. A outra grande vantagem da proposta é o efeito no lado do passivo.&lt;br /&gt;Valor: Qual seria esse efeito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Veja o caso do FGTS. Como os empréstimos lastreados no FTGS são concedidos a taxas muito abaixo das do mercado, a remuneração do fundo tem que ser muito abaixo à do mercado também. Os números são eloquentes. Um real depositado em uma conta do FGTS em 1994, quando o Plano Real foi lançado, vale hoje R$ 4,12. O mesmo R$ 1,00 aplicado no CDI (Certificado de Depósito Interbancário) valeria R$ 25; líquido de impostos seria R$ 21,40. Ou seja, a rentabilidade acumulada de mercado foi mais de cinco vezes a rentabilidade do FGTS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O trabalhador é quem mais perde, então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : O que acontece é que a forma de reajuste do FGTS é uma expropriação invisível da renda dos trabalhadores. Como a contribuição do FGTS é compulsória, o trabalhador não tem defesa. Quem ganha com essa expropriação invisível são as empresas que têm acesso aos programas governamentais de crédito que repassam recursos do FGTS. Agora, se os empréstimos lastreados no FGTS fossem concedidos a taxas de mercado, os depósitos do fundo poderiam ser remunerados a taxas de mercado também. Os trabalhadores como um todo ganhariam enormemente com o que estou propondo. A distribuição de renda ficaria mais igualitária e a poupança agregada do país cresceria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: E no caso do FAT?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Antigamente havia uma forma de poupança compulsória com contas individuais, como o FGTS, que se chamava PIS-PASEP. Depois isso acabou e virou um imposto, o PIS. Esse imposto é canalizado para o FAT, um fundo de natureza contábil, que por sua vez empresta ao BNDES e a outros bancos oficiais. É uma construção cerebrina e tortuosa, mas está na Constituição. O que estou propondo é que os empréstimos lastreados nesse imposto sejam concedidos a taxas de mercado. Logo, a remuneração do FAT, que é quem concede os empréstimos, vai a taxas de mercado também. Obviamente, o FAT teria mais recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Com o FAT tendo mais recursos, o BNDES poderia emprestar mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Essa é uma discussão interessante. O que estou propondo, tudo o mais constante, aumentaria os recursos do FAT. Há três formas de usar ou consumir esses recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Quais são?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : A primeira é o BNDES emprestar mais para o setor privado, desde que, é claro, a taxas de mercado. A segunda é o BNDES tomar menos recursos emprestados do Tesouro Nacional. A grande alavancagem recente do BNDES veio do Tesouro. Isso provoca déficit público porque o Tesouro, para ficar no meu exemplo, toma recursos a 11% ao ano para emprestar ao BNDES a 7%. Se o FAT tiver mais dinheiro, o BNDES precisará tomar menos recursos emprestar recursos do Tesouro e isso reduzirá o déficit público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O senhor mencionou três alternativas. Qual é a terceira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : A terceira alternativa é diminuir a alíquota do PIS [hoje, de 1,65%, sobre a receita bruta das empresas quando não cumulativa ou 0,65% na modalidade cumulativa], que é o imposto que alimenta o FAT, de forma a manter os recursos do FAT onde estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Dos três usos, qual é o de sua preferência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Preferiria, nas circunstâncias de hoje, reduzir o déficit público ou iniciar uma desoneração fiscal reduzindo a alíquota do PIS a ampliar a atuação do BNDES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Se as mudanças propostas pelo senhor são tão vantajosas e simples, por que não foram feitas antes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Todos esses sistemas de crédito dirigido foram criados há muito tempo, bem antes do Plano Real. Acontece que o país mudou muito ao longo desses 17 anos. O crescimento do mercado de capitais e do crédito tornou o Brasil maduro para empreender essas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Por que o país estaria maduro para dar esse passo agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Para você ter uma ideia do que estou falando, o volume de debêntures privadas era uma proporção ínfima do PIB quando o Plano Real foi lançado. Já tinha atingido 10% do PIB quando [o presidente] Lula foi eleito pela primeira vez. Hoje, está beirando 22% do PIB. Idêntica evolução aparece nos volumes totais de crédito ou nos prazos dos financiamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: De que maneira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Antes do Plano Real, era tudo de curtíssimo prazo e hoje não é mais assim. Na verdade, estamos vivendo um processo de normalização dos mercados financeiros. É um dividendo, digamos assim, de longo prazo da estabilização e que nos vai ajudar a crescer por um bom tempo ainda. Mas embora ainda não tenhamos um mercado financeiro inteiramente normalizado, esses subsistemas antiquados de crédito dirigido, criados quase todos na década de 70 do século passado, precisam ser mudados justamente para acelerar a queda da taxa de juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Esses sistemas de crédito dirigido ajudaram a financiar o investimento no período de inflação crônica e depois de juros altos. A inflação caiu, mas os juros permanecem elevados. Por que esses sistemas são antiquados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Por detrás de todo o sistema de crédito dirigido há uma ideologia: a de que o governo tem capacidade de discernir as oportunidades de investimento melhor do que o livre mercado. Essa ideologia parte de uma visão limitada, tacanha do funcionamento do mercado e das limitações dos governantes. Mas, de fato, em alta inflação como tínhamos antes do Plano Real, essa ideologia tinha uma base real, digamos assim. É que, sob alta inflação, o mercado de crédito privado funcionava de modo atrofiado. Simplesmente inexistia financiamento de prazo longo. Nessa medida, havia uma falha de mercado, provocada não pelo mercado, mas pelo desajuste macroeconômico da hiperinflação. Daí, a necessidade de criar formas de poupança compulsória que lastreassem o investimento em áreas que o governo decidia que era necessário investir. Hoje, o crédito e o mercado de capitais se desenvolveram muito, como mencionei antes, e isso cria uma nova realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Mas, além de colocar o preço do crédito a níveis de mercado, o que seria necessário mudar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : A pergunta é interessante, mas, se conseguirmos fazer essas mudanças, já seria extraordinário. Estamos falando de melhorar a distribuição de renda, reduzir a taxa de juros fixada pelo Banco Central e reduzir o déficit público ou desonerar impostos. Não é pouco! Poderíamos também ir adiante e dar autonomia aos trabalhadores para escolher o perfil do investimento da sua conta no FGTS. Poderíamos rediscutir políticas de empréstimos, que setores, que finalidades, etc. Mas, se corrigirmos o erro de precificação, corrigindo a mercado o FGTS e o FAT e terminando com os subsídios no crédito, já seria ótimo. É muito comum a tentação de começar do zero, de discutir qual é o sistema ideal. Mas o Brasil tem sua história e sua Constituição. O que estou propondo é um passo que ajuda a reduzir a disfuncionalidade do sistema. E, no detalhamento, teríamos que pensar como fazer a transição do sistema atual para o novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Indo, então, para o detalhamento: hoje o FGTS é remunerado a TR + 3% ao ano e o FAT é remunerado pela TJLP (atualmente, fixada em 6% ao ano). Como ficariam esses dois fundos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Esses são números cabalísticos - 3% no FGTS, 6% na poupança, 12% no teto de juros da Constituição [limite retirado do texto constitucional em 2003]. Não têm sentido econômico algum. E a TR é um índice discricionário, pode ser redefinido facilmente. O importante é acertar o conceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: De que forma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : Uma maneira simples de implementar o que proponho é fixar a remuneração do FGTS e da TJLP de acordo com o custo de captação do Tesouro por prazo médio equivalente. O critério é objetivo, simples de implementar e já resolveria boa parte dos problemas. O conceito é fazer com que as captações compulsórias de longo prazo sejam balizadas pelas captações de longo prazo no mercado do Tesouro Nacional. Aliás, esse era o conceito original da TJLP. O LP (longo prazo) da TJLP era para enfatizar que a taxa de juros deveria refletir o custo de longo prazo do Tesouro Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O senhor mencionou a existência de "dividendos" da estabilização. A ideia é que a normalização dos mercados financeiros ajuda no crescimento. Como isso funciona na prática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : A estabilidade macroeconômica melhora a alocação de recursos porque possibilita ao sistema de preços sinalizar melhor a escassez e a abundância. Além disso, há um processo de normalização financeira. Sob alta inflação, a economia vira a economia do "overnight", os prazos de empréstimos ficam reduzidos ao mínimo, a taxa de juros fica absurdamente alta e o crédito é limitado. Tudo começou a mudar com o Plano Real, mas é um processo, não uma mudança súbita, e um processo que depende fundamentalmente de confiança. Hoje já temos as menores taxas de juros reais e os maiores índices de crédito em relação ao PIB da história recente, mas ainda estamos longe da normalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arida : O mercado de hipotecas, por exemplo, ainda está na sua infância. Era menos de 1% do PIB quando do lançamento do Plano Real, está chegando a 4% do PIB agora. Mas ainda estamos muito abaixo do Chile, para dar um exemplo aqui da América Latina, onde o mercado de hipotecas é quase 20% do PIB. O processo de normalização dos mercados financeiros é uma fonte endógena de crescimento porque, intuitivamente falando, destrava os canais de transmissão da poupança para o investimento. O crucial aqui é manter os pilares da estabilização intactos - regime de metas para a inflação, superávit fiscal e câmbio flutuante - para evitar qualquer quebra de confiança no padrão fiduciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-787045409234575872?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/787045409234575872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/entrevista-com-o-persio-arida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/787045409234575872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/787045409234575872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/entrevista-com-o-persio-arida.html' title='Entrevista com o Pérsio Arida'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-4572310840623957475</id><published>2011-12-12T15:15:00.004-07:00</published><updated>2011-12-12T20:21:52.694-07:00</updated><title type='text'>Cameron, o aloprado</title><content type='html'>Como mencionado no post de sexta,  o aloprado primeiro ministro britanico foi o grande derrotado no encontro da União Europeia. Esta não é somente a opinião deste pobre blogueiro, mas de boa parte da midia britanica, que exceto pela direita conservadora,  criticou pesadamente o ato patetico do Cameron: um estranho  veto, que no entanto, não consegue vetar a proposta dos demais 26 membros  e implica, se a tolice for mantida e seguida de outras como tentar impedir o uso das instalações da União, em adeus efetivo ao clube. E pelo jeito ele realmente quer dar adeus, afinal  depois da primeira burrice, insiste na defesa de uma segunda ao negar contribuir para o emprestimo ao FMI. Mas se  sair, coloca em risco a própria existência do Reino Unido, já que entre ele a União Europeia eles preferem o último.   Gales, ficaria, mas não por muito tempo.... Isto dá uma idéia das consequencias do ato idiota do Cameron que, alias, não o fez  pensando, somente em defender a City, já que com o veto e o isolamento a deixou em posição muito pior, mas para agradar aos 80 deputados do seu Partido e por medo de não conseguir aprovar o acordo no Parlamento Britanico. É cedo para tirar conclusões das consequencias sobre a coalizão, tudo depende do futuro da zona do euro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação do mercado ao acordo tem sido dúbia, em parte devido ao ato infantil do Cameron, que cria uma nuvem de dúvidas sobre o caminho legal a ser tomado para viabilizar o acordo intergovernamental, a manutenção, esperada, pelo menos por este blogueiro, da  revisão das notas dos países pela conhecida agência de riscos e, principalmente, porque o BCE ainda não se mostrou convencido da necessidade de atuar como emprestador de última instancia.  A quebra de braço, como previsto, continua...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-4572310840623957475?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/4572310840623957475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/cameron-o-aloprado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4572310840623957475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4572310840623957475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/cameron-o-aloprado.html' title='Cameron, o aloprado'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2042961544558628156</id><published>2011-12-11T07:15:00.001-07:00</published><updated>2011-12-11T07:15:40.706-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ypq40nJ_hmI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ypq40nJ_hmI?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2042961544558628156?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2042961544558628156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2042961544558628156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2042961544558628156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_11.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6616167658112533688</id><published>2011-12-09T13:45:00.003-07:00</published><updated>2011-12-09T14:18:46.401-07:00</updated><title type='text'>Albion se vai, sem deixar saudades...</title><content type='html'>Meu pessimismo era justificado, haja vista, o resultados dos úlimos encontros de lideres da EU. No entanto, desta vez,  foi diferente  e há, sim, avanços significativos no caminho da  convergência fiscal e política, ancoras, necessarias, para o equacionamento da crise de euro.  O aporte de 200 bi ao FMI, mais recursos para o EFSP e o novo ESM  convivendo, por um período curto de tempo, com o primeiro e o pacto fiscal, abrem caminho para, se necessário, uma maior intervenção do BCE  no mercado de títulos soberanos. Não espere, no entanto, que ele o faça  se esta não for a última bala, a famosa bala de prata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião avançou, sem dúvida, no caminho de uma solução para a crise da zona do euro,  mas o mercado, no entanto, ainda não ouviu o que esperava ouvir do Draghi e por isto a quebra de braço deverá continuar. Em outras palavras, o yield dos titulos dos países do meditarraneo  não somente poderá manter-se no mesmo patamar, ou muito pouco abaixo dele, como não está descartado, um ataque mais feroz, caso a divida soberana de um deles, receba o beijo gelado da agência de risco S&amp;P, ou seja o seu rebaixamento. O risco existe e não pode ser descartado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mencionei, ainda, o papel ridiculo do Reino Unido, porque ele era esperado e vem sendo encenado desde o inicio do projeto de integração europeia.  Lembra, um pouco, Portugal, preso ao projeto africano, no caso britanico ao passado imperial e a relação especial com o Imperio. Cameron, sem dúvida, é o grande derrotado, e ao vetar alterações no Tratado deu um grande e inesperado presente de Natal para Sarkozy: o acordo intergovernamental que a MerKel sempre viu com um plano B, mas que para o francês sempre foi o plano A, tornou-se o único a disposição dos lideres em Bruxelas. Ela não deve estar nada satisfeita com o Cameron. Ninguem, exceto Sarkozy, esta feliz com o aloprado primeiro ministro britanico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior de tudo é que ao usar o veto, Cameron, colocou-se, praticamente, fora da EU  e portanto pouco poderá fazer para defender os interesses da City, que, alias, com  a ajuda inestimavel do primo rico de WS,  desempenhou papel de destaque na genese da crise de 2008, que em 2011, ainda nos faz companhia. Alguem tem dúvida  que estamos vivendo mais uma fase desta crise?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6616167658112533688?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6616167658112533688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/albion-se-vai-sem-deixar-saudades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6616167658112533688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6616167658112533688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/albion-se-vai-sem-deixar-saudades.html' title='Albion se vai, sem deixar saudades...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1880045574059429707</id><published>2011-12-08T16:14:00.002-07:00</published><updated>2011-12-08T16:39:19.332-07:00</updated><title type='text'>Pessimista...</title><content type='html'>Justamente no dia em que o BCE, apresentou sua lista de bondades: redução na taxa de juros,  emprestimos ilimitados para os bancos da zona do euro, ampliação na lista de ativos aceitos como garantia ; saiu o resultado da útima rodada do teste de stress dos bancos.  As medidas anunciadas por Draghi, são muito bem vindas, porém, o mesmo não se pode dizer da recusa em reforçar a compra de titulos  da zona do euro, que, naturalmente, foi um grande banho de agua fria no mercado, que esfriou ainda mais com a lista de bancos com  necessidade de  capital . Verdade, seja dita: não há  nenhuma surpresa, mas existe uma grande diferença entre achar que tal ou qual banco estaria nesta situação e receber a comprovação que não era apenas um palpite infeliz, mas um fato infeliz.  O gap dos bancos alemães é de 13.1 bi de euro, sendo 5.3 do Commerzbank  e 3.2 do Deutsche; Santander  com 15bi é o que apresenta o maior gap.  É um resultado que torna ainda mais urgente, a necessidade de  sair com uma proposta decente na reunião desta sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar na reunião, ela ainda não começou, mas a troca de gentilezas e defesa do interesse  nacional, em detrimento do comum,  já aparece nos pronunciamentos  dos lideres da zona do euro. A velha Albion, como de costume, pensa primeiro em salvar o que sobrou do velho leão desdentado: a city de Londres, o que, obviamente, não deixa feliz o Sarkozy e o representante de Luxemburgo.  O clima esta pesado e por isto estou pessimista: não espero grande resultado desta reunião.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1880045574059429707?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1880045574059429707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/pessimista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1880045574059429707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1880045574059429707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/pessimista.html' title='Pessimista...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1862035988427896422</id><published>2011-12-07T17:26:00.002-07:00</published><updated>2011-12-07T17:42:04.563-07:00</updated><title type='text'>Não espere muito de sexta-feira...</title><content type='html'>Maldita lingua. Ontem mencionei que ainda faltava conhecer a opinião da Merkel e como esperado ela é contra  idéia de  manter o EFSP, quando for criado o ESM. Tão pouco aceita um acordo entre governos, requer mundança no Tratado.  Me parece correta a defesa de alterações no Tratado, porem não vejo  como possa ser incompativel com um acordo de governo para agilizar o processo dado a urgência colocada pela terrivel conjuntura na zona do euro.  Isto significa que as negociações ainda não chegaram a um bom porto e, portanto, é prudente não se esperar muito da reunião de 9 de  Dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será a reação do mercado a um novo "fracasso"?  Primeiro que não considero, um fracasso, mas apenas a velha rotina de longas e demoradas negociações que é marca registrada da EU. O ideal seria fechar um acordo na sexta, mas mesmo que isto não ocorra - como parece ser bem provável- há avanços importantes, como por ex. o pacote de medidas duras do novo governo italiano. Mas, voltando a batada quente, a reação não deve ser nada agradável, porem, já deve estar acostumado e ja estamos bem próximo do fim de ano, dai é ainda possível empurrar com a barriga para depois das festividades e fechar acordo antes do fim de janeiro, quando a Italia tem que rolar parte importante da sua divida soberana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1862035988427896422?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1862035988427896422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/nao-espere-muito-de-sexta-feira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1862035988427896422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1862035988427896422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/nao-espere-muito-de-sexta-feira.html' title='Não espere muito de sexta-feira...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1266438491844938803</id><published>2011-12-06T17:35:00.004-07:00</published><updated>2011-12-06T17:56:29.444-07:00</updated><title type='text'>Mais boas noticias...</title><content type='html'>Demorou, mas boas noticias, continuam vindo de Bruxelas. O Mecanismo Europeu de Estabilidade(ESM) que deveria ocupar o lugar do  Fundo Europeu de Establização Financeira(EFSF),  vai com ele fazer parte da muralha que esta sendo construida para defender a zona do euro, ou seja, os dois serão mantidos, sendo que o volume de recursos do  segundo será reforçado, enquanto o primeiro, com um volume nada desprezivel de recursos, será lançado para valer em julho de 2012  como parte do novo tratado da zona do euro. Com isto ele poderá, em tese,  receber empréstimos do BCE. Resta saber qual será a reação da  Merkel e do BCE a esta idéia,  defendida, como era de se esperar, pelo Sarkozy.  Com os dois, não me parece ser necessário recorrer ao BCE e tão pouco prudente, ele deve continuar a ser a bala de prata  a ser usada somente como último recurso.  Não, não mudei de posição, se o EFSF não conseguir o aporte de capital necessário e se o ESM não deslanchar, o BCE obrigatoriamente, deverá o ocupar o lugar dos dois. Ate o presente momento os dois ainda são apenas planos,  sem recursos suficientes para cumprir o papel de firewall, mas a proposta é ótima  e pode dar certo, mas tem que resolver a questão do funding. Vamos esperar ate o dia 9, mas sem dúvida, é um conjunto de boas noticias que acalma o mercado, pelo menos por enquanto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1266438491844938803?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1266438491844938803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/mais-boas-noticias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1266438491844938803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1266438491844938803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/mais-boas-noticias.html' title='Mais boas noticias...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8727297027690117965</id><published>2011-12-05T16:45:00.003-07:00</published><updated>2011-12-05T17:21:56.744-07:00</updated><title type='text'>Finalmente....</title><content type='html'>A semana decisiva, começou muito bem, depois de um longo processo de negociação  parece que Franca e  Alemanha chegaram a um acordo que será comunicado no dia 9 aos demais membros da zona do euro.  O compromisso de não impor perdas forçadas  ao setor privado é seguramente o item mais importante da proposta, já que foi o temor de grandes perdas , no caso de  de contágio, que levaram os proprietários de divida soberana a sair do mercado  e/ou exigir um  um alto retorno sobre titulos da divida de países da região do mediterraneo.  Sarkozy aceitou a revisão do tratado para fortalecer a disciplina fiscal, com sanções automaticas, sem, contudo coloca-la, como  Merkel desejava, sobre a jurisdição da Corte Europeia de Justiça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um grande avanço, que somado as fortes medidas orçamentarias anunciadas no domingo pelo Monti, produziram resultados alentadores no mercado de divida soberana, o título italiano de 10 ficou abaixo de 6% e o espanhol próximo de 5%. Porem, é bom lembrar que na Italia propor medidas, não implica necessariamente coloca-las em prática e mercado sabe disto e novas medidas  são necessárias, particularmente  explicar a origem dos recursos de um robusto Fundo Europeu de Estabilização Financeira(FEEF). Quem vai participar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanha tem reunião do BCE  que espera-se não negará sua contribuição ao esforço para salvar o barco do euro e reduzirá a taxa de juros. Assumir o papel de emprestador de ultima instância ainda deverá demorar um pouco e dependerá, fundamente, de como se sair o FEEF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto a S&amp;P tentar aprontar de novo e apresenta sua última "gracinha, como diria um velho amigo:  colocou a nota de 15 páises da zona do euro em revisão para possível rebaixamento.   Qual o impacto? Sinceramente pequeno, já que a agência de rating perdeu a reputação com a crise de 2008, mas deverá  dar folego as propostas de revisão e papel deste tipo de agência. Em outras palavras, o tiro poderá sair pela culatra...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8727297027690117965?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8727297027690117965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/finalmente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8727297027690117965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8727297027690117965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/finalmente.html' title='Finalmente....'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6710699902318982559</id><published>2011-12-04T14:39:00.001-07:00</published><updated>2011-12-04T14:39:30.084-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i-j3xITvYQY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/i-j3xITvYQY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6710699902318982559?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6710699902318982559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_04.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6710699902318982559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6710699902318982559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post_04.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8642950265045800112</id><published>2011-12-03T07:26:00.001-07:00</published><updated>2011-12-03T07:26:47.944-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OqpNWylzRDs?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OqpNWylzRDs?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8642950265045800112?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8642950265045800112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8642950265045800112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8642950265045800112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3370969891097471302</id><published>2011-12-02T06:11:00.007-07:00</published><updated>2011-12-03T07:24:16.807-07:00</updated><title type='text'>Passos de Tartaruga</title><content type='html'>O longo e difícil processo de negociação de  medidas para o equacionamento da crise da zona do euro  finalmente parece ter  atingido o consenso necessário em torno da tese da Merkel, adotada por Draghi, que a batizou de "fiscal compact",  instrumento fundamental para a recuperação da confiança dos mercados. Ele tem razão: ela requer uma ancora de longo prazo e esta é justamente a função do acordo na área fiscal. Alem dele, incluiria, segundo o FT,     um robusto  "firewall para  evitar o contágio e medidas duras a serem tomadas pelos governos dos países em dificuldades.  É o caminho correto,  mas há ainda pontos controversos, como a proposta defendida, novamente,  hoje pela Merkel de regras e sanções, juridicamente imposta pela Corte de Justiça Européia,  aos países que desrespeitarem  a disciplina fiscal, que, sabidamente, não agrada em nada ao Sarkozy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra questão ainda não resolvida é como obter os recursos para aumentar o poder de fogo do Fundo Europeu de Estabilização Financeira. A  melhor e, realisticamente,  única solução é o aporte de recursos ao FMI, através de empréstimos bilaterais dos países emergentes, principalmente China, que é quem tem condições de contribuir mais. Quando apresentado na última reunião na riviera francesa, a proposta não foi muito bem recebida pelos emergentes, que, devido ao aprofundamento da crise e impacto sobre suas economias podem estar  hoje mais receptivos a idéia, mas dificilmente abrirão mão de condiciona-la a negociação da divisão de poder no FMI. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sintese, há avanços, porem ainda há pedras no caminho e pouco tempo pra retira-las..., mas a europa caminha somente a passos de tartaruga, exceto quando  leva um forte tranco e isto me parece ser o que está ocorrendo  com o aprofundamento da crise.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3370969891097471302?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3370969891097471302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/passos-de-tartaruga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3370969891097471302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3370969891097471302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/passos-de-tartaruga.html' title='Passos de Tartaruga'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5815754367664099459</id><published>2011-12-01T07:35:00.003-07:00</published><updated>2011-12-01T08:33:55.574-07:00</updated><title type='text'>O último suspiro ou luz no fim do tunel?</title><content type='html'>Para o pessimista é apenas o  último suspiro antes da inevitável implosão da zona do euro, mas o fato é que a ação coordenada de ontem teve impacto positivo nas expectativas, como podemos inferir  do resultado do leião de titulos da Espanha e França.  O valor pago pela Espanha pelo titulo de 5 anos  foi o maior desde 2005 mas, por outro lado, a demanda  foi forte , duas vezes superior ao volume ofertado. O yields do titulo espanhol  e do frances de 10 anos estão em queda discreta, mas queda.  Tudo indica que ainda há muito jogo para ser jogado antes da prorrogação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto no Império, um aumento inesperado na solicitação de seguro desemprego, é  um banho de agua fria, nos incautos que  insistem em negar o obvio: a recuperação é anêmica e sujeita a trovões e tempestades...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5815754367664099459?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5815754367664099459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/o-ultimo-suspiro-ou-luz-no-fim-do-tunel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5815754367664099459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5815754367664099459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/12/o-ultimo-suspiro-ou-luz-no-fim-do-tunel.html' title='O último suspiro ou luz no fim do tunel?'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-4804996726410487792</id><published>2011-11-30T06:36:00.003-07:00</published><updated>2011-11-30T07:12:27.569-07:00</updated><title type='text'>Boas noticias, finalmente...</title><content type='html'>A taxa de desemprego na zona do euro  em  outubro, 10.3%,  não apresenta alteração significativa em relação a de setembro, 10.2%. Continua alta na Espanha, 22.8%,  já  na Italia, apesar de tudo, ficou em 8.5%.  Na Alemanha o mercado de trabalho continua robusto, com queda no desemprego de 5.7% em setembro para 5.5% em outubro.  Os números não surpreendem,  já que a anemia  do mercado de trabalho espanhol é bem conhecido e camuflado, no período anterior a crise, devido ao insustentável boom imobiliário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anuncio conjunto dos Banco Central dos  Estados Unidos, Reino Unido, Canada, Japão, Suiça e Zona do Euro de cortar o custo das linhas de swap em dolar é muito bem vindo e fundamental para  evitar a piora no   "liquid crunch" que ronda o mercado. Ele já é um fato, dai a necessidade do anuncio para reverter as expectativas de aprofundamento do problema. Elimina-lo, de todo, não me parece ser possível, sem a solução do problema da zona do euro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do Bacen chines de reduzir o compulsório deve ser a primeira de uma serie de iniciativas para reduzir o impacto negativo  da economia mundial sobre a economia chinesa e de quebra ajuda a desanuviar um pouco o ambiente lúgubre  das últimas semanas. Ainda se esta a beira do precipicio  e la deverá manter-se, no melhor cenário,  pelo menos ate o 9 de Dezembro. Tudo depende, como bem lembrou o criador do  BRIC,  da aceitação do velho desejo da elite política alemã de maior integração na área fiscal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-4804996726410487792?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/4804996726410487792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/boas-noticias-finalmente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4804996726410487792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4804996726410487792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/boas-noticias-finalmente.html' title='Boas noticias, finalmente...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7943815094365063488</id><published>2011-11-29T06:02:00.005-07:00</published><updated>2011-11-29T06:29:19.120-07:00</updated><title type='text'>Esperando pelo  9 de Dezembro...</title><content type='html'>Ontem a Belgica pagou caro pela emissão dos seus títulos, o cenário não foi diferente com a Italia, mas pelo  menos conseguiu  colocar o volume esperado, 7.5 bilhões de euro, yield de 7.56% no de 10 anos e astronomicos 7.89% no de 3 anos, mantendo a curva invertida  O sucesso deste leilão é importante em razão do volume que deverá emitir em janeiro de 2012, alem de sinalizar o que França e Espanha podem esperar no leilão da quinta-feira. A situação, obviamente, continua delicada, mas ainda sobre controle e com o avanço na formação do novo governo italiano, pode-se esperar novidades na reunião  do dia 9 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto-se espera pela próximo encontro, a boataria  é grande, que vai desde socorro, improvável,  do FMI a Italia, publicado no suspeito La Stampa, ate acordo entre alguns países da zona do euro para enquadrar os problemativos. O primeiro  é um velho desejo, mas que exigiria a participação dos Brics, que ate onde se sabe  não tem interesse em participar de pacote de socorros aos ricos do velho continente. Já o acordo , informal, é bem provável, já que permitiria implementar no curto prazo, o que pela via legal - alterações no Tratado - so seria possível no médio prazo. Alem do mais ele é  o único caminho para derrubar a objeção alemã  ao BCE  atuando como emprestador de última instância.   O fato é que alguma medida concreta tem que sair da  reunião do dia 9 ..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, no grande bananão, em reunião de  pesos pesados  do desenvolvimentismo,  o discurso de sempre,...,  não conseguiram debelar a inflação, mas insistem em defender medidas do velho manual com forte impacto sobre os salários. Apenas 6%, argumentam, pouco sem dúvida, para o andar de cima, muito para o de baixo, alem do mais quem garante que será apenas este valor?  Qual a credibilidade de uma linha de pensamento econômico que  não se mostrou competente para  derrubar o dragão da inflação?  O melhor caminho ainda é reclamar menos e fazer mais, ou como disse um professor meu em Oxford:  latinos americanos reclamam demais, e sempre   transferem para o outro, a responsabilidade pelos seus próprios erros. Agora é a China, quem será no futuro? Africa do Sul? Give me a break...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7943815094365063488?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7943815094365063488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/esperando-pelo-9-de-dezembro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7943815094365063488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7943815094365063488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/esperando-pelo-9-de-dezembro.html' title='Esperando pelo  9 de Dezembro...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-629442815080428314</id><published>2011-11-28T17:33:00.003-07:00</published><updated>2011-11-28T18:39:17.704-07:00</updated><title type='text'>Aperte o cinto, emoções a vista...</title><content type='html'>Mais uma semana que promete ser complicada, com leilões de 17bilhões de euros de titulos da Belgica, Italia, França e Espanha que  será  um ótimo teste para os humores do mercado. No front bancário, os bancos ainda não conseguiram colocar titulos no valor equivalente aos que vencem este ano: $413 bilhões contra  $654 bilhões esta diferença é mais areia no caminhão da contração do crédito, pessimo sinal para uma economia que caminha a passos largos para a recessão, enquanto o BCE assiste a tudo impassível a espera de acordo que permita definitivamente enquadrar os países que insistem em ignorar as regras  básicas da boa gestão na área fiscal.É muito sangue frio e como mencionado em outro post, um jogo muito arriscado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto no Imperio, a Black Friday foi um sucesso, mas não o suficiente para alterar o clima na área de varejo. Poderia ser pior,..., por falar nisto a Fitch começou a dança que poderá levar a perda dos 3A. O impacto na área econômica não é nada desprezivel  e poderia levar a outra agência a seguir pelo mesmo caminho. O impacto sobre a candidatura Obama seria grande..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-629442815080428314?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/629442815080428314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/aperte-o-cinto-emocoes-vista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/629442815080428314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/629442815080428314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/aperte-o-cinto-emocoes-vista.html' title='Aperte o cinto, emoções a vista...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7257061796730085404</id><published>2011-11-27T13:30:00.001-07:00</published><updated>2011-11-27T13:30:24.817-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/suHf_o5RQ-Q?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/suHf_o5RQ-Q?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7257061796730085404?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7257061796730085404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7257061796730085404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7257061796730085404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_27.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7109675166129165174</id><published>2011-11-26T06:39:00.000-07:00</published><updated>2011-11-26T06:44:15.769-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hdx6VU07eIQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hdx6VU07eIQ?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7109675166129165174?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7109675166129165174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7109675166129165174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7109675166129165174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_26.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3586414215733349295</id><published>2011-11-25T12:30:00.002-07:00</published><updated>2011-11-25T12:57:44.937-07:00</updated><title type='text'>Cade o Monti?</title><content type='html'>A eleição do Monti deveria ter alterado o cenário na Italia, mas, infelizmene, isto ainda não  ocorreu devido  ao simples fato que ainda não há um novo governo e, portanto,  plano detalhado, apenas generalidades.  A reação do mercado não poderia ser outra: inversão da curva dos yields que nunca é um bom sinal, apesar de não, necessariamente, levar ao fim trágico. Contudo, no atual  cenário da zona do euro é um evento preocupante e claro sinal que a paciência do mercado com a Italia  já está proximo do limite. Um outro desenvolvimento que somente aumenta a preocupação é o rebaixamento de alguns bancos italianos de médio porte pela Fitch e o da divida soberana da Belgica pela S&amp;P.  Já o yield da Alemanha voltou, como esperado,  a ser menor que o britanico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, continuam as conversas de bastidores sobre a reforma da zona do euro  visando maior coordenação na área fiscal  que, como sabemos, não é para o curto prazo, já que requer um longo processo de negociação. Especula-se que  ela seria a moeda de barganha da Merkel  na negociação sobre o eurobond, sem o primeiro ela não aceitaria o segundo.  O silêncio do Sarkozy também seria parte do acordo e permitiria ao BCE tomar a decisão que todos esperam, sem ser acusado de estar cedendo a pressões dos políticos. O que implica afirmar que o BCE não vai assumir a função de emprestador de última instância  na prorrogação, apenas na hora de bater os penaltis para definir o resultado da  partida. Jogo arriscado e que ainda não foi combinado com o mercado. Resta saber se ele vai esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário de alta ansiedade,  para virar o jogo em favor da Italia, Monti tem que conseguir a aprovação de medidas de impacto, antes, naturalmente, tem que formar um governo e formula-las... sem isto a Italia vai continuar perdendo de goleada ..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3586414215733349295?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3586414215733349295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/cade-o-monti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3586414215733349295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3586414215733349295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/cade-o-monti.html' title='Cade o Monti?'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-830359632264831544</id><published>2011-11-24T08:36:00.006-07:00</published><updated>2011-11-24T13:42:19.271-07:00</updated><title type='text'>Mais um dia de grandes emoções...</title><content type='html'>Como mencionado em outro post emoções fortes deve ser a regra  nas próximas semanas na zona do euro. Depois do "insucesso" na venda dos titulos de dez anos, mais uma humilhação para a Alemanha, o retorno deste titulo, hoje, esta abaixo do equivalente britanico: 2.30% contra 2.20%.,  mas, felizmente, a  taxa de juros dos de 6 meses é negativa, ou seja os investidores estão pagando para emprestar para os alemães.  Isto não é um pequeno detalhe e indica que ao contrário da avaliação de alguns analistas apressados a Alemanha continua sendo um porto seguro. Alias, o evento de ontem, não foi o primeiro, mas o nono neste ano  em que a meta de colocação dos titulos de 10 anos não foi alcançada. É verdade que ontem a performance foi pior, mas não foge muito da tendência ao longo do ano. Em outras palavras,  o cenário ainda não é de  contágio e crise sistêmica e somente surpreende quem não conhece o longo e complicado processo que levou a criação da moeda única. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal conhece a maior greve geral dos últimos 30 anos e recebe como prêmio o rebaixamento do seu titulo que, obviamente, não é nenhuma surpresa, haja vista, as previsões pra lá de negativas sobre sua economia nos próximos anos. Enquanto isto, em mais um encontro de lideres, desta vez Merkel, Sarkozy e Monti, sugere-se alterações no Tratado, sem mencionar quais, mas é bem conhecido o desejo alemão de incluir a punição aos países que não respeitam as regras da área fiscal , assim como sua discordância em relação a posição francesa de permitir ao BCE  cumprir a função de emprestador de última instância. Logo é mais papo para boi dormir que em nada ajuda a reduzir as incertezas na zona do euro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-830359632264831544?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/830359632264831544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/mas-um-dia-de-grandes-emocoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/830359632264831544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/830359632264831544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/mas-um-dia-de-grandes-emocoes.html' title='Mais um dia de grandes emoções...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-872252476076145223</id><published>2011-11-23T07:08:00.003-07:00</published><updated>2011-11-23T07:50:05.556-07:00</updated><title type='text'>Pimenta nos olhos dos outros não arde</title><content type='html'>Pimenta nos olhos dos outros não arde, diz o ditado, pois é..., a decepcionante venda de titulos de 10 anos da poderosa  Alemanha   poderá, quem sabe, levar a Merkel a repensar sua estrátegia de contemplar o precipicio.  Não me parece que o evento possa ser definido como  "auction failure"  ou sinal de contágio e inicio de crise sistêmica,  é necessário esperar a nova colocação de titulos, já que  o movimento alemão pode ser plenamente justificado como tática necessária em um mercado que é um verdadeiro tiroteiro na zona do euro. Mas é, no entanto, uma experiencia nova com impacto sobre a arrogância germânica e isto não deixa de ser bem vindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grande bananão, como esperado, a inflação continua em queda, o que deixa feliz o Bacen e aqueles que compraram sua análise do cenário internacional.   Em relação a última, ainda acho que o ele exagerou nas tintas: a crise não atingiu e dificilmente atingirá o cenário catastrofico por ele pintado e por isto mesmo  a preocupação com a inflação em 2012  ainda é plenamente justificada. Mantenho minha leitura: a aposta da atual administração é crescimento mesmo que o preço seja desrespeitar a meta... É uma aposta arriscada, mas em ano eleitoral tentadora demais para ser descartada...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-872252476076145223?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/872252476076145223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/pimenta-nos-olhos-dos-outros-nao-arde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/872252476076145223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/872252476076145223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/pimenta-nos-olhos-dos-outros-nao-arde.html' title='Pimenta nos olhos dos outros não arde'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7636875689543656722</id><published>2011-11-22T09:03:00.004-07:00</published><updated>2011-11-22T09:20:39.658-07:00</updated><title type='text'>O Imperio de duas cabeças...</title><content type='html'>O esperado aconteceu: a comissão bipartidaria  criada para resolver o impasse do corte de gastos americanos, não conseguiu superar o impasse que levou a sua criação, demonstrando a disfuncionalidade do sistema político americano.  2012 é ano de eleições e portanto não se espera grande avanços ou a manutenção das políticas em curso  para ajudar na  recuperação da economia americana. Sem acordo, os cortes a partir de 2013 tornam-se obrigatórios e  a probabilidades de uma nova recessão, por ora descartada, deverá voltar com força. Na opinião deste blogger o sistema político americano tem se demonstrado  ser menos racional que o da zona da euro, fato este, esquecido, por alguns analistas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na zona do euro, nenhuma grande novidade, já que os sinais de crise sistemática ainda são incipientes, não constituindo, nenhuma surpresa, também, o numero menor de interessados em titulos de alguns dos países. Longe, no entanto, de crise de iliquidez ou de insolvência, inclusive na Espanha e Italia. A idéia de crise  de insolvência no  terceiro maior mercado de titulos do mundo, o italiano, não pode, naturalmente, ser descartada,mas é improvável, haja vista, as consequencia de tal evento para  a economia mundial. Merkel continua contemplando o precipicio e ate pensando em nele se jogar com um paraquedas, mas o suicidio esta, por enquanto, descartado, afinal ninguem gostaria de voltar a temas antigos e cruzar o Reno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7636875689543656722?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7636875689543656722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/o-imperio-de-duas-cabecas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7636875689543656722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7636875689543656722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/o-imperio-de-duas-cabecas.html' title='O Imperio de duas cabeças...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-9051015311965949085</id><published>2011-11-21T08:45:00.000-07:00</published><updated>2011-11-21T08:46:23.983-07:00</updated><title type='text'>Bresser Pereira e a crise do euro...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;Interessante artigo do Bresser Pereira sobre a crise da zona do euro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O euro ainda pode ser salvo? Esta pergunta faz sentido porque há muitos analistas apressando-se a anunciar que o euro falhou e está condenado a desaparecer. Hoje está claro que o euro foi uma ideia arriscada, que afinal apresentou mais problemas do que soluções, mas é cedo para dizer que fracassou. Toda a questão nestes tempos anormais em que afligem a zona do euro está em saber se os europeus continuarão a ter uma "moeda estrangeira" como é hoje o euro ou a transformarão em uma moeda nacional europeia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O erro fundamental do euro é o de ser uma moeda estrangeira -uma moeda que os países da zona do euro não têm o poder soberano de emitir. Ao adotar o euro, os países renunciaram à sua soberania, porque um requisito fundamental dela sempre foi a capacidade do Estado-nação de emitir dinheiro quando não tem alternativa para pagar suas dívidas. O exercício desse poder implica risco de inflação mas, no caso do euro, esse risco é pequeno. Certamente menor do que o custo que estão incorrendo os países europeus com esta crise.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na última semana, em uma conferência internacional, o título de minha apresentação foi "No foreign finance, please", porque sei que nada foi pior para um país do que se endividar em moeda estrangeira. Em vez de promover o investimento e o desenvolvimento, o endividamento promove a apreciação cambial, o aumento do consumo, a fragilidade financeira e a crise do balanço de pagamentos. Os países em desenvolvimento se endividaram em moeda estrangeira por populismo cambial e porque equivocadamente acreditavam que deveriam "crescer com poupança externa". Já os países europeus se endividaram voluntariamente em moeda estrangeira -em moeda que o país não tem a soberania de emitir. Um perfeito contrassenso apoiado na suposta autorregulação dos mercados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas os europeus ainda podem tornar o euro uma moeda nacional europeia. Para isto, é necessário que o Banco Central Europeu (BCE) faça o que estão fazendo os bancos centrais dos Estados Unidos e do Reino Unido e emita dinheiro para comprar os título dos países-membros. No caso da zona euro, compre até que sua taxa de juros atinja um nível normal -momento em que a crise estará terminada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isso implicará, como contrapartida, uma substancial diminuição da autonomia do país de incorrer em deficit fiscais, e em um severo monitoramento do endividamento privado que se reflete em conta corrente negativa dos países devedores dentro da zona.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os alemães se opõem a esta monetização da dívida; têm medo de estimular a irresponsabilidade fiscal. Mas economistas alemães aprovaram a proposta que o BCE compre a dívida dos países até 60% do PIB, porque sabem qual o custo para seu país do colapso do euro: quase dois terços das exportações da Alemanha são realizadas para a zona do euro. Por enquanto, o Norte da Europa aproveitou o euro para exportar e investir, enquanto que o Sul, para importar e consumir. Ou essa síndrome perversa é corrigida pelo colapso do euro e a depreciação da moeda dos países devedores, ou é resolvida tornando o euro uma verdadeira moeda nacional europeia do Estado-multinação europeu em formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: FSP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-9051015311965949085?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/9051015311965949085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/bresser-pereira-e-crise-do-euro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9051015311965949085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9051015311965949085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/bresser-pereira-e-crise-do-euro.html' title='Bresser Pereira e a crise do euro...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7208553250578821900</id><published>2011-11-20T07:38:00.001-07:00</published><updated>2011-11-20T07:38:46.490-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PPKOIBbfK_w?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PPKOIBbfK_w?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7208553250578821900?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7208553250578821900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7208553250578821900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7208553250578821900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_20.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7674603426101366056</id><published>2011-11-19T07:15:00.000-07:00</published><updated>2011-11-19T07:16:12.544-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BCVnuEWXQcg?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BCVnuEWXQcg?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7674603426101366056?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7674603426101366056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_19.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7674603426101366056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7674603426101366056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_19.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1645521534734046032</id><published>2011-11-18T10:41:00.004-07:00</published><updated>2011-11-18T11:13:03.302-07:00</updated><title type='text'>Mais uma semana para recordar...</title><content type='html'>A semana termina como começou, com os yields da Italia(6.67%) e Espanha(6.76%) bem acima do nível sustentável e raspando, em alguns momentos, o nivel psicológico, 7%.  So para ilustrar porque está  bem acima do aceitável, recordo que o da Alemanha é  1.99%.  Aparentemente o número de compradores de titulos da periferia europeia continua sendo ridicularmente pequeno, exceto pelo ECB. Durante a semana países do chamado norte europeu também foram surpreendidos com aumentos em seus yields, o que poderá leva-los a repensar o apoio cego ao governo alemão e sua tática de ceder somente quando resvalando no precipicio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Draghi, o novo manda chuva do ECB, para não incomodar Merkel e demonstrar que, apesar de italiano, não tem a Italia no coração,  continua firme em sua oposição  a tranformação do ECB em emprestador  de  última instância, para não colocar em risco a reputação que herdou do BC alemão. Curioso, muito curioso, já que não me  parece que ele a tenha perdido quando perdeu a quebra de braço  com o primeiro ministro alemão no processo de unificação da Alemanha. Para aqueles sem memória,  havia divergência em relação a taxa de câmbio a ser usada na conversão da moeda da alemanha oriental e somente restou  a quem o presidia pedir as contas já que, afinal, em uma democracia a última palavra é sempre a do representante eleito, ou seja a do primeiro ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolice achar que o mercado tudo pode, diante do poder do Estado. O problema é que nem sempre ele é usado corretamente, porem quando o é, nunca demonstrou ser tão frágil quando se imagina à esquerda do espectro político.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1645521534734046032?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1645521534734046032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/mais-uma-semana-para-recordar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1645521534734046032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1645521534734046032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/mais-uma-semana-para-recordar.html' title='Mais uma semana para recordar...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-117301001128501103</id><published>2011-11-17T06:37:00.003-07:00</published><updated>2011-11-17T06:42:07.346-07:00</updated><title type='text'>Alemanha e a zona do euro</title><content type='html'>Mais um ótimo artigo do Wolf sobre a zona do euro e a responsabilidade da Alemanha sobre o desenrolara da crise....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante das notícias de turbulências nas províncias, a região do euro decidiu enviar novos governadores. No lugar do impertinente George Papandreou, a Grécia agora tem Lucas Papademos, ex-vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE). Em vez do incontrolável Silvio Berlusconi, a Itália agora tem Mario Monti, ex-chefe de políticas de concorrência da Comissão Europeia. A Europa está empossando esses novos governadores em países-membros que descenderam ao status de clientes. Será que isso vai funcionar? Não sem uma dose gigantesca de apoio proveniente centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em jogo hoje não é apenas a estabilidade da economia europeia - talvez mundial -, mas a sobrevivência dos mais importantes esforços para unir a Europa desde a queda do Império Romano do Ocidente há 1.535 anos. Como destaca Walter Scheidel, da Stanford University, em um ensaio fascinante: "Há dois mil anos, talvez metade de todas as espécies estivesse sob o controle de apenas duas potências, os impérios romano e Han"*. Ambos desmoronaram. O império chinês, no entanto, foi restabelecido e ampliado repetidamente, enquanto o império romano foi dividido irreparavelmente. O sonho de reunificação, entretanto, nunca morreu. Esteve visível nas invocações de papas e "sacros imperadores romanos". Continuou na figura das águias de Napoleão. Hoje, é a inspiração entalhada na União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança do centro de gravidade econômica para o norte também é antiga. Então, quando Angela Merkel, da Alemanha, primeira-ministra do Estado mais poderoso da Europa, convoca a "Europa a desenvolver uma 'união política' para sustentar o euro e ajudar o continente a emergir de seu 'momento mais difícil desde a Segunda Guerra Mundial'", eu a levo muito a sério. Também tenho poucas dúvidas de que a maioria das empresas e da elite política alemã acredita que a sobrevivência do euro e de uma Europa unida interessa ao país. A questão é se estão preparados para pagar o preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos séculos após a queda de Roma, a Europa tornou-se uma Babel. Unir tal diversidade é uma tarefa assombrosa. As políticas são locais, não europeias, assim como os políticos. Isso poderia não importar muito se as decisões tomadas na esfera europeia fossem de pouca importância. As políticas fiscais e monetárias ou a regulamentação do mercado de trabalho, no entanto, fazem parte da essência das políticas democráticas. Quanto maior a divergência dentro da região do euro, maiores as pressões. Infelizmente, as divergências na competitividade, antes da crise, e no preço do crédito, depois dela, mostraram-se extremas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha interpretação das ações de Merkel é que a estratégia consiste em ceder "só o suficiente, só no último momento". Dessa forma, ela pode ter esperança de que a população alemã mudará de opinião e concordará em mais ações. Dessa forma, ela também pode ter esperança de que os países periféricos da região do euro entrem na linha. Ela não permitirá que a situação fique ruim a ponto de a região do euro desmoronar; mas ela não dará tanto dinheiro para que os infratores afrouxem seus esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só o suficiente, só no último momento, vem sendo muito pouco e muito tarde. O que era uma crise em pequenos países periféricos tornou-se um grande incêndio. Os prêmios exigidos nos créditos soberanos chegaram à estratosfera. Pior ainda, esses prêmios soberanos agora incluem certo risco de desmembramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monti e Papademos são, quase certamente, a última esperança de ajustes e reformas bem-sucedidas para seus países. Enquanto um fracasso na Grécia seria um transtorno, na Itália seria devastador. Se a Itália se visse obrigada a deixar de honrar seus compromissos, poderia muito bem eleger um governo populista determinado a sair da região do euro. Se o fizesse, poucos estariam a salvo, incluindo a França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Monti precisa fazer é enormemente difícil. Como argumenta Gavyn Davies, a Itália pode precisar apertar sua política fiscal em mais de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) para reverter os prêmios cada vez maiores e começar a reduzir sua dívida pública bruta, em elevados 120% do PIB. Tendo em vista os inevitáveis efeitos adversos na produção, a tentativa de aperto teria de ser ainda maior. Ainda assim, é improvável que os investidores voltem a confiar nas dívidas italianas se sua economia não se recuperar. A austeridade não é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inquietação social e política desencadeada pelas reformas estruturais contempladas, especialmente as que afetam o mercado de trabalho, também sacudirá a confiança. Dada a fragilidade da demanda doméstica prevista sob tal programa de austeridade fiscal, a Itália precisará crescer puxada pelas exportações. Levará muito tempo, porém, para que reconquiste a competitividade perdida na década de 2000. Por si só, isso gerará uma mescla de cortes de empregos e queda nos salários nominais - uma receita para desemprego, agitação e inquietação dos credores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chances de que isso funcione e ocorra suavemente não são muito altas. O período de recuperação levará anos. Com Berlusconi certamente preparado para condenar o governo de Monti como mera ferramenta dos interesses estrangeiros, os obstáculos políticos também serão intimidantes. Berlusconi poderá usar sua mídia para tornar os ataques mais ruidosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monti precisará de muita sorte. Também precisará, em grandes doses, de três tipos de ajuda: primeiro, financiamento para cobrir o volume de dívida soberana que não conseguir ser rolado nos mercados, ao considerável custo de quase € 1 trilhão; segundo, mercados externos dinâmicos e lucrativos; e, por fim, um fortalecimento convincente das bases políticas da união, suficiente para tornar o desmembramento algo inconcebível. Tudo isso dependerá de decisões arrojadas da Alemanha. Também dependerá do BCE. Se o banco central permitir que o baixo crescimento, para não dizer uma plena recessão, se apodere da região do euro, as chances para os países periféricos grandes serão sombrias. A Itália não é a pequena Irlanda. Isso deveria ser óbvio para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região do euro ficou se enganando até a própria Roma começar a queimar. Com o novo governo, tem em mãos o que pode se revelar a última chance para apagar o fogo. Sim, é concebível que a Itália possa continuar na região do euro mesmo se ficar inadimplente. Mas isso não é provável. Seja como for, uma inadimplência na Itália afetaria mercados de bônus por todo o continente e bancos por todo o mundo. Já passou do momento em que se podia pensar em apenas fazer "muito pouco, muito tarde". O que se precisa, em vez disso, é que se faça "muito, neste exato momento". O poder traz responsabilidade. A Alemanha sozinha tem o poder. Cabe ao país exercer essa responsabilidade. (Tradução de Sabino Ahumada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* "From the 'Great Convergence' to the 'First Great Divergence'", de Walter Scheidel, no livro "Rome and China", da Oxford University Press, 2009 (algo como, da 'grande convergência' à 'primeira grande divergência', parte do livro Roma e China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martin Wolf é editor e principal comentarista econômico do FT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-117301001128501103?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/117301001128501103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/alemanha-e-zona-do-euro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/117301001128501103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/117301001128501103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/alemanha-e-zona-do-euro.html' title='Alemanha e a zona do euro'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-637813980383890975</id><published>2011-11-16T18:28:00.000-07:00</published><updated>2011-11-16T18:30:20.433-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-g6iUdYQo2nk/TsRjo6IltpI/AAAAAAAAANA/ST0zmPd_9QY/s1600/phd110711s.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 173px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-g6iUdYQo2nk/TsRjo6IltpI/AAAAAAAAANA/ST0zmPd_9QY/s400/phd110711s.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675770984844867218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-637813980383890975?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/637813980383890975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/637813980383890975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/637813980383890975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_16.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-g6iUdYQo2nk/TsRjo6IltpI/AAAAAAAAANA/ST0zmPd_9QY/s72-c/phd110711s.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-9217327587753979455</id><published>2011-11-15T08:48:00.004-07:00</published><updated>2011-11-15T09:07:01.147-07:00</updated><title type='text'>O dia promete....</title><content type='html'>Como mencionado ontem, mais um dia de grandes emoções e promessa de mais ao longo da semana. O yield to titulo de 10 anos da Espanha subiu para 6.32%  o spread em relação ao alemão chegou a 400 pontos. Ampliou também o spread do frances( 188 pontos), valor mais alto deste 1999 e do Belga( 300 pontos) em relação ao alemãos. O retorno do Italiano continua alto 6,92%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação é a dificuldade de formação de governo na italia  e os números sobre o estado da economia da zona do euro, em particular dos países da sua periferia que indicam baixo crescimento o que obviamente  é uma pessima noticia para a sustentabilidade da relação divida  pib.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado continua apostanto  pra saber ate onde vai a resistência  do governo alemão a uma ação mais energica do ECB. É  praticamente consenso à esquerda e à direita que ele deve assumir a função de emprestador de última instância. Exceto, obviamente para o governo alemão...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-9217327587753979455?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/9217327587753979455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/o-dia-promete.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9217327587753979455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/9217327587753979455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/o-dia-promete.html' title='O dia promete....'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5414978076961651116</id><published>2011-11-14T13:11:00.004-07:00</published><updated>2011-11-14T13:39:02.835-07:00</updated><title type='text'>Lembrai - vos do Adenauer....</title><content type='html'>Quem esperava um milagre, deve estar desapontando: o primeiro dia do Monti, não foi nada auspicioso com o yield do titulo de 10 anos em 6.76%, 27 pontos  acima do valor de sexta-feira. Há no mercado vários vendedores e, aparentemente, um único comprador o ECB.  Os bancos da zona do euro - e não somente eles -  estão colocando em ordem o portfolio e isto implica em se livrar dos títulos italianos. É um problema gravissimo, sem dúvida, mas felizmente a média de vencimentos  é de 7 anos, o que permite um certo respiro ao Monti, mas com momentos de fortes emoções  para todos, ainda mais com o desejo do bufão de fazer parte do governo ou de presidi-lo no futuro. Em se tratando da Italia, um belo país, com uma incompetente elite política à esquerda e à direita tudo é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Confesso que esperava um resultado melhor,  afinal credibilidade ele tem, porém, me parece que o problema  continua sendo a chantagem alemã que impede o ECB de cumprir a função de emprestador de ultima instância. Entendo o dilema alemão: ceder é abrir mão do melhor incentivo a disposição  para obrigar alguns países a colocar a casa em ordem, alem de funcionar como exemplo da necessidade  de avançar ou então retroceder no projeto de unificação da  Europa.  É um jogo arriscado e não será a primeira vez que um lider alemão erra a mão  com consequencias  desagradaveis para todos. Neste momento nos resta pensar no exemplo do Adenauer, grande  líder político, católico , e arquiteto do milagre do pós guerra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5414978076961651116?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5414978076961651116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/lembrai-vos-do-adenauer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5414978076961651116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5414978076961651116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/lembrai-vos-do-adenauer.html' title='Lembrai - vos do Adenauer....'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5128554694839513649</id><published>2011-11-13T14:44:00.002-07:00</published><updated>2011-11-13T14:45:34.882-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/x2kByeg9yQc?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/x2kByeg9yQc?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5128554694839513649?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5128554694839513649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_197.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5128554694839513649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5128554694839513649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_197.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2133216877405388263</id><published>2011-11-11T06:11:00.003-07:00</published><updated>2011-11-11T06:30:59.842-07:00</updated><title type='text'>Monti</title><content type='html'>Depois de  vários dias turbulentos, a sexta feira parece mais calma, com a queda dos yields do titulo italiano de 10 anos, 6.6%, ainda muito alto e insustentável, porem  se comparado ao valor que chegou no inicio da semana, 7.5% é um grande alivio. O equivalente francês que havia ampliado o spread em relação ao alemão, também, recuou para 3.4, já o germanico oferece retorno de 1.79%.  O valor pago pelo francês era o mesmo retorno oferecido pelo italiano, antes da crise da  Grecia, o que da uma boa idéia da gravidade da situação italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto estudei na Bocconi, Monti tinha reputação de professor brilhante e rigoroso e se colocava no campo teorico keynesiano mais conservador.  Foi importante e respeitado membro da burocracia de Bruxelas e tem credibilidade para implementar as reformas  que a Italia vem empurrando com a barriga  e  que explica a terrivel situação da sua economia.  Resta saber se ele conseguira arregimentar o apoio político necessário. Em todo caso esta me parece uma ótima oportunidade para a Italia, finalmente, colocar sua economia no caminho do crescimento econômico. Ainda há tempo para evitar o desastre e mergulho no precipicio ..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2133216877405388263?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2133216877405388263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/monti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2133216877405388263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2133216877405388263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/monti.html' title='Monti'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2213893632772576827</id><published>2011-11-10T05:00:00.002-07:00</published><updated>2011-11-10T05:03:31.040-07:00</updated><title type='text'>Only the ECB can save Italy now, but it can’t act alone</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ótima analise do cenário atual da zona do euro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here we go again. Europe’s debt crisis has entered a new, more dangerous phase with the yield on Italian 10-year bonds crossing the seven per cent level on Wednesday morning. This is a eurozone-era record that, if sustained, would severely destabilise the debt situation of the world’s third largest bond issuer and one of the original six founders of the modern European project.&lt;br /&gt;Those who lived through the horrid days of the various emerging market debt crises will quickly recognise the four distinct factors that have come together in the last few days to form a highly destabilising cocktail. And they may well agree on what needs to be done to stop a bad situation getting worse.&lt;br /&gt;Messy domestic politics have undermined the already-complicated relations between those with the potential to solve Europe’s debt crisis – the highly-indebted countries, their official creditors and private holders of their debt.&lt;br /&gt;As in Greece, Italy is now going through an uncertain political transition. While the media has understandably focused on when and how Prime Minister Silvio Berlusconi will resign, what Italy urgently needs is much more complex – namely, a new government that can credibly design, implement and shepherd multiyear efforts to lower debt and deficits, while also increasing economic growth.&lt;br /&gt;Secondly, it has become fashionable not only to sell Italian bonds but also to tell the world about it, as loudly as you can.&lt;br /&gt;In the last few days several banks have rushed to announce that they have been actively reducing their holdings of Italian debt – as a means of reducing market concerns about their own well-being. This phenomenon is similar to the 1980s phase of “macho provisioning” that saw banks trying to outdo each other in telling the world that they were fully protected against their past loans to Latin America. The result today is to encourage and push other Italian creditors to also sell, adding to the market pressures. In too many cases, the damage to the demand for Italian bonds is much more than transitory.&lt;br /&gt;Third, a series of technical changes are disrupting the Italian bond market, adding to its instability. They range from Tuesday night’s increase in margin requirements imposed by a major clearing house, to the decrease in availability of hedging instruments in the derivative markets.&lt;br /&gt;Finally, the European Central Bank has appeared more hesitant in recent days to purchase Italian bonds. Whether it is an issue of willingness or ability, the result has been to add to the mounting market instabilities.&lt;br /&gt;Left to their own devices, several of these factors could get even more disruptive. Italy is now in the grips of what economists call a ‘path-dependent multiple equilibria’ – where one bad outcome raises the probability of another, even worse outcome.&lt;br /&gt;There is only one institution that has an immediately-available balance sheet that could stabilise the situation in the next few days and weeks – the ECB. But before we all join the chorus urging the bank to do more, we should recognise that it, alone, cannot deliver good outcomes.&lt;br /&gt;To act as a durable circuit breaker, the ECB needs others to help on four critical issues: a bold and lasting separation in how we deal with Europe’s insolvent nations and its illiquid ones; a regional programme to enhance growth and employment; immediate actions to counter the fragility of the banking system; and bold political decisions to strengthen the institutional underpinning of the eurozone, either as it is configured today or via a smaller and less imperfect one.&lt;br /&gt;The European summit on October 23 came close to partially addressing some of these factors but slow progress and disruptive national political developments limited its impact. As a result, Europe’s crisis has entered a new and even more worrisome phase.&lt;br /&gt;With neither the region nor the global economy in a position to afford many more slippages, let us hope that this latest development will serve as a loud, urgent and effective call for proper diagnosis and comprehensive action.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mohmed El-Erian  is the chief executive and co-chief investment officer of Pimco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2213893632772576827?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2213893632772576827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/only-ecb-can-save-italy-now-but-it-cant.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2213893632772576827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2213893632772576827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/only-ecb-can-save-italy-now-but-it-cant.html' title='Only the ECB can save Italy now, but it can’t act alone'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1344923654109283229</id><published>2011-11-09T06:41:00.002-07:00</published><updated>2011-11-09T07:02:16.801-07:00</updated><title type='text'>Contemplando o precipicio</title><content type='html'>A LCH.Clearnet,  a  "clearing house" britanica  decidiu cobrar pagamento de margem adicional pelo uso de títulos italiano como garantia para empréstimos.  O resultado esperado, já está ocorrendo: yields de títulos de 10 anos a 7.42% e dos de 5 anos a 7.63%, bem acima do teto de sustentabilidade, 6.5%, e da barreira psicológica de 7%.  Com números semelhantes outros  países, Irlanda, por ex, recorreram ao bail out, resta saber se será diferente com a Italia. É sempre bom lembrar que os fundamentos macros, excluído a divida em relação ao pib, não são ruins, mas o comportamento do mercado, não raro, é guiado pelo comportamento de manada e ai pouco pode ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação é critica, alias, pra lá de critica, porem ainda não esta fora do controle e não está claro se o BCE esta fazendo "corpo mole"  na sua política de compra de títulos, para pressionar o Berlusconi.  É um jogo arriscado, mas pode ser a explicação para estes números  assustadores.  É preciso esperar a evolução ao longo do dia para verificar ate que ponto isto é verdade. Se não for, será difícil a Italia escapar do bail out. Não estou afirmando ser impossível, já que nestes tempos sombrios o impossível tem se tornado possível com uma frequência inédita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agravamento da situação na Italia, que poderá leva-la ao bail out, é culpa dos próprios italianos, que afinal elegeram o bufão, mas é também, resultado da estupidez  alemã em negar ao BCE o papel de emprestador de ultima instância. Não há "moral hazard" que justifique este lamentável comportamento..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1344923654109283229?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1344923654109283229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/contemplando-o-precipicio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1344923654109283229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1344923654109283229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/contemplando-o-precipicio.html' title='Contemplando o precipicio'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2690049488540048488</id><published>2011-11-08T18:30:00.003-07:00</published><updated>2011-11-08T18:40:45.505-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ue'/><title type='text'>Não parece ser um país serio...</title><content type='html'>Ele disse que vai renunciar, mas só acredito depois que  realmente deixar o cargo. Inacreditável,  com o titulo de 10 anos pagando  yield de 6.77% , 477 pontos acima do cobrado pelo alemão, ele ainda insiste em fazer exigências para deixar o cargo. O valor exigido pelo título é bem acima do nível sustentavel, 6.5 e se mantido  levaria ao impensável, no momento, que seria a quebra da Italia. Sinceramente, dados os bons fundamentos de sua economia, não acho que isto vá acontecer, porém,  tudo depende da evolução da conjuntura política italiana, principalmente da pressão da zona do euro sobre o Presidente da Republica, que dado a situação de grave crise, já deveria ter convocado um governo de tecnocratas  ou de união nacional. Curiosamente, esta era a tese do famoso compromisso histórico dos comunistas, partido, no passado, do Presidente italiano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2690049488540048488?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2690049488540048488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/nao-parece-ser-um-pais-serio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2690049488540048488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2690049488540048488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/nao-parece-ser-um-pais-serio.html' title='Não parece ser um país serio...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5562090776018812700</id><published>2011-11-07T17:58:00.002-07:00</published><updated>2011-11-07T18:03:53.612-07:00</updated><title type='text'>O bufão insiste</title><content type='html'>A solução da crise política na Grecia, não resolver, obviamente, a crise econômica, mas permite, no entanto, um ganho político necessário à implementação do plano de austeridade e , principalmente, a revisão de aspectos que ao impedir o crescimento de sua econômica recolocará, no futuro próximo, o mesmo problema de hoje.  É um fato que os genios da zona euro insistem em não ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto na Italia, o bufão insiste em manter-se no cargo, com graves consequencias para economia italiana, como verificou-se ao longo do dia. Ao que parece ele deseja ser o novo Nero da economia italiana. Tempos estranhos e sombrios em que o bem comum é colocado do lado justamente onde menos se esperava.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5562090776018812700?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5562090776018812700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/o-bufao-insiste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5562090776018812700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5562090776018812700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/o-bufao-insiste.html' title='O bufão insiste'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7426439528971272369</id><published>2011-11-06T05:31:00.000-07:00</published><updated>2011-11-06T05:39:56.826-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uFM6R53gui8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uFM6R53gui8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7426439528971272369?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7426439528971272369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_06.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7426439528971272369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7426439528971272369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post_06.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1191617158147111661</id><published>2011-11-05T05:54:00.001-07:00</published><updated>2011-11-05T05:54:31.767-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="640" height="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uWcuGo0rEFo?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uWcuGo0rEFo?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="480" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1191617158147111661?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1191617158147111661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1191617158147111661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1191617158147111661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/blog-post.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-628461495703596745</id><published>2011-11-04T12:50:00.008-07:00</published><updated>2011-11-05T05:57:04.823-07:00</updated><title type='text'>A semana que  nunca termina...</title><content type='html'>No mundo das relações econômicas internacionais o processo de tomada de decisões é lento, muito lento, e a reunião do G20 em Cannes não fugiu a este conhecido roteiro. Como esperado  não há nenhum cavaleiro branco disposto a socorrer a zona do euro, apenas cobranças e promessas de ajuda, caso consigam chegar a um acordo entre os seus membros. É  o caso, por ex, de apoio a participação ativa do FMI, sem detalhar como isto será possível sem novo aporte de capital.  A grande novidade  é a  decisão da Italia de abrir seus livros para o FMI, esperando com isto reverter a percepção negativa do mercado e conseguir colocar titulos a juros menores.  É uma tarefa dificil, já que o problema é essencialmente político: uma coalização frágil e incapaz de colocar em pratica as reformas necessárias e urgentes para a retomada do crescimento da economia italiana. Na área fiscal o único problema da Italia é sua divida pública, mas o deficit fiscal, assim como o resutado primário estão entre os melhores da zona do euro. Divida alta  por lá não é novidade, mas torna-se problematica com um crescimento econômico pra lá de anêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  Império  a criação de postos de trabalho  em outubro e principalmente os dados revisados de agosto e setembro, suavizam um pouco o cenário do mercado de trabalho, sem contudo altera-lo significativamente:  são  numeros  ainda muito baixos e mantem a taxa de desemprego em 9%  e confirmam que a recuperação - se é que esta é a palavra adequada - é lenta, muita lenta.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semana ainda não terminou, já que o resultado do voto de confiança no parlamento grego somente será conhecido por volta da meia noite, no horário grego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Update: o primeiro ministro grego sobreviveu ao voto de confiança.  Berlusconi recusou uma oferta de empréstimo do FMI.  Segundo o FT o empréstimo seria de 50bn de euros. Com a oferta do empréstimo e supervisão do FMI e dos enviados da zona do euro, a Itália esta recebendo tratamento semelhante ao dos quebrados, sem estar quebrada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-628461495703596745?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/628461495703596745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/semana-que-nao-termina-nunca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/628461495703596745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/628461495703596745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/semana-que-nao-termina-nunca.html' title='A semana que  nunca termina...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2998676035349680675</id><published>2011-11-03T13:52:00.005-07:00</published><updated>2011-11-04T08:46:20.221-07:00</updated><title type='text'>Mais um dia emocionante...</title><content type='html'>A Grecia é o grande drama, mas o problema é a Italia. O yield do titulo de 10 anos, 6.4 e 427 acima do alemão, se aproxima perigosamente dos limites aceitos pelo mercado: 6.5 e 450 pontos acima do alemão. A Italia, ao contrário da Grecia, é grande demais para ser salva e ai entrar-se-ia em um territorio novo em que nada pode ser descartado. Sinceramente, não  acho que o impensável vá ocorrer, mas tudo depende da liderança política italiana, que, sabidamente,  não é grande coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jogada era(é) arriscada, mas parece que o primeiro ministro grego conseguiu alcançar o objetivo traçado: colocar contra a parede a oposição e leva-la aceitar o plano de austeridade e participação em alguma forma de governo de unidade nacional que, provavelmente, não será por ele liderado. Não me parece ser uma vitoria de pirro ou tão pouco um trabalho de sisifo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ficha finalmente caiu e o Bacen da zona do euro reduziu o juro. Já não era sem tempo, com a recessão na esquina, o corte era inevitável e sinaliza que o italiano a frente do BCE  sabe o que faz. Resta saber se conseguira convencer o governo alemão a aceitar que ele cumpra o mesmo papel do seu equivalente americano. Este é um ponto critico para solução da crise da zona do euro e retomada do crescimento econômico. Pode parecer estranho mencionar a última, quando a primeira ainda não foi solucionada, mas o fato é que sem crescimento econômico o máximo que se pode fazer é jogar o problema para o futuro próximo, muito próximo. Dificil crescer, com todos os países seguindo a mesma política de austeridade. Vários não tem alternativa, mas alguns tem e deveriam seguir em outra direção, mas como cordeirinhos caminham juntos para o precipicio. Quem disse que a história nunca se repete?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2998676035349680675?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2998676035349680675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/mais-um-dia-emocionante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2998676035349680675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2998676035349680675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/mais-um-dia-emocionante.html' title='Mais um dia emocionante...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8811817338906660881</id><published>2011-11-02T13:46:00.003-07:00</published><updated>2011-11-02T16:23:28.677-07:00</updated><title type='text'>A hora é agora...</title><content type='html'>A reação da dupla dinamica da zona do euro  à decisão grega de submeter o último pacote de  socorro a um referendum é totalmente histérica, beirando a comportamento tipico de velhos impérios do passado. Será que a Alemanha realmente acredita ser a zona do euro a reencarnação do Sacro Império Romanico Germanico?  Não me parece ter sido esta a idéia dos pais fundadores do projeto de unificação européia, principalmente aqueles  inspirados pela doutrina social católica. E sabemos que  não  eram  poucos, alem de  influentes. É sempre bom recordar o obvio: é um projeto essencialmente político e por isto mesmo encontra serios problemas na arena  econômica. Alguns esperados, outros tem tanto e seguramente ninguem contava com uma crise da dimensão de 2008. O fato é que este é o primeiro grande teste do projeto de unificação monetária  e acredito que há vida depois dele, porem, mudanças devem ser implementadas, principalmente no que diz respeito ao papel do Bacen, convergência fiscal e governança. O déficit democrático também não poderá ser ignorado por muito tempo....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curto prazo é necessário mudar o papel do Bacen que deve assumir a mesma posição do FED, ou seja ser o emprestador de ultima instância. Recorrer ao capital dos emergentes não é uma má idéia e me parece ser do interesse deles, Brasil inclusive, em participar de  uma  solução rapida para a  crise da zona do euro, porém a contrapartida, alem da discussão do poder no FMI  deve ser a mudança de política do Bacen. É hora da Alemanha, descer do muro e aceitar os fatos da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8811817338906660881?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8811817338906660881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/hora-e-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8811817338906660881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8811817338906660881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/hora-e-agora.html' title='A hora é agora...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-2522726997977248721</id><published>2011-11-01T06:45:00.002-07:00</published><updated>2011-11-01T07:02:54.628-07:00</updated><title type='text'>Semana movimentada...</title><content type='html'>A semana começou bem movimentada com a forte participação do governo do Japão no mercado de câmbio para tentar reverter ou pelo menos evitar  maior valorização de sua moeda. É uma batalha de resultado incerto, exceto quando há forte determinação como no caso da Suiça. É, no entanto, mais um lance na perigosa guerra cambial, que é surpreendente  por ocorrer na semana da reunião do G20. Não é um bom sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Grecia mais novidades. O governo vai submeter a um referendo  a última proposta de socorro negociado com os parceiros da zona do euro. É uma aposta arriscada, mas não me parece, necessariamente, negativa, haja vista, o déficit democrático das instituições relevantes da zona do euro. Ao faze-lo, o primeiro-ministro grego coloca contra a parede a oposição que tem apresentado comportamento irresponsável diante da grave situação do país e, se vitorioso, terá condições de enfrentar a forte oposição dos movimentos sociais e negociar algum "refresco"com os manda-chuva de Bruxelas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Italia, preocupa - e muito -  o retorno exigido pelos seus titulos que se aproxima perigosamente do teto que o obrigaria o governo italiano a passar o pires em Bruxelas. Berlusconi é o grande culpado, porem não é o unico: a incapacidade da elite política italiana à esquerda e à direita em apresentar propostas para resolver os problemas endêmicos da  Italia é bem conhecida, mas nos últimos meses tem conseguido se superar e por isto paga o preço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-2522726997977248721?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/2522726997977248721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/semana-movimentada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2522726997977248721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/2522726997977248721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/11/semana-movimentada.html' title='Semana movimentada...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5616629942946862889</id><published>2011-10-30T07:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T07:06:08.247-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5o2_vXY9yQU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5o2_vXY9yQU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5616629942946862889?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5616629942946862889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_30.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5616629942946862889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5616629942946862889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_30.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5678586515096727448</id><published>2011-10-28T12:28:00.004-07:00</published><updated>2011-10-28T12:34:26.976-07:00</updated><title type='text'>Mohamed El-Erian e a  zona do euro</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ótimo artigo do Mohamed El-Erian da PImco. Sua análise, muito mais elegante e articulada, não difere muito da visão deste blogger sobre a complicada situação econômica da zona do euro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The financial markets have enthusiastically welcomed the agreements reached in Brussels on Thursday, and understandably so – not only for their immediate content but also for what they signal about how far European leaders are willing to go to finally catch up with the realities of the region’s crisis.&lt;br /&gt;But the feel good factor will only last if this is followed quickly by two other important developments.&lt;br /&gt;First, and most immediate, there is a long list of details that must be specified over the next few weeks to put into practice what was agreed to in Brussels. Many of these are technically very complex. Indeed, implementation may prove as tricky as the original negotiations, if not more so.&lt;br /&gt;How will the reduction of Greek debt actually be executed? Will the banks that need capital be able to find sufficient private funds to meet the new prudential targets? In the event that they do not, what conditions should be attached to the financing coming from taxpayers? How will the European Financial Stability Facility be levered? How will its funds be allocated among competing claims, including between stabilising the old stock of debt and providing partial risk insurance for new issuance? And what roles will the European Central Bank and the International Monetary Fund play, as well as other countries?&lt;br /&gt;Second, and critical for long-term sustainability, Europe must still address two big issues. While these were not scheduled to be addressed in this week’s summit, they must be tackled, and decisively, over the coming months.&lt;br /&gt;Europe desperately needs an effective plan to boost employment and promote inclusive economic growth. Without this, it will be virtually impossible to stabilise the region’s sovereign debt markets, and counter fragilities in its banking system. Bold structural reforms are needed, especially in the peripheral countries but also in the core.&lt;br /&gt;Politicians also need to decide how they will strengthen the institutional underpinnings of the eurozone. Can they deliver a fiscal union with much greater political integration? Or will they be forced to settle for a eurozone consisting of a smaller number of countries with similar initial conditions? Until they answer this basic – basic, but very difficult – question, healthy balance sheets around the world will continue to hesitate to engage in Europe’s recovery.&lt;br /&gt;Policymakers should be commended for the important steps that they took this week. They shifted the emphasis from focusing on liquidity to solvency; and from ad hoc measures, to more comprehensive ones.&lt;br /&gt;But to succeed in the longer term, they must do more than just transform these recent agreements into detailed measures. Indeed, crucial inflows of fresh capital from the private sector and from outside Europe will only materialise in size if the big issues are also resolved.&lt;br /&gt;If any of this is to happen, the region’s leaders will soon find themselves engaged in yet another set of difficult, long, and uncertain negotiations.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The writer is the chief executive and co-chief investment officer of Pimco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5678586515096727448?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5678586515096727448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/mohamed-el-erian-e-zona-do-euro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5678586515096727448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5678586515096727448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/mohamed-el-erian-e-zona-do-euro.html' title='Mohamed El-Erian e a  zona do euro'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3449701882846233050</id><published>2011-10-27T14:16:00.003-07:00</published><updated>2011-10-27T14:28:52.742-07:00</updated><title type='text'>A luz no fim do tunel é de um TGV?</title><content type='html'>Parece que finalmente  foi fechado um acordo sobre  o problema grego: desconto, voluntário, de 50% no valor dos titulos gregos  não é nada desprezivel, mas mesmo assim a relação divida/pib ainda menter-se-ia em patamar bastante elevado, isto assumindo um cenario economico benigno para economia grega, que sabemos não ser o caso. É, no entanto, um passo importante, para a solução do problema, o mesmo vale para a proposta de capitalização dos bancos da zona do euro. Mas, como se diz, o diabo está nos detalhes e  há vários deles que ainda não conhecemos e alem disto  ainda falta resolver a questão do aporte de capital para o fundo de bail out, ou seja a participação dos brics, a China em particular, no seu funding. É um processo complicado e que ainda está longe de concluido e que  tudo indica, como mencionado em outro post, será resolvido - ou assim se espera - na próxima reunião do G20 em Cannes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3449701882846233050?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3449701882846233050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/luz-no-fim-do-tunel-e-de-tgv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3449701882846233050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3449701882846233050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/luz-no-fim-do-tunel-e-de-tgv.html' title='A luz no fim do tunel é de um TGV?'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-8265195284990534249</id><published>2011-10-26T06:50:00.002-07:00</published><updated>2011-10-26T06:57:37.391-07:00</updated><title type='text'>Carta/artigo do Martin Wolf para o Mario Draghi</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ótimo artigo do sempre impecável Martin Wolf que, um dia, espero ser lido pela turma que insiste em se passar por economista... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Mario Draghi. Congratulações e comiserações: na próxima semana, você assumirá uma das mais importantes missões de um banco central em todo o mundo; mas também assumirá uma responsabilidade terrível. Somente o Banco Central Europeu pode acabar com a crise da zona do euro. Você precisa escolher entre dois caminhos: o ortodoxo levará ao fracasso; o heterodoxo deve levar ao sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A zona do euro enfrenta um conjunto de complexas dificuldades de longo prazo. Mas seus membros não terão a oportunidade de fazer os ajustes necessários e implementar as reformas necessárias se ela não sobreviver. Entre as necessidades imediatas estão colocar a Grécia numa rota sustentável, evitar um colapso nos mercados de dívida pública de vários países grandes e impedir o colapso dos bancos. Dessas, são as duas últimas que importam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O economista que melhor explicou o papel do BCE é Paul De Grauwe, da Universidade Leuven*. Por que, perguntou ele, as taxas de juro sobre a dívida de vários grandes países membros da zona euro são maiores do que no Reino Unido, apesar de a situação fiscal britânica estar longe de excelente: os déficits e a dívida pública líquida da Espanha são inferiores às do Reino Unido, a taxa de endividamento da Itália é maior, mas seu déficit é muito menor, e o déficit francês é menor, embora sua dívida seja um pouco maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certamente surpreendente que os mercados encarem a dívida do Reino Unido com menos ceticismo que as dos outros países. Isso não está acontecendo porque os anglófonos criaram uma trama engenhosa para destruir o euro, eles não são tão espertos. Para deixar bem clara a explicação alternativa de De Grauwe: é o banco central, idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é, afinal, que determina o preço das dívidas soberanas? Governos não oferecem nenhuma garantia - e créditos baseados em receitas tributárias proporcionam uma segurança ilusória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideremos o exemplo da Itália: a dívida pública líquida é de 120% do Produto Interno Bruto (PIB); o prazo de maturação médio é de sete anos; e o déficit fiscal é de 4% do PIB. Assim, seu governo precisa arrecadar um quinto do PIB a cada ano. Todos os credores sabem disso. Suponhamos que os credores temam que o governo seja incapaz de tomar emprestado somas tão enormes. Poderia a Itália sobreviver cortando gastos? Não. Se o país tentasse resgatar sua dívida pagando-a com receitas, precisaria reduzir seus gastos em bem mais do que um quinto do PIB, de um dia para outro, uma vez que a própria tentativa levaria o país a uma depressão. Nenhum credor são imagina que um país nessa situação conseguiria rolar sua dívida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mercados de dívida de governos sustentam-se como por magia: a disposição para conceder empréstimos depende da disposição de outros a também fazê-lo, agora e no futuro. Esses mercados podem ser cenário de pânico de manadas e por isso necessitam um comprador de última instância investido de credibilidade: o banco central. O Reino Unido tem um. Os membros do euro não. Na prática, eles tomam empréstimos em moeda estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que os membros podem reduzir os riscos. Eles podem ter dívidas e déficits menores, embora a Espanha tenha efetivamente entrado em crise com menos endividamento e déficit do que a Alemanha. Eles podem tomar empréstimos de longo prazo - no século XIX, grande parte da dívida do Reino Unido era impagável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer tentativa por parte do BCE de ser o emprestador de última instância que os membros necessitam desencadeará protestos. As pessoas argumentarão que o banco central poderá perder dinheiro, exacerbar o risco moral e atiçar a inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à primeira dessas acusações, a resposta certa é: e daí? O objetivo do banco central é estabilizar as economias, e não ganhar dinheiro.É muito mais provável que o BC perca dinheiro com intervenções hesitantes do que mediante intervenções vigorosas que produzam êxito. Quanto à segunda objeção, é necessária uma compreensão clara das regras que regem as políticas fiscal e econômica. É preciso também decidir se um país é crivelmente solvente. A Itália e a Espanha certamente são. Quanto à terceira objeção, não existe uma boa razão para esperar um processo inflacionário fora de controle como resultado de operações monetárias de um banco central. A expansão da base monetária não resulta automaticamente em expansão da oferta monetária, como bem sabemos. Com efeito, durante a atual crise, a base monetária tornou-se desconectada da oferta monetária em todas as grandes economias. Esse é o significado de crise financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suponhamos que o BCE tenha êxito em estabilizar os mercados de títulos de governos dessa maneira. Isso também estabilizaria, automaticamente, os bancos, uma vez que é o medo de inadimplência soberana que está provocando preocupações com insolvências bancárias. Capital capaz de proteger o sistema bancário europeu de grandes defaults soberanos simplesmente não existe. É particularmente ridículo supor que os soberanos possam oferecer seguro eficaz contra seu próprio colapso. No entanto, para início de conversa, como inexistem boas razões para que uma zona do euro bem administrada sofra tais colapsos, a resposta é cortá-los - na raiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo "bem administrada", deliberadamente. Uma zona do euro bem administrada é sinônimo de crescimento sustentado e realização de ajustes. Também nesses aspectos o BCE tem papel fundamental a desempenhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A zona do euro como um todo não sofreu enormes bolhas de ativos e consequentes crises financeiras: essas bolhas limitaram-se a alguns membros periféricos. Não há nenhuma boa razão para uma grande recessão e fraco crescimento subsequente. Apesar disso, o BCE permitiu que o PIB nominal e a oferta monetária (supostamente, o "segundo pilar" das suas políticas) estagnasse. No segundo trimestre de 2011, o PIB nominal da zona do euro foi apenas 1,4% maior do que três anos antes. A base monetária ampla cresceu a uma taxa anual acumulada pouco acima de 2% nos três anos até o fim de agosto. Mais uma vez, o núcleo da inflação - o único alvo relevante quando os preços das commodities mostram-se tão erráticos atingiu uma taxa acumulada de 1,4% ao ano nos três anos até setembro. Para qualquer observador sensato, tudo isso é fortíssima evidência de que a política do BCE foi muito apertada. Para que a zona do euro possa ter alguma esperança de ajuste com crescimento, isso precisa mudar, e já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A zona do euro corre o risco de ser varrida por um tsunami de crises fiscais e bancárias. A Linha de Estabilidade Financeira Europeia não poderá detê-lo. Só o BCE pode. Como única instituição com jurisdição sobre toda a zona do euro, cabe ao BCE essa responsabilidade. E ele também tem poder para isso. Sinto muito, Mário. Mas você está diante uma escolha: agradar os falcões monetários ou salvar a economia da zona do euro. Opte pela segunda das alternativas. Explique sua opção. E lembre-se: a sorte favorece os audazes. Seu,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Only a more active ECB can solve the euro crisis (apenas um BCE mais ativo pode resolver a crise do euro), Centre for European Policy Studies, 2011, www.ceps.be/book/only-more-active-ecb-can-solve-euro-crisis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:  Martin Wolf(FT), Valor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-8265195284990534249?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/8265195284990534249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/cartaartigo-do-martin-wolf-para-o-mario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8265195284990534249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/8265195284990534249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/cartaartigo-do-martin-wolf-para-o-mario.html' title='Carta/artigo do Martin Wolf para o Mario Draghi'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6471233042365458876</id><published>2011-10-25T07:56:00.004-07:00</published><updated>2011-10-25T08:10:39.348-07:00</updated><title type='text'>Era uma vez na Italia.</title><content type='html'>O Bacen parece ter, finalmente, convencido  o mercado e conseguiu alterar as expectativas em relação a inflação.  Como mercado não sou, continuo pessimista em relação a 2012, mas concordo com a previsão para PIB de 2011: 3 é meu numero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Novos números do Império: consumer confidence queda, 39,8( 46,4 em setembro);  o home price index, caiu 3.8, em relação a agosto de 2010, melhor que julho, mas muito pior que o esperado. Os dois, somados a outros indicadores, apenas confirmam  a tese defendido por este bloger: a recuperação americana é anêmica e caminha, perigosamente, para um cenário japones.  Enquanto isto na zona do euro, o governo berlusconi balança devido as pressões pela implementação de reformas sempre adiadas.   Em outro país seria um problema, no caso da Italia, pode ser um bom sinal e  quem sabe, o ponto de partida para a formação de um governo melhor. Naturalmente, se for, já vai tarde...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6471233042365458876?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6471233042365458876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/era-uma-vez-na-italia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6471233042365458876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6471233042365458876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/era-uma-vez-na-italia.html' title='Era uma vez na Italia.'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3581486844226820920</id><published>2011-10-24T18:36:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T18:39:32.808-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Vx9cQTPVRCk/TqYTSk-vlYI/AAAAAAAAAMk/TPuL3X1ejNA/s1600/phd102111s-1.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 173px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Vx9cQTPVRCk/TqYTSk-vlYI/AAAAAAAAAMk/TPuL3X1ejNA/s400/phd102111s-1.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667238390977762690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3581486844226820920?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3581486844226820920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_24.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3581486844226820920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3581486844226820920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_24.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Vx9cQTPVRCk/TqYTSk-vlYI/AAAAAAAAAMk/TPuL3X1ejNA/s72-c/phd102111s-1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-4274660509598853317</id><published>2011-10-23T11:52:00.000-07:00</published><updated>2011-10-23T11:55:19.504-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2q05G1Z_vg0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2q05G1Z_vg0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-4274660509598853317?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/4274660509598853317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_23.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4274660509598853317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/4274660509598853317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_23.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1209714271687797764</id><published>2011-10-21T09:28:00.005-07:00</published><updated>2011-10-21T09:48:30.417-07:00</updated><title type='text'>Panoramica...</title><content type='html'>Posso estar errado, mas não espero grandes novidades do complicado processo de negociação da zona do euro antes da reunião de cannes. Balões de ensaio  para testar a reação do mercado  deverão dar a tonica até a reunião. Não tenho dúvida que uma solução será encontrada, o que será um grande alivio para a Italia e Espanha. A solução implica em alguma forma de reestruturação da dívida grega e recapitalização,  forçada, dos bancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nuestra america latina, há eleições na Argentina, que deverá coroar a atual Presidenta Cristina. Não vislumbro grande mudanças na política econômica, tudo indica que será uma continuação da atual linha fortemente populista, pelo menos enquanto isto for viável. O comentário que seria necessário mais Marx e Keynes nos cursos de economia, da uma boa  idéia do clima ideológico por lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grande bananão a decisão do STF, a respeito do IPI, é um grande alivio, por indicar que ainda há limites(legais) para as loucuras do menino maluquinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1209714271687797764?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1209714271687797764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/panoramica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1209714271687797764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1209714271687797764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/panoramica.html' title='Panoramica...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1918912351991172680</id><published>2011-10-20T06:26:00.004-07:00</published><updated>2011-10-20T14:11:54.513-07:00</updated><title type='text'>Dilma na Africa</title><content type='html'>Segundo o jornal da ditabranda, Dilma afirmou em Moçambique que  "a presença do governo na decisão das orientações e das estratégias [ dos investimentos] é essencial. Porque quem tem a legitimidade de fizer para onde um país vai é o seu governo eleito democraticamente", ela lembrou, também, que as empresas que atuam no exterior   "são a imagem do Brasil". A Presidenta, naturalmente, está correta: a empresa brasileira é, na pratica, para o bem ou para o mal,  a imagem externa do país e em casos de problemas com o estado em que atua, ela recorre ao governo brasileiro para ajuda-la,  dai ser plenamente justificável e necessário um bom relacionamento(institucional) com o governo brasileiro.  É preciso, no entanto, lembrar  que não é função do governo decidir onde ela deverá atuar, já que ela é uma empresa privada e seus gestores devem prestar contas aos seus controladores. É função do governo convence-la a seguir práticas adequadas de recursos humanos e comportamento ético condizente com o interesse nacional brasileiro. No entanto, seria ingenho, imaginar que o interesse nacional brasileiro será sempre identico ao do país estrangeiro o que requer  uma solução conciliatoria. Em alguns casos, a empresa multinacional brasileira poderá ser usada como instrumento de política de estado, como é pratica corrente em alguns países, mas neste caso o risco de ser visto como imperialismo brasileiro não deve ser negligenciado.  Este e outros problemas  decorrem do novo papel do Brasil e de suas empresas no cenario internacional  e deveriam ser  objeto de seminários e pesquisas nas nossas universidades. Infelizmente, em várias delas, ainda sobrevive uma visão  superficial e 68 sobre o mundo dos negócios internacionais, alem de forte demonização do empresário nacional.  A defesa do interesse nacional e uma política externa com base em principios éticos e guiada pela busca do bem comum  é o grande desafio do atual e de futuros governos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1918912351991172680?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1918912351991172680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/dilma-na-africa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1918912351991172680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1918912351991172680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/dilma-na-africa.html' title='Dilma na Africa'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-5540362665818226179</id><published>2011-10-19T07:21:00.004-07:00</published><updated>2011-10-19T07:47:54.645-07:00</updated><title type='text'>Entrevista com um economista nacionalista</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ótima entrevista com o Paulo Nogueira, um raro economista nacionalista e mago dos números, razão pela qual ganhou um infame e injusto apelido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Dá para escapar de nova recessão global?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Nogueira Batista Júnior : O quadro hoje nos países desenvolvidos é de recessão, estagnação ou crescimento muito lento, com desemprego alto. E nos emergentes há uma desaceleração do crescimento, mesmo na China. Uma nova recessão mundial é possível, mas não é inevitável.&lt;br /&gt;Valor: A China caminha para aterrissagem forçada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Há um risco. Mas há 20 anos que escuto falar de risco de aterrissagem forçada da China e não aconteceu. Há vulnerabilidades na China, sim, no sistema financeiro e parece haver bolhas importantes nos mercados imobiliários. Mas o que está aparecendo são sinais de uma certa desaceleração. E como há inflação mais alta do que havia há dois, três anos, é difícil imaginar que a China possa responder à desaceleração interna e mundial com um impulso tão forte como o que ela deu em 2008 como parte da reação à crise global. A China está numa posição forte e, comparado a países desenvolvidos, então, nem se fala. Mas também tem menos munição do que tinha em 2008-2009. A escassez da munição é muito mais nítida na Europa, nos EUA, mas também se nota no caso da China. O impacto [para o Brasil] depende do tipo e da extensão do problema chinês. Se for desaceleração muito forte, vai afetar commodities. A China é nosso maior parceiro comercial e nossas exportações são sobretudo de commodities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O cenário se deteriora, mas o Ministério da Fazenda projeta crescimento maior, de 5% em 2012, no Brasil. Quais ajustes são necessários para isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : É importante que o Brasil tenha uma competitividade internacional mais forte. É bem vinda uma certa depreciação cambial, que começou a ocorrer com essa turbulência, desde que não seja muito rápida. A competição entre os países no mercado internacional vai se intensificar com o agravamento da situação mundial e vamos precisar de mecanismos eficazes de defesa contra concorrência desleal e subsídios abusivos. O Brasil já está caminhando nessa direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: E no plano macro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : No plano macro, é importante o Brasil mudar sua 'policy mix', reduzir gradualmente a taxa de juro que vai ajudar inclusive as finanças públicas e o câmbio, empurrar o câmbio no sentido de uma certa depreciação. Mas, para que isso seja viável, é importante manter uma política fiscal muito disciplinada. Muitas vezes se diz no Brasil e em outros lugares que ajuste fiscal é politica ortodoxa. Pode ser, quem quiser use esse adjetivo. Mas é importante que se entenda que a única forma de o Estado nacional ficar independente dos mercados é controlando seu déficit e sua dívida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Isso é o que diz François Hollande, o candidato socialista a presidência da França, que é chamado de "esquerda mole".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista Ah, é? Eu não sabia. Mas é a grande realidade. Se o Estado nacional tiver déficit alto, dívida alta, cai nas mãos dos mercados. É indispensável que o Estado tenha controle de suas contas para ter raio de manobra, para fazer políticas sociais, distributivas, de investimento e desenvolvimento. Se quiserem chamar isso de ortodoxo, chamem, mas o importante é isso. O que não é bom no Brasil é essa combinação de câmbio valorizado e juro alto. Isso deprime a atividade, reduz a competitividade da economia, onera as contas públicas, aumenta o déficit. Se conseguirmos caminhar na direção, como já estamos, de juros mais próximos da média mundial, política fiscal forte, com câmbio um pouco mais depreciado e políticas de defesa comercial e de competitividade internacional, o Brasil pode, sim, continuar crescendo apesar do cenário internacional difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: A guerra cambial pode se agravar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Estamos em plena guerra cambial. Você mora na Suíça, não? Se há seis meses alguém falasse que a Suíça adotaria teto para câmbio com o euro, ninguém acreditaria. Em todos os períodos de grande dificuldade econômica, desemprego alto, a tendência é aumentar a guerra cambial e a comercial. Estamos vivendo os dois fenômenos. Por isso é importante o Brasil ter política cambial competitiva e mecanismos de promoção da competição internacional do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: O câmbio chegou a R$ 1,95 e voltou a R$ 1,75. É um nível bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Não acho que se possa fixar meta para taxa de câmbio. Apenas se você observar o que aconteceu nos anos recentes, o real foi das moedas que mais se valorizou. Isso não foi bom para o Brasil. Só não se valorizou mais porque o Banco Central e o Ministério da Fazenda atuaram várias vezes para conter essa valorização, que mesmo assim continuou. E só agora, com a intensificação da crise na área do euro, houve reversão parcial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Essa reversão pode continuar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Se houver uma tranquilização da situação na Europa, com uma cúpula europeia de 23 de outubro e a cúpula do G-20 de Cannes muito bem sucedidas, o cenário mais provável é de volta ao quadro anterior, em que o Brasil vai estar sofrendo de excesso de liquidez. Por quê? Porque todos os principais bancos centrais, inclusive o Banco Central Europeu, estão com políticas monetárias super expansionistas, provendo liquidez abundantemente, com taxas de juros muito baixas, negativas em termos reais. Se a crise aguda for debelada, provavelmente voltará o cenário de o real ser uma moeda atraente. Daí porque é importante uma redução gradativa do juro e manter política fiscal forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: A Europa mapeou o que fazer para combater sua crise, mas falta decidir. No caso do sistema financeiro, a tendência é de grande contração dos bancos e do crédito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Pela avaliação que se tem, muitos bancos europeus precisam reforçar seu capital. Se os bancos resolverem responder a essa necessidade vendendo ativos, isso vai provocar contração do crédito e agravar o movimento recessivo que se desenha na Europa. E como a Europa tem importância ainda grande, embora declinante, haverá repercussão internacional. O que se quer é reforçar o capital e não levar os bancos a reduzir ativos. Se vários bancos simultaneamente reduzirem ativos, o efeito será forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Que impacto essa situação dos bancos europeus pode ter no Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Fatalmente, uma crise na Europa tem efeito em partes do mundo, inclusive no Brasil, e no nosso caso o canal é financeiro. O Brasil tem que estar muito atento, e creio que está, para a situação das filiais de bancos estrangeiros no país, inclusive europeus. As autoridades de supervisão bancária têm que acompanhar muito bem esses bancos e acredito que estejam acompanhando com cuidado. Como a situação é muito tensa no mercado bancário internacional, e especialmente na Europa, isso é básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: A proposta brasileira de reforçar a capacidade financeira do FMI é contestada agora por desenvolvidos. Qual a chance de a proposta decolar em Cannes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista : Essa ideia é defensável porque, num momento de crise grave, se os países mostram capacidade de atuação conjunta, é importante e os recursos podem inclusive nunca precisar ser usados. O Brasil passou por muitas crises e uma conclusão que os brasileiros tiraram foi de que numa crise, especialmente financeira, o governo tem que reagir de maneira além do que se espera para conter a crise. Até agora, os europeus têm feito o contrário. É necessário agir rápido. No caso do FMI, existem USS 400 bilhões [para empréstimos], talvez seja suficiente, mas numa situação tão vulnerável seria mais prudente criar uma linha de defesa adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: Os recursos adicionais para o FMI seriam da ordem de centenas de bilhões de dólares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nogueira Batista Sim, mas isso tudo tem que ser avaliado. É prematuro falar [em cifras], mas para ter efeito teria de ser um valor expressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-5540362665818226179?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/5540362665818226179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/entrevista-com-um-economista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5540362665818226179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/5540362665818226179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/entrevista-com-um-economista.html' title='Entrevista com um economista nacionalista'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6077803176570126838</id><published>2011-10-18T06:44:00.005-07:00</published><updated>2011-10-18T08:18:09.732-07:00</updated><title type='text'>Recapitalização já</title><content type='html'>Como mencionado em outros posts a recapitalação dos bancos da zona do euro é fundamental para  que se avance na solução do problema da divida grega e da crise pela qual passa a zona do euro. Há bancos com forte exposição em relação a divida grega e outros a dividas espanhola e italiana. Alguns passaram "raspando "pelo último teste de stress que, é sempre bom lembrar, não  se mostra valido para a o atual cenário econômico e por isto um novo teste se faz necessário e urgente. Ele deverá , apenas, confirmar, o que já se sabe: a fragilidade é bem maior que no passado recente. Infelizmente a opção escolhida pelos bancos tem sido a venda de ativos e forte redução  na alavancagem que, se mantida, tem como consequência, a redução na oferta de crédito que, naturalmente,  somente agravaria a situação já complicada da zona do euro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada de irracional na política colocada em pratica pelos bancos. Muito pelo contrário: trata-se, como esperado, da defesa dos interesses dos acionistas, a quem, em última analise, devem prestar contas. Esta opção guiada pelo auto-interesse, e sem nenhuma preocupação com o bem comum, deixa como única opção a recapitalização forçada, ou seja,  ampliação da participação estatal no capital dos bancos, que por sua vez, piora a situação fiscal dos paises forçados a implementar tal política. A melhor opção ainda é a recapitalização privada  que. sabidamente, os bancos  tem condições de fazer sem grandes dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação na zona do euro ainda é complicada, porem longe de desesperadora e uma crise com a profundidade e gravidade da que se seguiu a quebra do famoso banco, para tristeza do Bacen e Fazenda, pouco provável. A turma do quanto pior melhor deve urgentemente procurar  outro argumento para justificar  a redução passada e a próxima da taxa de juros. Já tenho o meu:  a opção da equipe econômica atual pelo crescimento com um pouco de inflação. Ironicamente, o resultato, mais que provável, será pouco crescimento com mais inflação.  Apesar do apreço dos chamados  desenvolvimentistas -  nome estranho  que atesta somente arrogância dos autodenominados,  já que nenhum economista é contra o desenvolvimento econômico -  pela historia, sempre cometem os mesmos erros....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6077803176570126838?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6077803176570126838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/recapitalizacao-ja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6077803176570126838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6077803176570126838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/recapitalizacao-ja.html' title='Recapitalização já'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1848533791449268636</id><published>2011-10-17T14:19:00.006-07:00</published><updated>2011-10-18T05:40:57.898-07:00</updated><title type='text'>Reunião do G20</title><content type='html'>Como esperado, nenhum resultado concreto na reunião dos ministros de finanças do G20 em Paris. Apenas mais do mesmo, diria um pessimista incorrigivel, com pouco apreço pelo projeto do euro. Na verdade, a ausência de propostas concretas, não implica, necessariamente, em ausencia de avanço nas negociações que devem gerar a fomulação de propostas e medidas na reunião de Cannes.  Há varios propostas no ar, entre as  quais vale mencionar o emprestimo bilateral ao FMI, que seria usado para ajudar os paises em dificuldades. Esta é a opção menos complicada  de participação dos Brics na solução dos problemas da zona  do euro. Naturalmente a proposta requer a promessa de rediscussão, no futuro próximo, do peso dos Brics nas decisões do FMI.  Esta parte da proposta  ainda requer algum tempo, adicional, para convencer o Imperio e  aliados que ela é a melhor opção para todos os envolvidos neste verdadeiro dramalhão mexicano em que se transformou  a crise da zona do euro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1848533791449268636?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1848533791449268636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/reuniao-do-g20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1848533791449268636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1848533791449268636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/reuniao-do-g20.html' title='Reunião do G20'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-7756401003702843672</id><published>2011-10-16T08:56:00.000-07:00</published><updated>2011-10-16T08:57:02.205-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="560" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/exU92EgX9t4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/exU92EgX9t4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-7756401003702843672?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/7756401003702843672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7756401003702843672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/7756401003702843672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_16.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6613166530494431338</id><published>2011-10-15T11:54:00.001-07:00</published><updated>2011-10-15T11:54:31.976-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="420" height="315"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ur-hC18PM9k?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ur-hC18PM9k?version=3&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6613166530494431338?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6613166530494431338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_15.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6613166530494431338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6613166530494431338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/blog-post_15.html' title=''/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-3448158307330937110</id><published>2011-10-14T13:59:00.004-07:00</published><updated>2011-10-14T14:12:53.687-07:00</updated><title type='text'>Bresser Pereira</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Polêmico, como sempre, meu orientador no doutorado, é, por isto mesmo, sempre uma leitura obrigatória. Discordo da avaliação em relação ao euro e  da macroeconomia das expectativas racionais: ela seguramente não é uma fraude. Difícil discordar da sua opinião sobre os economistas ortodoxos e keynesianos vulgares. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: O Brasil consegue sair dessa crise sem se machucar demais? Em que hipótese e fazendo quais opções?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ CARLOS BRESSER PEREIRA: A crise internacional não está resolvida. Devido à gravidade da crise de 2008, a recuperação é muito lenta e a isso somou-se outra crise, a do euro, que tem uma origem parcialmente independente – o fato é que o euro foi um equívoco, porque criou uma moeda comum e fez com que os países deixassem de ter suas próprias moedas e seus próprios bancos centrais. Eles ficaram impossibilitados de fazer duas coisas que, por exemplo, Estados Unidos e Inglaterra estão fazendo: desvalorizar moeda ou imprimir moeda para enfrentar a crise. A Europa, como um conjunto, poderia até fazer isso, mas com grande dificuldade. Grécia e Espanha não podem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Isso é a falência do modelo de união monetária?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRESSER: O modelo do euro foi um equívoco. Eu fui um grande defensor dele, mas, para que desse certo, era preciso que houvesse um poder central muito mais forte e um Banco Cental Europeu perfeitamente integrado à lógica do Estado europeu. A Europa teria que ser um Estado. Na prática, não é. Os líderes europeus estão se apercebendo disso. Alguma coisa eles vão ter que fazer, mas está muito complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA MAIOR: Como se consegue desamarrar uma crise que foi toda montada em torno da ideia de livre mercado e tem elementos de regulação muito reduzidos? Como reverter um sistema mundial montado na especulação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRESSER: Isso nós fizemos nos anos 30 e, ainda que lentamente, estamos fazendo nesses anos. Houve uma regulação bancária, embora ainda insuficiente. Foram estabelecidos prazos para aumento do capital dos bancos – longos, mas o fato concreto é que se aumentaram os requerimentos de capital dos bancos e a regulamentação está acontecendo. Os EUA aprovaram uma lei que não é nenhuma maravilha, mas caminha nessa direção. Num artigo recente bastante interessante, no Economic Prospects, John Key diz que a crise foi desperdiçada, no sentido de que parece que não se aprendeu nada. Não é verdade. O que é verdade é que não se aprende com a rapidez que a gente gostaria e os resultados não surgem também com a rapidez que se espera. Mas o fato é que o neoliberalismo, mesmo desmoralizado, ainda tem seguidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a teoria econômica neoclássica, que ao meu ver está igualmente desmoralizada porque era o “fundamento científico” das políticas neoliberais, levou o Prêmio Nobel deste ano com dois economistas desse tipo, os norte-americanos Thomas Sargent e Christopher Sims. É verdade que o Nobel não premiou o liberalismo radical do Sargent, mas suas técnicas de pesquisa econométrica (e eu sou favorável a técnicas sofisticadas que os econometristas desenvolvem), mas a teoria macroeconômica liberal que ele abraça é uma fraude. As pessoas não compreendem as diferenças e dão o Nobel para uma pessoa que está associada à visão de mercados autônomos e autorregulados, o que é um escândalo total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler o resto da entrevista clique &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18690"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-3448158307330937110?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/3448158307330937110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/bresser-pereira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3448158307330937110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/3448158307330937110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/bresser-pereira.html' title='Bresser Pereira'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-617179934158735439</id><published>2011-10-13T08:53:00.003-07:00</published><updated>2011-10-13T09:09:15.760-07:00</updated><title type='text'>Feliz por ser caipira...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Nasci e morei ate os 11 anos  em uma pequena vila com 14 ruas ao lado do Rio Tiete. Se voce procurar no mapa vai encontra-la: Juritis, perto de Birigui e Araçatuba. O ambiente e a vida diaria, descobri, mais tarde, lendo Parceiros do Rio Bonito, do Antonio Candido, era totalmente caipira, ai incluindo a culinária, relações sociais, religiosidade entre tantos outros. Para minha surpresa, a comida caseira da minha infância , em restaurantes da capital, tinha outro nome: comida mineira. Descobri, também, que meu falar, com forte R, não era bem vindo, tão pouco ouvir a velha música caipira era aceito  no ambiente bem pensante da universidade e do movimento estudantil. Não sei se mudou muito. Em segredo, sempre li trabalhos sobre a vida caipira, inclusive, sobre o seu dialeto. O texto abaixo, publicado no jornal da ditabranda, é bem interessante  e recorda o fato pouco conhecido que há sim uma culinaria paulista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pés foram se convertendo em raízes e fincando pelos caminhos onde bandeiras, e depois tropeiros, buscavam as minas. Enraizados, degeneraram. Não havia nobreza naquela malemolência, a picar fumo e contar histórias de um passado de sabe deus, esperando sabe quem.&lt;br /&gt;No quintal, galinhas, um porco magro, espigas de milho, horta, e a mulher varrendo, varrendo, porque a qualquer hora, sem avisar, apeia passante. O professor Antonio Candido, antes de inventar a crítica literária, foi estudar o que restava dos caipiras em Bofete. E constatou extrema pobreza. Tudo muito pobre. Pobre e doente. Pobre por doente, já dissera Monteiro Lobato.&lt;br /&gt;Mesmo a literatura que aquela gente rendia era uma literatura chinfrim. Monumentosa era a do Modernismo, no burburinho de apitos de chaminés de barro. Macunaíma não era daqui; só a cotia mentirosa, que ele disse ter visto no Largo do Café.&lt;br /&gt;É preciso literatura para construir um tipo social memorável. Já ouviu falar de Francisco Marins e sua saga dos caipiras?&lt;br /&gt;O carioca tem orgulho de sê-lo; o potiguar, idem; o baiano ou o gaúcho, nem precisa falar! O país é um mosaico de tipos regionais, modos de falar, culinárias. O paulista tem vergonha de ser caipira, de puxar o "r", de dizer que comia tatu e formiga. Há 200 anos aqui era o fim do mundo. Então, como é que tem tanto "paulista quatrocentão"? Só tinha bugres; e gente que caçava gente não é coisa de se orgulhar.&lt;br /&gt;Mas limpou-se o sertão de índios para que a estrada de ferro fosse além de Bauru. Coisa vergonhosa, mas esquecível. Os italianos, depois, plantaram o café. E vieram os espanhóis, os sírios, os japoneses e tantos mais.&lt;br /&gt;Era de gargalhar a fala dos italianos na sátira "La Divina Increnca", de Juó Banannére, pseudônimo de um quatrocentão faceiro; na migna terra tê parmeras/ dove ganta a galigna dangola -dizia a nova Canção do Exílio.&lt;br /&gt;Parecia que São Paulo estava começando. E nesse começo era a bracciola e o macarrão; o quibe, o puchero, o sushi. Somos os brasileiros mais universais do mundo. Celebramos em pizza o nosso destino. É um fardo muito grande tudo isso.&lt;br /&gt;Para aliviar, liquidamos o cambucá, quase acabamos com a jabuticaba; liquidamos a perdiz, a codorna, as pombas. Viajamos e comemos perdizes, pombas e codornas.&lt;br /&gt;O Brasil é muito longe. Mas estamos dispostos a redescobri-lo: comemos leitão pururuca, virado, quitutes à base de milho, e chamamos tudo de "cozinha mineira". Voltamos a comer formigas, agora da Amazônia. Somos ignorantes da nossa história, mas generosos com os vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS ALBERTO DÓRIA é sociólogo, professor do IFCH-Unicamp, autor de vários livros sobre cultura e gastronomia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-617179934158735439?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/617179934158735439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/feliz-por-ser-caipira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/617179934158735439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/617179934158735439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/feliz-por-ser-caipira.html' title='Feliz por ser caipira...'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-6061162535993562212</id><published>2011-10-11T20:24:00.002-07:00</published><updated>2011-10-11T20:34:30.419-07:00</updated><title type='text'>As oscilações de autonomia do Banco Central</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;Ainda não comprei, mas depoís de ler a resenha já coloquei na lista de leituras. O tema me interessa e é interessante conhecer a leitura de um cientista político, que aparentemente, não é marxista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a opinião pública em geral ficou a versão de que os militares derrubaram o presidente João Goulart (1961-1964) em 31 de março de 1964 porque ele se deixara dominar pelos comunistas e porque a inflação corria solta, beirando os 100% ao ano. Mas o livro "Banco Central do Brasil - O Leviatã Ibérico - Uma Interpretação do Brasil Contemporâneo", do cientista político Eduardo Raposo, professor da PUC-Rio, mostra que em sua segunda fase, pós-restauração do presidencialismo (janeiro 1963), o governo Goulart fez um esforço ortodoxo para estabilizar a moeda, pelas mãos de Celso Furtado, ministro do Planejamento,.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furtado chamou para executar a tarefa, no âmbito do seu Plano Trienal, o economista Casimiro Ribeiro, colaborador muito próximo de Roberto Campos, um dos símbolos do pensamento monetarista no Brasil, que viria a ser ministro do Planejamento do governo Castelo Branco, o primeiro do regime militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A parte de que participei foi, evidentemente, a relativa ao combate à inflação e ao problema de compatibilização do combate à inflação com o crescimento econômico, o desenvolvimento. Para certa surpresa minha, os argumentos que apresentei foram quase todos aceitos pelo Celso Furtado", disse Ribeiro em seu depoimento ao Centro de Pesquisa e Documentação da Fundação Getúlio Vargas, utilizado no livro de Raposo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Celso Furtado era um desenvolvimentista, um economista bem-sucedido da escola da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina). Mas ele sabia que ali havia aspectos monetaristas importantes. Isso mostra uma certa grandeza dele", analisa Raposo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tese econômica do livro, cujo roteiro é o processo de criação e de funcionamento do Banco Central (BC) desde o governo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951) até o segundo governo Fernando Henrique Cardoso (1999-2002), é a de que a autoridade monetária teve, ao longo da história, tanto menos autonomia quanto maior foi o esforço desenvolvimentista do governo e menor a estabilidade da equipe econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa e análise sobre o BC, desde quando Dutra criou seu embrião, a Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc), serve como base para o desenvolvimento da tese central do trabalho de Raposo, que é demonstrar a existência de um hibridismo na sociedade brasileira, caracterizado por um Estado dividido entre a modernidade e o atraso, com o aprisionamento a interesses corporativos dos grupos no poder. Esse hibridismo teria sua raiz histórica na origem ibérica da sociedade ocidental cristã brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o autor, ao contrário dos principais países europeus, como Inglaterra, França e Alemanha, cujas formações emergiram de contratos sociais que transferiram o poder dos indivíduos para o Estado, os países ibéricos, especialmente Portugal, forjaram o Estado na luta para a expulsão dos mouros da região sob o comando de um líder hegemônico - no caso português, Afonso Henriques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado português foi constituído, então, de cima para baixo, e não pela transferência de poder dos indivíduos - daí o ibérico associado ao Leviatã do título. Leviatã vem em referência à metáfora do filósofo inglês Thomas Hobbes em seu livro do mesmo nome, em que o monstro bíblico é o Estado poderoso, capaz de dar limites à liberdade do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raposo conta a história da Sumoc e do BC, este criado no governo Castelo Branco, sob os auspícios de Octavio Gouvêa de Bulhões (ministro da Fazenda) e Roberto Campos (Planejamento). Vê-se o vaivém da liberdade de ação da autoridade monetária, numa narrativa em que o autor se vale de depoimentos e entrevistas de personagens como o próprio Bulhões, Ribeiro, Dênio Nogueira (primeiro presidente do BC), Ernane Galvêas (presidente do BC no governo Emilio Médici e ministro da Fazenda no governo João Figueiredo), Francisco Gros (presidente do BC nos governos José Sarney e Fernando Collor de Mello), Ibrahim Eris (também presidente do BC no governo Collor) e Gustavo Franco (presidente do BC no primeiro governo FHC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Minha tentativa foi de tirar um pouco o Banco Central da caixa preta, porque ele é muito explicado por economistas e o jargão ali é muito forte. Como não sou economista, tentei entender o BC através dessa hipótese macrocivilizatória do nosso hibridismo", explica Raposo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro cumpre efetivamente o propósito de poupar o leitor do economês e ajudá-lo a entender um tema bastante atual. Desde que decidiu, no mês passado, reduzir em um ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), logo após a presidente Dilma Rousseff ter defendido essa redução e contra a expectativa da maioria do mercado, o grau de independência do BC entrou em debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raposo mostra que, além da dicotomia entre desenvolvimentismo e estabilização, a autonomia da Sumoc e do BC esteve, ao longo da história, também relacionada com a composição e, sobretudo, o tamanho do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão que traça em última instância as diretrizes seguidas pelo BC. No governo Sarney, chegou a ter 27 membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redução para três membros (ministros da Fazenda e do Planejamento e o presidente do BC) no governo Itamar Franco, mantida até hoje, é vista pelo autor como uma das razões para a relativa autonomia que o BC vem mantendo deste então. "Se o hibridismo é uma gangorra, acho que a sociedade pode estar ganhando espaço" [sobre os interesses corporativos].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ficou de fora outro ponto do debate atual: a liberdade do BC em relação ao mercado, tanto quanto em relação ao governo. Na epígrafe do capítulo 3, Raposo destaca uma frase de Alan Blinder, vice-presidente do Federal Reserve (o BC americano) entre 1994 e 1996 (governo Bill Clinton): "Banco centrais modernos devem afirmar sua independência em relação aos mercados financeiros tão vigorosamente quanto afirmam sua independência em relação à política".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Banco Central do Brasil - O Leviatã Ibérico - Uma Interpretação do Brasil Contemporâneo"&lt;br /&gt;Eduardo Raposo. Hucitec. 292 págs., R$ 48,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-6061162535993562212?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/6061162535993562212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/as-oscilacoes-de-autonomia-do-banco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6061162535993562212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/6061162535993562212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/as-oscilacoes-de-autonomia-do-banco.html' title='As oscilações de autonomia do Banco Central'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3391375090018400315.post-1644016352871479237</id><published>2011-10-10T10:23:00.002-07:00</published><updated>2011-10-10T10:40:29.371-07:00</updated><title type='text'>Nobel de economia 2011</title><content type='html'>&lt;em&gt;Os suecos realmente tem um grande senso de humor e coragem, afinal em que pese a referência aos trabalhos empiricos do Thomas Sargent, resta o fato dele ter sido um dos lideres da revolucionária - ou contra-revolucionária para alguns - escola das expectativas racionais/novos classicos. Sua contribuição teorica a macroeconomia é inegavel, alem de ser autor de um paper classico sobre o fim de quatro hiperinflação Premio mais que merecido. O mesmo, alias, se aplica ao Sims, fundamental na formulação dos instrumentos necessários aos trabalho empiricos em macroeconomia. É uma escolha que desagrada aqueles mais  interessados em questões ideológicas que teóricas, mas não os que sem concordar com a abordagem do Sargent,reconhecem sua grande contribuição a teoria econômica.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Two economists known for their work on integrating expectations more sensibly into models of the economy have won the 2011 economics prize in memory of Alfred Nobel, in a bold decision which will be seen as honouring academics whose work many blame as partly responsible for the financial crisis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Royal Swedish Academy of Sciences awarded the Nobel prize to professors Thomas Sargent, of New York University, and Christopher Sims, of Princeton University, for their independent “empirical research on cause and effect in the macroeconomy”, mostly in the 1970s and 1980s. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The citation was specific in honouring the “empirical” or practical rather than theoretical work of both economists, since Prof Sargent is best known for his work on rational expectations theory, which underpinned the belief that financial markets work efficiently.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof Sargent has long said rational expectations should not be seen as a school of thought or an ideological statement, but a way of modelling how people think and react to policy changes or events. The concept, he wrote, came to the same conclusion as Abraham Lincoln: “You can fool some of the people all of the time, and all of the people some of the time, but you cannot fool all of the people all of the time”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof Sims was awarded his share of the prize for his statistical models underpinning many macro-economic models today. His work started with “vector autoregression” – statistical models which had better predictive power than many traditional models used in the 1970s. He augmented these models further by making them work in a dynamic setting with rational responses to shocks such as changes in interest rates. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Marvin Goodfriend of Carnegie Mellon university said on Monday that the two winners took research on expectations to a new level. “It was Robert Lucas who persuaded the profession that expectations mattered, but it was Sargent and Sims who pioneered the empirical work on how to model expectations in a statistical and practical way”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sargent’s work on expectations and monetary policy has fresh relevance for western economies thrown into uncharted territory. Much of his research has focused on how inflationary episodes end. In his book The Conquest of American Inflation, he studied the rise in inflation in the 1960s and 1970s and the subsequent “great moderation”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He argued that these changes reflected the way individuals in the economy gradually updated their expectations about what economic policymakers were trying to do, rather than by shifts in the policy itself. As Sargent himself observed, today’s economic developments such as the eurozone crisis are driven strongly by expectations. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perhaps the main application of rational expectations theory is the efficient market hypothesis, which asserts that the price of an asset contains all relevant information and cannot systematically be over-or under valued. It was the widespread belief in this theory that led to the view that the credit bubble before the financial crisis did not exist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof Sargent rose to prominence in the 1970s by showing that if rational expectations were added to many standard economic models of the time, predictions of government effectiveness in controlling the economy would disappear. He did not, however, believe that governments were in fact powerless. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“We try to experiment in our models before we wreck the world. So that we don’t wreck the world, right?” he said in an interview with the prize-giving committee on Monday. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In this he received support from Prof Goodfriend. “The methodology of rational expectations will outlive any current model of the economy. It’s more fundamental in a way. It’s a fundamental, sensible idea, he said. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3391375090018400315-1644016352871479237?l=hipona.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hipona.blogspot.com/feeds/1644016352871479237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/nobel-de-economia-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1644016352871479237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3391375090018400315/posts/default/1644016352871479237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hipona.blogspot.com/2011/10/nobel-de-economia-2011.html' title='Nobel de economia 2011'/><author><name>Antonio Carlos Alves dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06161225243714865138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
